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COMITIVA ISLÂMICA VEM AO BRASIL FISCALIZAR FRIGORÍFICOS QUE FAZEM ABATE HALAL; SAIBA O QUE É E QUAIS EMPRESAS BOICOTAR

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Muçulmanos dos Emirados Árabes fiscalizando empresas para ver como é realizado o abate halal? Com que autoridade eles entram em nosso país e determinam como deve ser produzida a carne brasileira?
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Em todo o mundo, o mercado halal supera os US$ 400 bilhões, observando crescimento superior a 10%, anualmente. Consome carne bovina e de frango, desde que os animais tenham sido criados e abatidos conforme o padrão Halal, que segue orientação religiosa do Islã. No ano passado, o governo de Goiás discutiu a exportação de carne para o Oriente Médio. Agora, foi a vez da Cdial Halal, representada pelo seu diretor-geral, Ali Saifi, receber as autoridades dos Emirados Árabes e Arábia Saudita.

A comitiva veio ao Brasil com a missão de observar como o País realiza o abate halal aplicado em aves. “Tivemos o prazer em recebê-los em nossa sede em São Bernardo do Campo [interior de São Paulo]. Durante esta semana, as autoridades visitam alguns frigoríficos que realizam o abate halal no Brasil e também a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). “Para nós, esta visita é de extrema importância. Sabemos o quanto nosso abate é profissional e reconhecido como referência para outros países”, complementa Saifi. (http://revistasafra.com.br)

HALAL

O que é "halal"?
Halal é uma palavra árabe que significa "permitido" (pronúncia, "raláu"). No islamismo e na na lei islâmica (Sharia) ela indica aquilo que muçulmanos tem permissão em fazer. E, segundo a Sharia, impedir o que é permitido é um crime contra o islão.

A palavra "haram" significa o que é probido (pronúncia, "rarãm")

O que é "comida halal"?
Comida halal é toda a comida que é preparada seguindo os preceitos da Sharia. Por exemplo, a comida não pode ser contaminada com porco, nem mesmo estar em um mesmo recinto que o de algum produto derivado de porco. A mera presença de produto derivado de porco já é suficiente para contaminar a comida.

O que é o "abate halal"?
O abate halal é o modo pelo qual todos os animais (menos o porco, que é haram, proibido) devem ser mortos. É um abate ritualístico no qual o animal é colocado de cabeça para baixo e degolado de um modo específico, e deixado sangrando até a morte. O abate ocorre aos gritos de Alá é o Maior (Allahu Akbar) e orações proferidas por um clérigo islâmico, imã, ou algum muçulmano qualificado. Apenas muçulmanos podem executar o abate halal.

Como o abate hala é algo comum onde quer que o islão se instale, muçulmanos se mantém mestres na arte de degolar animais.

O abate halal é desumano e causa sofrimento desnecessário ao animal. Mas assim, segundo a Sharia, ele não pode ser alterado, pois foi estabelecido por Alá, que é a origem de toda a legislação.

O que é a "certificação halal"?
A certificação halal é uma taxa cobrada por organizações islâmicas sobre a indústria de alimentos para que ela seja fiscalizada, certificando-se que os alimentos estejam sendo preparados conforme a Sharia. Todos aqueles que compram alimentos com o selo de certificação halal estão pagando esta taxa, independente de serem muçulmanos ou não. É como se você pagasse o "dízimo" cada vez que você comprasse alimentos, independente de você pertencer a alguma religião ou não. Entendeu o truque?

Para onde vai o dinheiro da certificação halal?
Um pequeno percentual do montante recolhido pela certificação halal serve para manter as organizações que efetuam a certificação halal. Por exemplo, no Brasil existe a CDIALHALAL (sunita) e Centro Islâmico no Brasil (xiíta). O maioria do dinheiro restante vai para as mesquitas e para as "caridades islâmicas." Este dinheiro é usado para a propagação do islamismo, seja na construção e manutenção de mesquitas e madrassas, pagamento de salário ou "pro-labore" de clérigos ou agitadores, financiamento de propaganda na imprensa em geral, promoção de encontros inter-religiosos e contatos com políticos, e promoção centros de estudos da "cultura islâmica" em universidades. E existem indícios que a certificação halal ajuda a promoção do "terrorismo islâmico" a nível internacional (a Jihad Global).

Em resumo, a maior parte do dinheiro oriundo da certificação halal é usada para propagar o islamismo no Brasil. E os infiéis não muçulmanos estão financiando isso, sem ter a menor noção do que acontece.

Mas, isto está acontecendo no Brasil?
Sim, faz tempo, mas a "indústria halal" no Brasil era toda voltada para a exportação de carne para os países árabes. Mas isso mudou. A Organização da Cooperação Islâmica decidiu que chegou a hora de islamizar o Brasil. O que vem ocorrendo é um investimento maciço com a construção e abertura de um número sem precedentes de mesquitas e madrassas no Brasil (mesmo sem existir demanda para tal), alidado com a imigração maciça promovida pelo governo e o investimento pesado que os países islâmicos estão fazendo no Brasil para propagarem o islamismo no Brasil. Já existem produtos com o "selo de certificação halal" sendo vendidos nos mercados brasileiros. E, o pior, muitas das vezes nem se sabe que a carne sendo consumida é halal.

A "indústria halal" e o "supremacismo islâmico"
Se os muçulmanos desejam consumir os seus produtos halal, que o façam do mesmo modo que outros grupos religiosos. Porém, este não é o caso com o islão. O islão é supremacista e impõe o seu modo de pensar e agir sobre todos, muçulmanos ou não. Para o islão, a comida halal é pura, é o modo correto de comer como ordenado por Alá, e isso deve ser imposto sobre todo o mundo. Bem como toda a Sharia.

A indústria halal e o controle dos bens de produção
O controle dos bens de produção é o objetivo final, dentro da estratégia de forçar o islão goela à baixo do povo brasileiro. O investimento dos países muçulmanos tem aumentado considerávelmente no Brasil. Isso por sí só não seria problema, já que outros países também investem no Brasil. O problema no tocante ao islão é que o investimento vem com a condição de propagar o islamismo, que é uma ideologia totalmente contrária a civilização brasileira.

Um fato importantíssimo é que a Sharia especifica que apenas muçulmanos podem trabalhar na produção de alimentos halal, o que significa que não muçulmanos se tornam impossibilitados de trabalharem na indústria de alimentos. Isto é inconstitucional, restringe uma parcela importante do mercado de trabalho apenas para muçulmanos, constituindo-se em um ato de segregação baseada em religião.

E porque boicotar produtos oriundos de países islâmicos?
O islamismo verdadeiro e fundamental, aquele praticado por Maomé e seus companheiros (os salafis) está de volta, depois de um curto período de tempo (colonialismo europeu e império soviético) durante o qual as sociedades predominantemente muçulmanas foram afetadas pelos ideais de igualdade dos Direitos Humanos ou do Socialismo. Este recrudescimento tem sido capitaneado pela Irmandade Muçulmana, pelo Wahabismo saudita e pelo komeinismo iraniano xiíta.

Com o retorno ao verdadeiro islamismo, as sociedades muçulmanas voltaram a ser refratárias a qualquer idéia de igualdade entre as pessoas, e as minorias, mesmo aquelas nativas, têm sido perseguidas de modos dos mais diversos, sejam ateus, agnósticos, bahai, cristãos, budistas, hindus, etc. Mulheres voltam a assumir o seu estatus secundário na sociedade, homosexuais são presos ou mortos e o trabalho semi-escravo não é punido quando aplicado aos não muçulmanos. A Sharia, a lei islâmica, retomou o seu papel de regulamento superior às constituições.

Alguém aí já viu uma Parada Gay em algum paraíso islâmico?

Enquanto os muçulmanos gozam de todos os direitos nos paises ocidentais, os não muçulmanos têm as suas liberdades, sejam elas de expressão, de ascenção social, culturais e de culto, restritas nos países islâmicos, a ponto de serem presos ou mesmo mortos por pensagem ou agirem diferente do que a Sharia estabelece. Sob a Sharia não existe co-existência igualitária.

Ao mesmo tempo, desde a década de 1970, o mundo testemunha a maior transfêrencia de riqueza na história da humanidade. Graças ao petróleo, os países mais retrógrados do ponto-de-vista do fundamentalismo islâmico, os países da Península Arábica, tornaram-se riquíssimos, e começaram a se utilizar das práticas capitalistas mais criticáveis para expandir a sua ideologia supremacista islâmica. Eles compram tudo e todos, e compram influência, por exemplo, eles detém um controle acionário importante das principais redes noticias internacionais, da Europa e dos EUA, e forçam a adoção da chamada "Sharia Financeira" e "Sharia Bancária" (ambos se utilizam de um recurso similar ao da certificação halal para coletar dinheiro dos infiéis para as suas causas islâmicas).

Os países ocidentais, dentre eles o Brasil, não tem estrutura e nem ideologia capaz de bloquear esta ação crescente. Muito pelo contrário, eles abrem suas portas para o "investimento islâmico", que vem sempre associado a construção de mesquitas e madrassas, bem como a uma crescente imigração de muçulmanos. Muitos políticos e empresários vêm nisso oportunidades de negócios e enriquecimento, sem compreenderem que ao fazerem negócios com o "investimento islâmico" eles estão efetivamente condenando as próximas gerações a problemas sociais nunca experimentados antes. Para ver o futuro, basta estudar o que a Sharia estabelece e o que acontece hoje nos "paraísos islâmicos."

O que é "BDS"?
BDS é uma sigla que indica três ações que devem ser direcionadas aos países islâmicos, aos seus produtos, e a ideologia sub-medieval que eles tentam propagar pelo mundo.

B – Boicote seus produtos
D – Desenvista, ou seja, termine com todo os investimentos existentes
S – Sanções, castigar através de coação.

Enquanto os países islâmicos continuarem a tratar muçulmanos e não muçulmanos de modo diferenciado perante a lei, dando mais direitos aos primeiros, eles merecem serem boicotados, terem retirados os investimentos feitos neles, e serem sujeitos a sanções econômicas e políticas.

Essa é uma guerra desigual, pois estamos enfrentando um inimigo poderosíssimo, que utiliza sem vacilar o poder corrompedor do dinheiro, e se beneficia da tolerância do Ocidente.

Cabe à Sociedade Civil resistir a invasão da Sharia. Lembre-se, o islão busca substituir a nossa Constituição com a Sharia. A cada concessão que fizermos, este objetivo se torna mais próximo. E se você tem dúvida estude o que acontece nos países islâmicos.

Se nós não reclamarmos e boicotarmos os produtos halal nós estaremos permitindo que toda a indústria alimentícia no Brasil se torne halal, pois é muito mais eficiente em termos de custo ter toda a linha de produção de alimentos montada de uma única maneira, ou seja, se não existir resistência contra a certificação halal por parte da população brasileira (composta em sua absoluta maioria por “infiéis não muçulmanos) muito em breve todos estaremos pagando o dízimo islâmico igualmente.

Empresas brasileiras a serem boicotadas

Veja abaixo uma lista de algumas empresas brasileiras que fazem parte da Certificação Halal, e, deste modo, devem ser boicotadas pela população brasileira:


A lista de empresas brasileiras com certificação halal é assustadoramente extensa. As instituições islâmicas mantêm uma lista delas nos seus sites, por exemplo, cidialhalal [1] (no fim da página); cibal halal: frigoríficos de aves [2], frigoríficos de bovinos [3], indústria de alimentos e matéria prima [4], orgânicas [5], químicas [6], farmacêuticas e cosméticas [7]; sii halal [8].

Lista relacionada a alimentos e frigoríficos
AgroDaniele, [1]
Agrogen, [1]
AGROSUL, [1]
Aurora, [1]
AVEBOM, [1]
Big Frango, [1]
Bomdio Alimentos, [1]
brf, [1]
Céu Azul Alimentos, [1]
COOPAVEL, [1]
Copacol, [1]
Copagril, [1]
C Vale, [1]
Doux – Frango Sul, [1]
Frango Belo, [1]
GELCO, [1]
GELITA, [1]
GELNEX, [1]
Globoaves, [1]
Granjeiro, [1]
GUIBON Frangos - Frango Amazonas (Avenorte Avícola Cianorte Ltda)
Jaguá, [1]
Languiru, [1]
Lar – Coop Agricultural, [1]
Lopesco, [1]
Mais Frango, [1]
MARFRIG Group, [1]
Mataboi, [1]
Minuano, [1]
Mister Frango, [1]
Nicolini, [1]
Palmali, [1]
Pioneiro, [1]
Purac, [1]
Rosseulot, [1]
Sadia, [1]
SEARA, [1]
Superfrigo, [1]
Tyson, [1]
VPR [1]

Alimentos:
Ajinomoto, [4] [7]
ARMS and HARMER Química Geral do Nordeste, [4] [7]
ASA Aviário Santo Antônio, [4]
BATAVO, [4]
Belaiaça, [4]
Blanver, [7]
Bremil, [4]
BRF, [4]
Café Cacique, [4]
Café Iguaçu, [4]
Café Real, [4]
Carnaúba do Brasil, [4]
Capvani, [4]
Citrosuco, [4]
Cocam, [4] [5]
Colombo açúcar e etanol, (açucar Caravelas, Colombo, Colonial, União, [4]
Condessa laticínios, [4]
CPKelco, [4]
Cristina queijos, [4]
DA ROZ, massas [4]
DoBon, [4]
DÖHLER, [4] [6]
DOREMUS, [4]
ELEGÊ laticínios, [4]
Ferrero do Brasil, [4]
Fleisheggs, [4]
FONCEPI, [4] [5]
Fonterra, [4]
Forno de Minas, [4]
FosBrasil, [4] [6]
FrangoSeva,
Fuchs, [4]
GE do Brasil, [4] [6]
Givaudan, [4] [6]
Grace cosméticos, [6] [7]
Grupo Centroflora, [4]
Guarani açúcar e etanol, [4]
Indeca, [4]
Inovo, [4]
IMCOPA, [4]
Imeris Filtration, [7]
Jalles Machado, [4] [5]
Kerry, [4]
Lagos Indústria Química, [6]
Lapirendius, [4] [6]
Louis Dreyfuss commodities, [4]
Maricota, [4]
Minerva Fine Foods, [4]
Mundial Exportadora, [4]
Mococa laticínios, [4]
Nescafé, [4]
Nestlé, [4]
Oderich, [4]
Pic Nic laticínios, [4]
Piracanjuba laticínios, [4]
Pontes Indústria de Cera, [4]
Predilecta, [4]
Prolab Cosmetics, [7]
PROLAB laboratórios, [4]
Quatá laticínios, [4]
Química Geral do Nordeste,
Raizen Energia (açucar), [4]
SADIA, [4]
Sanrisil, [7]
Santa Rosa, [4]
São Martinho, [4]
Sementes Paraná, [4]
SGS, [4] [6]
Sina (ovos), [4]
SL alimentos, [4]
Sohovos, [4]
Sucorrico, [4]
Superavico, [4]
Tanac, [6]
Triangulo Alimentos, [4] [5]
YSC, [4] [6]

Frigoríficos:
AGRA, [3]
ASTRA, [3]
AVERAMA produtos avícolas, [2]
Bon Mart, [3]
BRF, [2] [3]
Canção produtos avícolas [2]
COASUL produtos avícolas, [2]
COOPERFRIGU, [3]
Estrela, [3]
Frango Seva, [2]
FRIALTO, [3]
FriBrasil, [3]
FRIGOL, [3]
FRIGON, [3]
FRISA, [3]
FRIVASA, [3]
JBS (FRIBOI), [2] [3]
JJZ, [3]
MARFRIG, [3]
MataBoi, [3]
Minerva Foods [3]
Mondelli, [3]
SEARA, [2]
Redentor, [3]
RODOPA, [3]
Xinguara, [3]


Químicas, Farmacêuticas e Cosméticas:
Veja sob "alimentos" (para ser separado por tema)

Empresas certificadas pela SII Halal
C Vale [8]
Cocari Coop Agropecuária e Industrial [8]
CM3 Amidos (de mandioca) [8]
Copagril (aves, rede de supermercados) [8]
Docile (balas e guloseimas) [8]
Florestal (balas e guloseimas) [8]
Frango Granjeiro [8]
Lar Cooperativa Agroindustrial (aves, grãos, produtos, rede de supermercados) [8]
Peccin (balas e guloseimas) [8]
Pioneiro Grupo (Maná Alimentos, Ração Pioneiro e Frangos Pioneiro) [8]
Sambazon (sucos de frutas da amazônia - exportação) [8]
Sororo Ingredientes [8]
Vossko do Brasil (frangos, exportação, mas agora também no mercado interno) [8]

Produtos vendidos no mercado interno brasileiro: BOICOTE-OS!


A foto embalagem com "selo de qualidade" nas embalagens da Empresa "Le Vida",
que comercializa pedaços e miúdos de frango, vendidos em supermercados do Rio de Janeiro



A própria website to acuçar Colombo e Caravelas mostra que eles pertencem ao esquema da certificação halal (alguém pode me dizer porque a produção de açucar tem que fazer parte disso)? Em que parte do processo de produção o acuçar torna-se impuro? Ou é apenas a questão de se rezar Allahu Akbar durante o empacotamento?




Da Roz, empresa de massa, também entrou na certificação halal. Vale a pergunta: em que parte do processo de produção o macarrão se torna-se impuro? Ou é apenas a questão de se rezar Allahu Akbar durante o empacotamento?



PRO LAB COSMETICS (Prolab Indústria Comércio Cosméticos Ltda)Empresa de Diadema, SP, que ganhou certificação halal da FAMBRAS há um mês atrás. Dentro de seus produtos se encontram os seguintes: - Ativare; - Nutrat; - Iluminata; - Tonalittá



Boicote a Lar, Cooperativa Agroindustrial
A agro-indústria "Lar – Cooperativa Agricultural", situada em Medianeira, PR, faz parte da Certificação Halal. Seus produtos estão sendo vendidos no mercado brasileiro. BOICOTE-OS!



Boicote Chocolate Afeto

A Peccin Balas e Golusoimas faz parte da Certificação Halal e está vendendo seus produtos no mercado brasileiro. BOICOTE-OS!


Boicote Chocolate Trento

A Peccin Balas e Golusoimas faz parte da Certificação Halal e está vendendo seus produtos no mercado brasileiro. BOICOTE-OS! 


GUIBON Frangos e Frangos Amazonas, em Cianorte, Paraná
(Avenorte Avícola Cianorte Ltda)



BRF Foods, que engloba: Sadia, Perdigão, Batavo, Elegê, Qualy, Claybon e Speedy Pollo



Friboi, do Grupo JBS

MARFRIG

Icekiss, Indústria de Produtos Alimentícios Cory Ltda (cory.com.br)


Via https://infielatento.blogspot.com.br/2015/05/lista-de-empresas-brasileiras-com-certificacao-halal.html
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