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DITADURA CUBANA ANUNCIA OFICIALMENTE SAÍDA DO PROGRAMA “MAIS MÉDICOS”

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A ditadura de Cuba confirmou que irá deixar o programa Mais Médicos. A decisão foi anunciada depois de o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), ter dito que pretende humanizar o acordo que havia sido feito com o governo do PT. Em resposta, Cuba chamou os novos termos do governo brasileiro de “declarações ameaçadoras e depreciativas”.
Presidente brasileiro explica as novas condições do programa.


“Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos”, afirmou o presidente em seu twitter.

“Em torno de 70% do salário desses médicos é confiscado para a ditadura cubana e outra coisa, que é um desrespeito com quem recebe o tratamento por parte desses cubanos, não temos qualquer comprovação que eles sejam realmente médicos e estejam aptos a desempenhar a sua função. Agora, a decisão de suspender isso, foi unilateral por parte do governo, governo não, da ditadura cubana. Eu jamais faria um acordo com Cuba nesses termos, isso é trabalho escravo”, disse Bolsonaro.

O sucessor do ditador Raúl Castro, Miguel Díaz-Canel, comentou a decisão em seu twitter.



“Com dignidade, profunda sensibilidade, profissionalismo, entrega e altruísmo, os “colaboradores” cubanos prestaram um valioso serviço ao povo do Brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas”, postou.

O Ministério da Saúde informou que fará um edital de convocação para médicos interessados nas vagas deixadas pelos cubanos. A prioridade será para candidatos brasileiros formados no Brasil e, depois, os formados no exterior.






Via https://renovamidia.com.br
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