Últimas

🔴 ASSISTA URGENTE! ⭐ HADDAD É SOROS! (VÍDEO)


Fernando Haddad não é apenas o candidato de Lula à presidência. Ele tem o apoio do milionário progressista George Soros, além de ter em sua candidatura as esperanças do ditador Nicoláz Maduro, que vê o império bolivariano cair à medida que crescem os governos conservadores na América Latina. Ele representa, assim, tanto o poder do Foro de São Paulo quanto o globalismo dos megainvestidores progressistas do grande capital.

No programa de entrevistas da rádio Jovem Pan, em 12 de setembro de 2018, Fernando Haddad gabou-se que seu programa na Cracolândia ter sido premiado pela Open Society como “o melhor programa de redução de danos” do continente. O que a ação de Haddad, que foi chamada de “bolsa crack”, conseguiu fazer, no entanto, foi espalhar os viciados pela cidade de São Paulo. Isso expõe um dos planos mais sórdidos do PT, fruto de um compromisso internacional: a legalização das drogas, pauta dos financiadores internacionais como Soros.

Haddad representa todas as pautas investidas por George Soros, com especial atenção à legalização das drogas, mas também nas pautas de gênero: Haddad foi quem deu início à polêmica do Kit-Gay nas escolas, o que fez com que o deputado Jair Bolsonaro ficasse conhecido nacionalmente ao combatê-lo. Soros investe anualmente em movimentos LGBT no Brasil e na América Latina, com o objetivo de ampliar o debate e colocar a discussão na mídia. Só nas pautas do aborto e da Ideologia de Gênero, as fundações internacionais gastaram 8 milhões de dólares entre 2015 a 2017, procedente das fundações Ford, Oak, Bill e Melinda Gates e Open Society. Estas informações foram detalhadas na terceira edição da Revista Estudos Nacionais, publicada em junho de 2018.

Na América Latina, Haddad diz que pretende manter-se na linha dos governos anteriores do PT, ou seja, o que ele chama de “diálogo”. Aprofundar a “integração latino-americana”, abrir-se para o continente e o Mercosul. Na linha do que José Dirceu falou em recente entrevista, o PT não pretende apenas vencer as eleições, mas “tomar o poder”. A perpetuação no poder é a mais importante função do PT desde que fundou o Foro de São Paulo, instrumento de tomada de poder, seja por via eleitoral ou revolucionária, utilizada em tantos países do continente, responsável entre tantas coisas pela criação do bolivarianismo venezuelano.

Haddad critica o governo temer e tucano pelo combate à ideologia bolivariana, que o PT chama de “integração latino-americana”. “Eles nunca esconderam seu desprezo pela integração regional, muitas vezes chamadas por eles de ‘integração cucaracha’. Para esses conservadores, o que interessa é a integração com os EUA e a Europa, ainda que tal integração seja feita de forma inteiramente assimétrica e subordinada”, disse Haddad em entrevista ao site da revista Exame.

Sobre a política do narcotráfico, Haddad disse claramente: “temos de discutir a fundo o fracasso da política da “guerra às drogas”, proposta pelos EUA aos países da América Latina. Bilhões são gastos inutilmente, gera-se uma extrema violência urbana e encarcera-se boa parte da população pobre e negra sem que isso redunde numa contenção efetiva do problema”.
Constituinte está no programa de governo

A criação de uma Assembleia Constituinte está no plano de governo de Fernando Haddad, um plano antigo do PT, que deseja mudar vários pontos da Constituição, aprofundando a revolução que o PT iniciou ao criar o Foro de São Paulo, a integração na América Latina e a construção de uma região amplamente dominada ideologicamente. A perpetuação no poder também é um dos objetivos inscritos no plano de uma constituinte, conforme indicações claras no próprio estatuto do partido.

O “aprofundamento da democracia”, forma como se referem ao processo revolucionário nacional, será a prioridade da nova constituição, que pretende também taxar as grandes fortunas e aumentar impostos para grandes bancos. Além disso, de forma um pouco mais vaga, o plano do partido promete “assegurar políticas voltadas à garantia de direitos sociais, civis, políticos, econômicos, culturais e ambientais, e as transformações necessárias ao país”.

Mesmo analistas mais neutros dentro da grande mídia admitem que um novo governo do PT pretende efetivar reformas e planos mais à esquerda, que embora antigos, não foram levados a cabo pelos primeiros governos.



Texto: http://estudosnacionais.com/eleicoes-2018/haddad-e-lula-mas-tambem-e-soros-e-maduro/
Postar um comentário