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DEPOIS DA CALIFÓRNIA "CRIMINALIZAR" A BÍBLIA, O GOOGLE AGORA ESTÁ PROIBINDO ANÚNCIOS DE EMPRESAS CRISTÃS

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O Google tem uma quantidade assustadora de controle sobre a internet, e apesar de um de seus lemas anteriores ser “Não seja mau”, eles parecem ter um conjunto diferente de regras quando se trata de lidar com cristãos e conservadores.

A empresa informou recentemente o CEO da Concordia Publishing House, Bruce Kintz, que eles estavam proibindo anúncios relacionados ao seu domínio cph.org, o qual vende livros religiosos, música e outros itens relacionados à sua denominação luterana conservadora.

Foi-lhe dito que o problema estava relacionado ao fato de os itens apresentados no anúncio e em seu website se referirem à Bíblia e/ou a Jesus e que tais referências precisariam ser removidas antes que pudessem ser consideradas para reinclusão.

Kintz postou no Facebook: “[Um associado da CPH] foi informado, por exemplo, que coisas como o nosso desafio bíblico em nossa página Vacation Bible School [Escola Bíblica de Férias] claramente precisaria ser removido antes que pudessem nos considerar anúncios”.

Curiosamente, o tipo de anúncio em questão é o anúncio de remarketing, que é exibido para as pessoas que antes acessavam um site, mas não compravam nada mais tarde, na esperança de atraí-lo de volta. Em outras palavras, as pessoas que viram esses anúncios em primeiro lugar já teriam visitado o site e, presumivelmente, não acham a ideia de que Jesus ou a Bíblia sejam ofensivos.

Um inabalável Kintz disse que sua empresa se recusa a comprometer suas crenças para atender às demandas do Google. Pelo contrário, ele sente que agora é ainda mais importante do que nunca espalhar a palavra à medida que a hostilidade da sociedade em relação aos cristãos cresce.

Isso tudo é um comportamento bastante típico para o Google, que regularmente abusa de seu poder desta e de muitas outras maneiras. Eles podem não ser capazes de remover sites com os quais não concordam inteiramente com a Internet, mas certamente podem garantir que esses sites estejam tão escondidos nos resultados de pesquisa para que poucas pessoas os vejam.

O Google também gosta de exercer seu poder de enterrar sites conservadores, e esse viés também é visto em sua cultura corporativa. A empresa está atualmente enfrentando uma ação coletiva movida por ex-funcionários por discriminação baseada em opiniões políticas e pelo fato de serem homens brancos. Um engenheiro disse que foi demitido depois de escrever um memorando expressando preocupações sobre a empresa de "alienar conservadores" em sua sede. O processo também indica que os gerentes da empresa criaram listas negras de funcionários conhecidos por terem crenças conservadoras, de modo que poderiam evitar trabalhar com eles em projetos e repassá-los para promoções.

No início deste ano, eles foram acusados ​​de censurar sites de mídia conservadora como o Breitbart e WND, dando-lhes avisos de "notícias falsas". No ano passado, o Google colocou na lista negra os resultados da pesquisa do site Natural News por seis dias sem justificativa; ele só foi restaurado depois de uma reação expressiva.

Cristianismo sob ataque na Califórnia

Na Califórnia, onde a sede do Google está situada, os legisladores estão considerando uma nova lei que poderia essencialmente criminalizar a Bíblia. A emenda proibiria bens como textos religiosos que tratam de tópicos relacionados a gênero e orientação sexual. Presumivelmente, se certas seções não fossem editadas da Bíblia, seria ilegal vendê-las lá. Será interessante ver se algo assim pode passar, porque parece uma clara violação da liberdade constitucional de religião.

Kintz está certo: o cristianismo está de fato sob ataque, e a grande ironia é que aqueles que acusam os cristãos de serem intolerantes não estão praticando o que pregam.





Via: http://www.anovaordemmundial.com/ E https://christianjournal.net/news/google-bans-ads-christian-publishing-company-mention-jesus-bible/
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