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A BESTA SE LEVANTA? 40 PAÍSES MUÇULMANOS SE UNEM PARA FORMAR MAIOR ALIANÇA MILITAR DA TERRA

The summit is the first meeting of defence ministers and other senior officials from the Islamic Military Counter Terrorism Coalition, which officially counts 41 countries and identifies as a 'pan-Islamic unified front' against violent extremism

Seria o precursor do anticristo?

A Arábia Saudita anunciou neste domingo (26) que está formando uma coalizão de 40 países muçulmanos predominantemente sunitas. O objetivo seria reunir forças para combater os grupos extremistas e fazê-los “desaparecer da terra”.

O príncipe Mohammed bin Salman, que está prestes a se tornar o líder do país com a renúncia de seu pai, presidiu na capital Riad uma reunião de ministros da Defesa de países do Oriente Média, Ásia e África, marcando oficialmente a criação da Coalizão Militar Islâmica, que vinha sendo negociada desde 2015.

O desejo de Salman é ter “uma coordenação forte, excelente e especial” entre os membros, que poderá criar o maior exército da Terra. Seu foco inicial será o combate ao terrorismo.

O escolhido para ser o comandante militar da coalizão é o general paquistanês Raheel Sharif, mas a sede continuará em Riad.

Em discurso durante a abertura da reunião, o general paquistanês afirmou que pretende “mobilizar e coordenar recursos, facilitar o intercâmbio de informações e ajudar os países membros a desenvolver sua própria capacidade de luta contra o terrorismo”.

O príncipe herdeiro comemorou a formalização da iniciativa. “Mais de 40 países enviam um sinal muito forte de que vamos trabalhar juntos e que reuniremos nossas capacidades militares, financeiras, políticas e de inteligência”, ressaltando ainda que “a partir de hoje, cada país contribuirá de acordo com suas capacidades”.

Além da Arábia Saudita, a iniciativa inclui países como Egito, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Afeganistão, Uganda, Sudão, Somália, Mauritânia, Líbia e Iêmen.

Chama atenção que embora seja uma aliança para combater o terrorismo, faz parte dele a Palestina e o Líbano, uma vez que são comandados por partidos políticos que tem como braços armados os grupos terroristas Hamas e Hezbollah, respectivamente.
Imagem distorcida do islã

Um dos tópicos discutidos no encontro foi o ataque na última sexta-feira contra uma mesquita no Egito, que matou 305 pessoas.


O príncipe saudita expressou sua solidariedade e enfatizou que “mais do que o assassinato de pessoas inocentes e a propagação do ódio, o terrorismo e o extremismo distorcem a imagem da nossa religião”. Salman garante que defende um “Islã moderado, tolerante e aberto a outras religiões”, numa declaração histórica, que contrasta com a história do islamismo até aqui.

A Arábia Saudita vem passando por mudanças significativas nos últimos meses e se aproximado dos Estados Unidos e também de Israel. O objetivo é enfrentar um inimigo comum: o Irã.

Justamente por isso, o lançamento dessa coalizão é uma demonstração de força em meio ao clima de tensão entre o Irã e a Arábia Saudita. Os dois países cortaram relações diplomáticas em 2016. O motivo é seu posicionamento em lados opostos nas guerras da Síria e do Iêmen. Os sauditas acusam Teerã de apoiar grupos terroristas como o Hezbollah e a milícia rebelde Huthi.

Esta semana, o príncipe herdeiro chamou o aiatolá Ali Khamenei, guia supremo do Irã, de um “novo Hitler”.

Maior nação do ramo islâmico xiita, o Irã, e seus maiores aliados Síria e Iraque não fazem parte da coalizão. Embora o nome do Catar figure na lista oficial de países membros, a nação não enviou representante. Com informações Daily Mail








Por Jarbas Aragão - Gospel Prime

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