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17 de jun de 2019

REVISTA FAMOSA NOS EUA ENSINA A ADOLESCENTES COMO FAZER UM ABORTO SEM O CONSENTIMENTO DOS PAIS


Uma jovem de 16 está desesperada. Ela engravidou do namoradinho de maneira precoce, sem querer. Ela sente que está tudo perdido, que seu futuro está comprometido e que seus pais e amigos irão condená-la. Desse modo, desorientada e aflita, ela vê, como única solução para o seu drama, cometer o mais funesto dos crimes: decide que vai matar o bebê antes que ele saia do seu ventre.

Ocorre, porém, que ela é menor de idade e, no seu país, os EUA, os pais precisam chancelar a decisão de suas filhas, se menores, para que elas assassinem um bebê. Duplo crime.

Mas os pais dessa jovem, e ela sabe disso, são contrários ao assassinato. São pró-vida. Eles não concordariam com a decisão da filha. Provavelmente a aconselhariam a manter a gestação. Diriam, arrisco, que a criança, no fim das contas, seria uma benção e que, vá lá, eles mesmos ajudariam na criação. Aliás, como sempre foi, desde que o mundo é mundo.

Entretanto, no nosso mundo, no mundo dessa jovem, há vozes, às vezes com mais autoridade que a dos pais, que dizem que uma criança é um estorvo, uma punição, um martírio às mulheres. Uma criança, uma nova vida, aquilo que há de mais sagrado, para o mundo dessa menina – e o nosso – é nada mais que um erro, um troço indesejável, uma coisa a ser lançada num vaso sanitário de uma clínica abortista dependendo apenas do arbítrio da mãe.

Daí que nesse mundo exista gente como Nona Willis Aronowitz, uma colunista da Teen Vogue, versão da conceituada Revista Vogue dedicada ao público jovem. À pergunta “o que eu faço?”, feita pela jovem desesperada, coube a essa Nona dar a resposta.

Nona é feminista. Ela advoga pela causa do assassinato de bebês. Sim, pois no nosso mundo esse crime inominável – e premeditado – virou uma louvada bandeira política. Ela, Nona, e demais partidárias dessa atrocidade, acham que o fato de seus corpos abrigarem uma nova vida por alguns meses não implica, forçosamente, na responsabilidade moral de defenderem essa nova vida assim como defenderiam as suas próprias. Acham, na verdade, que moral é a possibilidade de dar um fim naquele ser, à sangue frio, de maneira calculada, com data e locais acertados, sem restrições legais. Repito, é esse o nosso mundo.

Eis então que a jovem desesperada vai pedir conselhos à militante. Dupla tragédia.

Nona, no seu papel de conselheira, disse que aos 15 anos se viu numa situação semelhante e que conseguiu a anuência da mãe para fazer o aborto. Porém, como a situação de nossa jovem é diferente, já que a mãe de Nona era ela mesma pró-aborto, caberia à menina buscar uma brecha nas leis americanas chamada de judicial by-pass, que, trocando em miúdos, é a possibilidade de ignorar a lei em casos extremos. A solução está dada, a moça abortaria sem precisar contar para seus pais opressores.

Para isso, para conseguir o by-pass, diz a colunista, há entidades abortistas em toda a parte que explicam, passo a passo, o caminho para o crime. Ninguém desampararia a moça desesperada. Ademais, ela aconselha que a mocinha, em vias de cometer a coisa mais vil que se pode conceber, continue buscando ajuda de gente mais velha, de preferência conselheiras cheias de empatia, como a própria Nona, que darão todo o apoio emocional para que a menina assassine, mesmo, seu filho. As sugestões diabólicas viraram, nesse nosso mundo, instituições públicas com CNPJ e tudo mais.


Toda a questão aqui é: essa menina, no fundo, é toda a nossa juventude e a Nona, a que recomenda o crime com um risinho de prazer nos lábios, é a mentalidade da geração mais velha que goza de prestígio e autoridade perante esses jovens. Como dizia Viktor Frankl, nossos jovens, esses que estão se suicidando, assassinando seus filhos ou servindo de soldados para algum tirano mundo afora, são frutos de algumas gerações que romperam com as tradições espirituais, morais e culturais do passado ocidental e que, desnorteados, vagueando num mundo sem sentido, para quem a vida não vale nada, estão aptos a dar ouvidos à psicopatas como Nona Aronowitz – que enxerga a vida humana com as lentes de um nazista aplicado.







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