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GRANDE MÍDIA IGNORA VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS EM PROTESTOS DA ESQUERDISTA ANTIFA, FINANCIADA POR GEORGE SOROS


Um ano após o atropelamento em Charlottesville, a capital do Estados Unidos vivenciou um domingo (12) de muita hostilidade.

Ao longo do domingo, após semanas de anúncios e altas expectativas, Washignton DC estava preparada para receber um protesto da extrema-direita e outro da extrema-esquerda.

Acontece que, para decepção de alguns, a marcha dos temidos supremacistas brancos contou com um público ínfimo.

O organizador Jason Kessler havia conseguido uma autorização para reunir até 400 pessoas no protesto na capital dos Estados Unidos.

No entanto, apenas algumas dezenas de pessoas estiveram no local. Segundo o jornal New York Times, não mais que 20 participantes.


Protesto em Washignton DC neste domingo (12) – Foto: Reprodução/NYTimes

Por outro lado, os membros dos diversos grupos de extrema-esquerda apareceram em grande quantidade e proporcionaram cenas lamentáveis.

Extremistas da Antifa e do Black Lives Matter, como de costume, foram os que mais compareceram e os que causaram o maior número de ataques.

Com os tradicionais rostos cobertos, os radicais invadiram a cidade com uma única certeza: seus principais inimigos são os direitistas e as forças de segurança.


Membro do Black Lives Matter em Washington DC no domingo (12) – Foto: Reprodução/Hilary Swift

Conforme reportado pelo colunista da Conexão Política, Guilherme L. Campos, um dos gritos de guerra entoados pelos extremistas de esquerda deixa claro que os envolvidos não estão interessados no progresso da sua pátria, mas que lutam apenas por questões ideológicas.

Em marcha nos EUA, terroristas da Antifa gritam:

“No border, no wall, no USA at all”
(Sem fronteira, sem muro, EUA de jeito algum)

Ninguém precisa ouvir a direita para entender a esquerda, basta ouvir os próprios. Eles mesmos revelam seus propósitos.
O clima de hostilidade contra as forças de segurança era evidente em cada esquina da cidade. O jornalista Jack Posobiec apontou uma trágica hipocrisia: “um homem branco gritando obscenidades contra policiais negros”.


Abaixo nós podemos ver um dos vários exemplos de altercações que foram registradas ao longo de todo domingo.

A linha de frente de um dos protestos avançando contra um grupo de policiais terminou em confusão e pancadaria.


A grande mídia tenta ignorar estes atos de violência o máximo possível. Não é interessante para a construção da narrativa. Afinal, estas são as pessoas consideradas tolerantes. A GloboNews gosta de classificá-los de manifestantes “antirracistas”. Pois bem, as cenas que estamos vendo desmentem tudo que eles propagam.

Por falar em GloboNews, a correspondente da emissora na Casa Branca, Raquel Krähenbühl, passou por uma situação aterrorizante durante um link ao vivo em um dos programas jornalísticos da emissora.

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O jornalista de uma filial da ABC, DeJuan Hoggard, também foi atacado por um grupo de radicais.

No vídeo divulgado na conta do twitter do próprio repórter, podemos presenciar outro claro sinal da hipocrisia escondida tão fortemente pela grande mídia.

Um grupo majoritariamente branco da Antifa atacando um repórter negro. E, por incrível que pareça, nenhum veículo de informação da velha imprensa pareceu se importar ou denunciar o ataque como racismo.

Afinal, é importante frisar mais uma vez, segundo a narrativa da grande mídia, estes do vídeo abaixo são cidadãos exemplares da sociedade progressista. Eles estão aí lutando contra o “racismo e ódio”.

This is the moment protestors and members of Antifa tried to stop us from filming and then cut our audio cable.

Aparentemente, para aqueles que fazem parte das fundações da grande mídia, a convicção de que a liberdade de imprensa está em risco nos Estados Unidos merece atenção apenas quando os atos violentos são cometidos por supostos eleitores de Donald Trump.





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