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VERGONHA: ATIVISTAS DO MP MANDAM SUPERMERCADO DE SP SUSPENDER CARTILHA PRÓ-FAMÍLIA QUE CONDENA HOMOSSEXUALISMO, ABORTO E FEMINISMO

MP também exigiu que cartilhas já distribuídas sejam retiradas de circulação e que rede de mercados não deixe de contratar candidatos abortistas e homossexualistas a vaga de trabalho por eventual “discriminação.”

Julio Severo

O Ministério Público do Trabalho de São Paulo mandou nesta sexta-feira (22 de dezembro) a rede Hirota Food Supermercados suspender a distribuição de cartilha pró-família que condena o homossexualismo, o aborto e o feminismo. O MP informa que castigará a empresa com medidas judiciais caso ela descumpra a exigência.



O MP considerou “discriminatório” o conteúdo da cartilha “Cada Dia Especial Família de 2017,” que traz 31 mensagens que discorrem sobre casamento, relação entre pais e filhos e até dívidas da família. Os textos foram escritos pelo pastor Hernandes Dias Lopes, da Igreja Presbiteriana do Brasil, e a publicação teve tiragem de 10 mil exemplares.

Entre as mensagens que o Ministério Público julgou como “discriminatórias” estão:

* “A submissão da esposa a seu marido é sua felicidade e segurança.”

* “Aborto, crime hediondo… É matar um ser indefeso, envenenando-o, esquartejando-o e arrancando-o como uma verruga pestilenta.”

A página oficial da rede de mercados na internet faz referências a versículos bíblicos e tem um link para uma revista eletrônica de notícias mantida por um grupo católico.

A notificação enviada pelo MP ao supermercado também exige que as cartilhas já distribuídas sejam retiradas de circulação e que a empresa deixe de produzir conteúdo pró-família e o divulgar em suas lojas, site ou redes sociais.

Contudo, em vez de defender sua postura pró-família, a rede Hirota Food Supermercados mostrou arrependimento de ter publicado o livreto, sucumbindo às pressões. Em nota, a rede disse que “lamenta qualquer transtorno que tenha causado pela distribuição da cartilha da família… Reiteramos que em momento algum tivemos a intenção de polemizar, ofender ou discriminar qualquer forma de amor.”

A reação agressiva à cartilha e sua consequência denúncia ao MP foi provocada por uma dupla de ativistas homossexuais que, fazendo compras no supermercado, receberam o livreto ao passar no caixa e ficaram “ofendidos.”

A atitude do MP pois é puramente ideológica. Os ativistas do MP responsáveis pela agressão ideológica à rede Hirota Food Supermercados precisam ser investigados com urgência, pois estão usando poderes do MP para intimidar, acuar, ameaçar e pressionar uma entidade privada a renunciar a seus valores pró-família em prol do ativismo ideológico de uma dupla homossexual sem-vergonha e membros mais sem-vergonhas ainda do MP.

Numa sociedade livre, cristãos donos de um estabelecimento comercial são livres para distribuir gratuitamente livretos cristãos e pró-família. Se um cliente imoral não gosta das mensagens distribuídas, é direito dele procurar outro mercado. O estabelecimento é também livre para contratar quem quiser. O mesmo vale para homossexuais donos de mercados. Se eles quiserem, podem fazer cartilhas gays. Nesse caso, é direito de clientes cristãos boicotar o mercado gay e buscar outros mercados.

A lição que fica do episódio é, tristemente, que ativistas, inclusive dentro do MP, estão usando seus poderes e excesso de liberdades para impor uma ditadura contra quem discorda da ideologia deles:

* Uma dupla pervertida sente nojo de uma cartilha pró-família dada gratuitamente e aciona o MP contra o mercado inocente, que em vez de sustentar sua postura pró-família, sob pressão e ameaça pede perdão publicamente.

* Um MP que não ameaça artistas que defendem publicamente o aborto e as perversões homossexuais, mas rapidamente usa toda a sua força para intimidar um mercado exclusivamente por causa de uma cartilha pró-família. A atitude do MP é claramente ativista e ideológica e os responsáveis precisam ser urgentemente investigados e punidos.

Já não chega o governo sugando trabalhadores e empresas com impostos excessivamente abusivos, que os levam à falência para sustentar uma máquina governamental vastamente gordurosa e inútil, e agora ativistas dentro do MP, não satisfeitos com a opressão de impostos em cima das empresas, as oprimem com suas ideologias pessoais.

É hora de intimidar e pressionar quem intimida e pressiona.

Os ativistas do MP precisam pedir perdão publicamente por intimidar, acuar, ameaçar e pressionar uma entidade privada por causa de uma cartilha pró-família.

Com informações do G1 da Globo.

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