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ALEMANHA, SUÍÇA E HOLANDA: ENTRE 80% E 99% DOS "REFUGIADOS" VIVEM À CUSTA DOS INFIÉIS

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E você, já pagou a sua jizya?


Sabe o que é jizya? É o imposto que Maomé estipulou que os infiéis (nós, os não maometanos), devemos pagar aos maometanos, aos profitentes da "Religião da Verdade", nossos superiores naturais, nossos amos. Na Europa há mais de 50 milhões de muçulmanos. Muito poucos trabalham. Vivem à nossa custa.

O escritor líbio Mojahed Busify explica que a Segurança Social que os sustenta é vista por eles com naturalidade, como a jizya. Chegam-se ao caixa do banco onde vão buscar o que nós lhes pagamos, e dizem-lhe: "Converta-se ao Islão ou mato-o!". O caixa paga-lhes e eles vão-se embora felizes da vida.
É este o fosso civilizacional entre o Islão e o Ocidente, entre o século VII e o século XXI. É o entrevistado muçulmano que o afirma, não somos nós:


Toda esta importação de imigrantes maometanos foi vendida aos europeus com a afirmação de que os migrantes substituiriam o envelhecimento da população europeia. Em vez disso, os não-muçulmanos sustentam os muçulmanos, conforme é ordenado pelo Alcorão:

"Lutai contra aqueles que não crêem em Alá, nem no Último Dia, nem defendem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, nem reconhecem a religião da Verdade (mesmo que sejam) do Povo do Livro, até que paguem a Jizya com submissão voluntária, e se sintam subjugados"

(Corão, 9:29).
O califa Umar disse que os pagamentos jizya pelos dhimmis foram a fonte do sustento dos maometanos:

"Narrado por Juwairiya bin Qudama em Tamimi: Nós dissemos a 'Umar bin Al-Khattab,' "Ó Chefe dos crentes! Aconselha-nos". Ele disse:" Eu aconselho-vos a cumprir a Convenção de Alá (feita com o Dhimmis), pois é a convenção do seu Profeta e a nossa fonte de sustento são os nossos dependentes (ou seja, os Dhimmis.)"

(Bukhari 4.53.388)
Anjem Choudary disse, em Fevereiro de 2013:

"Estamos aqui na condição de guerreiros sagrados da guerra santa, tomamos a Jizya (dinheiro pago aos muçulmanos pelos não-muçulmanos, com humilhação, sob pena de serem mortos), que é nosso de qualquer maneira. A situação normal é tirar dinheiro ao Kafir (não muçulmano), não é? Então, esta é uma situação normal. Eles dão-nos o dinheiro. Tu trabalhas, dá-nos o dinheiro. Allah Akbar, nós pegamos no dinheiro. Espero que não haja ninguém do Departamento de Segurança Social (DSS) a ouvir. Algumas pessoas dizem que nós não trabalhamos. Mas a situação normal é precisamente tirarmos o dinheiro ao Kuffar (não-muçulmano). Então, arrecadamos o dinheiro devido aos jihadistas".



Choudary (que recebe 25 mil libras por ano do governo britânico) explica toda a teoria económica maometana: "Os infiéis trabalham, esgotam-se, apanham depressões, suicidam-se, mas é para isso que eles servem, para nos sustentarem":


A escravização dos povos não-muçulmanos (inclusive a escravização sexual) é praticada desde o século 7, até hoje). 

"Até mesmo os refugiados com um diploma universitário têm um QI de apenas 93" 
Voz da Europa, 20 de Janeiro de 2018


Invasão da Europa: os países maometanos ricos não recebem nem um "migrante".


A UNIÃO EUROPEIA e os principais MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL disseram que o envelhecimento da população europeia precisava de migrantes para rejuvenescer a sua força de trabalho.
Se essa afirmação fosse correcta, então os resultados da crise dos migrantes teriam sido óptimos: centenas de milhares de migrantes deveriam ter sido empregados de forma remunerada até agora.

Muitos imigrantes não possuem as capacidades necessárias para integrar a força de trabalho moderna da Europa
A realidade, no entanto, é totalmente diferente.

Colonos maometanos na Holanda


Por exemplo, na ALEMANHA, na SUÍÇA e na HOLANDA, entre 80 e 99% dos migrantes estão desempregados depois de mais de um ano. 

Muitos imigrantes não possuem as capacidades necessárias para integrar a força de trabalho moderna da Europa. Mas de acordo com o professor Rindermann da Universidade Alemã de Chemnitz, há também um problema de inteligência. 

O Professor de Psicologia Heiner Rindermann, já causou uma pequena controvérsia quando afirmou em 2015 que os refugiados (migrantes) têm uma inteligência média mais baixa que os alemães, e deu provas da sua reivindicação. 

De acordo com seu estudo, os refugiados com títulos universitários tinham um QI médio de 93 em tarefas matemáticas e abstractas; o mesmo nível de habilidade que os alunos indígenas do ensino médio.


Colonos maometanos na Alemanha.


Como resultado, escreveu o professor Rindermann na revista alemã Focus: "A maioria dos imigrantes da Europa do Sudeste, Médio Oriente e África não tem um perfil de qualificação elevado".
Rindermann afirmou que o "problema de linguagem", muitas vezes citado, é apenas parcialmente culpado por essa discrepância e, mais importante, são fracos nas habilidades básicas. 


 Colonos maometanos na Alemanha.



Ele acrescenta que o problema é exacerbado pelos "casamentos consanguíneos mais frequentes (por exemplo, casamentos de primos em primeiro grau) em comunidades muçulmanas em África, com as deficiências correspondentes". 

"Essas pessoas dominarão a complexidade técnica e cultural de um país moderno com menos sucesso e arriscarão a gerar mais erros cognitivos no quotidiano", concluiu Rindermann.
As descobertas de Rindermann foram difíceis de engolir para os principais meios de comunicação e para a esquerda em geral.

Susanne Schaper


Independentemente dos factos, a deputada esquerdista, Susanne Schaper, fez asugestão ultrajante ao distinguido professor universitário de que este deveria voltar para a escola para aprender a expressar-se de forma politicamente correcta.De certa forma, a Sra. Shaper admite que a educação pública moderna financiada é um grande curso de doutrinação ....



Via Amigo de Israel
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