Últimas

CERCEAR AS LIBERDADES PARA "SALVAR O CLIMA"? O TOTALITARISMO VERDE CONFESSA

Resultado de imagem para ecofascismo

Na ótica ambientalista, o que seria necessário para “salvar o planeta”? As respostas vão da banalidade demagógica ao disparate extremado.

François-Marie Bréon, diretor adjunto do laboratório de Ciências do Clima e do Meio Ambiente (LSCE) do Centre National de Recherches Scientifiques francês (CNRS), resumiu o essencial.

No entanto, “essencial” não quer dizer básico ou sensato, mas significa “medidas radicais” segundo o jornal “Libération” de Paris.

Sim, numa perspectiva ambientalista moderada, para “combater o aquecimento global” devem-se aplicar “medidas radicais” contra o homem, acusado de ser o responsável pela extinção da vida no planeta.


François-Marie Bréon: “Não voltaremos a temperaturas normais,
se a população humana não é reduzida à décima parte”

“Nós jamais poderemos voltar a temperaturas ditas normais, a menos que a população humana seja reduzida à décima parte”, dispara Bréon. Ele acrescenta que esse genocídio será o único meio para reduzir o efeito dos gases estufa.

Em consequência, teríamos “menos aviões, menos casas aquecidas, etc. Hoje seria necessário reduzir à quarta parte nossas emissões, para estabilizar o clima dentro de um aquecimento limitado a 2° C” [N.R.: como recomenda o acordo de Paris, assinado em 2015 na COP 21], prossegue.

Bréon reconhece que os signatários do Acordo de Paris não estão cumprindo as promessas e metas que se fixaram. Nem mesmo a França, anfitriã do Acordo e que se ufana de ser sua zelosa aplicadora, na prática no ano passado [2017] aumentou 2 % suas emissões, o contrário do que deveria reduzir.


A vida nômade primitiva numa terra mal explorada está mais perto da utopia ecologista.

Segundo o especialista pregador da religião verde-niilista, é necessário ferir a civilização moderna em pontos chaves, simbólicos, mas muito sensíveis:

“É preciso desencorajar as pessoas que querem andar de avião ou de carro. Sabemos que a diminuição da velocidade nas estradas poderá diminuir os gases estufas.

“Será também necessário aumentar o preço do gás, da gasolina, triplicar o valor das passagens de avião, melhorar o isolamento dos prédios existentes.

“Mas todas essas medidas não serão boas para a economia e seriam claramente impopulares.

“A luta contra a mudança climática é incompatível com o turismo internacional e com numerosos setores econômicos.

“As medidas que será preciso adotar dificilmente vão ser aceitas”.

Com total despudor, explica: “Podemos dizer que a luta contra a mudança climática é contrária às liberdades individuais e, portanto, sem dúvida alguma, à democracia”.

“O ar condicionado, sobretudo, utiliza muita energia e emite gases estufa. Na França, seu uso não causa grande problema ecológico, porque a produção de nossa eletricidade não emite CO2 ou muito pouco [N.R.: provém em máxima parte de centrais nucleares].


Decrescimento e miserabilização: verdadeiros objetivos da ofensiva verde


“O problema provém das energias fósseis, como na Alemanha, onde a eletricidade é produzida majoritariamente por centrais movidas a carvão ou gás.

“As centrais consideradas ‘seguras’ pela Autorité de Sûreté Nucléaire (ASN) não devem ser fechadas.

“A luta contra a mudança climática na Franca deve concentrar-se nos transportes e no aquecimento dos lares, os grandes emissores de CO2, não na eletricidade”.

O cientista, apesar de seu extremismo, reconhece que a atual tentativa de aproveitar a energia solar com painéis geradores de energia alternativa “é dinheiro jogado pela janela”.

Segundo ele, os painéis fotovoltaicos fornecem pouca eletricidade no inverno, quando o consumo atinge o máximo, e produz muito no verão, quando o consumo é mínimo.

Mas o ataque para reduzir drasticamente o número dos seres humanos e seus atuais níveis de consumo deve acontecer custe o que custar.

Bréon não manifesta religião definida nem mesmo muito pobremente, pois senão poderia aduzir a encíclica verde do Papa Francisco ‘Laudato si’.


Via: https://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/2018/09/cercear-as-liberdades-para-salvar-o.html e  http://www.anovaordemmundial.com/
Postar um comentário