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'RÚSSIA SE PREPARA PARA A GUERRA' DESLOCANDO TROPAS PARA FRONTEIRA COM COREIA DO NORTE?

Soldados russos durante os exercícios miltiares

A Rússia está deslocando material bélico para a fronteira com a Coreia do Norte, realizando testes do míssil balístico intercontinental Yars e ainda patrulhando os territórios fronteiriços, informa o Daily Star, citado pelo RT.

O Daily Star britânico vê em tudo isso sinais de que a Rússia estaria se preparando para uma nova guerra mundial. De acordo com a edição, a Rússia pode intervir na crise formada em torno do programa nuclear da Coreia do Norte.

"É possível que a Rússia esteja se preparando para guerra, porque as suas tropas começaram a se concentrar na fronteira com a Coreia do Norte um dia após o lançamento de teste do seu míssil balístico intercontinental", informa o Daily Star, citado pelo RT. De acordo com o autor do artigo, esta é uma demonstração clara por parte do Kremlin.

A edição chega a tais conclusões se baseando em imagens que mostram militares russos patrulhando o outeiro de Zaozernaya. O autor do artigo opina que esta área foi utilizada historicamente como lugar de encontro da Rússia, China e Coreia do Norte. Desde este ponto, os militares russos podem monitorar o território da Coreia do Norte.

Devido a tais manobras, crescem as preocupações de que a Rússia possa intervir na crise na região. Mas Pyongyang ainda não deu qualquer resposta à démarche de Moscou, acrescenta o autor do artigo.

Inicialmente o Kremlin exortava as partes do conflito a manterem a tranquilidade. Mas anteriormente já havia sido registrada a deslocação de militares russos para a fronteira norte-coreana.

Há pouco, a Rússia realizou o lançamento do míssil balístico intercontinental Yars na região de Astrakhan. Muitos viram neste passo um aviso para Kim Jong-un. De acordo com jornalistas, já em outubro a Rússia pode realizar um segundo teste, lançando o míssil termonuclear Satana-2.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia Sergei Lavrov expressou a sua confiança de que nem os EUA nem Pyongyang efetuarão um ataque nuclear.




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