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DRAG QUEEN FICA SEMINU DIANTE DE ALUNOS, EM DEFESA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO


Natha tirou seu vestido e prosseguiu usando um collant transparente junto com uma espécie de biquíni. (Foto: Reprodução/Facebook)

Em uma performance realizada dentro de uma escola estadual em Salvador, na Bahia, uma drag queen dançou diante dos alunos e tirou sua roupa durante a apresentação.

Utilizando o nome Natha Sympson, o homem que se classifica como “a drag mais quente de Salvador” participou de um projeto sobre “Identidade de Gênero e Sexualidade” no Colégio Estadual Odorico Tavares, na região de Vitória, um bairro nobre de Salvador.

No vídeo que foi publicado na última sexta-feira (1) por ela mesmo no Facebook, a drag queen afirma que foi convidada por uma professora da escola para a apresentação. Sua dança foi realizada diante de dezenas de adolescentes no pátio do colégio.

Em certo momento de sua apresentação, Natha tira seu vestido e prossegue usando apenas um collant transparente junto com uma espécie de biquíni. Os alunos que assistiam à performance vibrava com cada movimento da drag queen, que dançava ao som de Anitta e Pabllo Vittar.

“Fico feliz em saber que a arte drag queen ta invadindo tudo, com muito amor e carinho. E que ta tudo bem em ser LGBT e afeminada. Espero que um dia todo esse preconceito exploda e que faça bastante fumaça, mas fumaça do amor”, declarou Natha em sua página no Facebook.




Desde a publicação do vídeo, o ato promovido pela escola tem sido duramente criticado nas redes sociais.

“Os pais dessas crianças deveriam processar a escola. Não é atividade que incremente o conhecimento acadêmico, expõe as crianças a erotização precoce que é causa de gravidez precoce com consequente abandono de escola, causa de explosão dos caso de sífilis e de HIV em função de promiscuidade”, disse uma das usuárias do Facebook nos comentários.

“Os ‘shows’ (pessoas confusas com a própria sexualidade, se vestindo com roupas extravagantes e maquiagem over, dublando cantoras, já que não tinham voz pra cantar) das drags antes eram feitos em casas noturnas, para adultos que curtiam e pagavam ingresso pra assistir as apresentações. Agora é de graça, para crianças em escolas públicas”, comentou outro.

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