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PROVOCADO PELO PSOL, STF DISCUTE SOBRE LEGALIZAÇÃO DO ABORTO; MALAFAIA SE PRONUNCIA

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Acompanhamos algumas falas da audiência pública no STF, sobre a ADPF 442. De maneira vergonhosa, a maioria das pessoas ouvidas foi lá se manifestar a favor da legalização do aborto, numa tentativa de alegar que o povo brasileiro quer a legalização, o que é uma enorme mentira.

O obstetra carioca Raphael Câmara, enviado à audiência pelo ILISP, desmontou os argumentos do “problema de saúde pública” (mostrando dados que provam que há muito mais mortes de gestantes por falta de um pré natal de qualidade ou por falta de boa assistência no parto) e da queda no número de abortos após a legalização: como se sabe a estatística de aborto ilegal, se ele é ilegal? A própria natureza do evento já impede que ele seja notificado. Segundo o dr. Câmara, as ONGs abortistas utilizam os abortos espontâneos (que geralmente ocorrem antes de 12 semanas de gestação) para inflar a cifra e, mesmo assim, o número não é tão alto quanto as ONGs alegam.

A dra. Lenise Aparecida Martins Garcia, do movimento Brasil Sem Aborto, em uma fala extremamente lúcida e calma, lembrou que “Nenhuma vida começa com 12 semanas, assim como, nenhum mês começa com o dia 12”. Ouvir uma fala dessas depois de ouvir uma deficiente física pregando o assassinato intrauterino de bebês foi um alento.

Também foi interessante ouvir uma obstetra dizendo que “o aborto é uma medida eugênica necessária”. Opa, os próprios abortistas assumiram que a questão é eugenia, mesmo!



O Supremo Tribunal Federal (STF) foi provocado pelo PSOL para se pronunciar sobre a possibilidade de legalização do aborto no país. Entre 3 e 6 de agosto, o tema será discutido em duas audiências públicas convocadas pela ministra Rosa Weber, relatora do processo.

Isso faz parte do processo que julga a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF 442 – que pede a exclusão do Código Penal dos artigos 124 e 126, que definem como crime o aborto tanto para a mulher, quanto para quem a ajuda a interrupção da gravidez.

Na tarde desta sexta-feira (3), após o início do debate, o pastor Silas Malafaia usou suas redes sociais para lamentar a tentativa do STF em mudar a Constituição.

“Todo o lixo moral é produzido por estes partidos esquerdopatas. Depois, na eleição, eles querem te enganar e querem teu voto”, alertou. Lembrando que, pelo processo aberto pelo PSOL, o STF poderia “na caneta, aprovar o aborto até a 12ª semana de gestação”.

Fiel ao seu estilo incisivo, Malafaia explanou como é a formação da criança no útero materno. Destacou ainda que muitos dos argumentos usados pelos defensores do aborto não se sustentam pela biologia. Por exemplo, o feto não é uma “extensão” do corpo da mãe, pois se um óvulo fecundado de pais negros for implantado em uma mulher branca, a criança nascerá negra.

Usando também de argumentos legais, citou o conhecido jurista Ives Granda: “É cláusula pétrea na Constituição, pois o artigo 5º diz que o direito à vida é inviolável. Existem 4 artigos que você não pode mudar na Constituição, que são as garantias individuais”.

Visivelmente indignado, asseverou que “o Supremo Tribunal Federal não tem autoridade para liberar o aborto. É atribuição do Congresso Nacional”. Em seguida, questionou: “Cadê o presidente do Senado? E o da Câmara? Vocês são covardes, frouxos, vão ficar calados?”

Para Malafaia, “é uma vergonha e uma afronta” a tentativa do PSOL e do STF em tentarem mudar a legislação federal sem passar pelo Congresso.

Exaltado, o pastor definiu o aborto como “o massacre dos poderosos sobre os indefesos” e disse que “O aborto é fruto da irresponsabilidade humana, da sociedade em que o que vale é o prazer”. Finalizou lembrando que, se desrespeitado o direito à vida, então nenhum outro direito tem valor.


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