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FAKE NEWS: SEM OUVIR O OUTRO LADO, FANTÁSTICO MENTE E DIZ QUE JUIZ TERIA AUTORIZADO A “CURA GAY”

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No último domingo (25), o programa Fantástico — O Show da Vida fez uma reportagem cobrindo o famigerado caso da “cura gay”, em que o Juiz Federal Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14.ª Vara Federal de Brasília/DF, autorizou o Conselho Federal de Psicologia a fazer estudos e atender pacientes que necessitem de (re)orientação sexual (em qualquer sentido), sem nenhuma restrição científica por parte dos profissionais dessa área.

A decisão, em suma, deu ampla liberdade aos psicólogos para que orientem da melhor forma possível quem queira (re)orientação sexual. O juiz deixou claro que quem deseje buscar orientação para tornar pública sua opção pelo homossexualismo deverá ser plenamente atendido e orientado; a recíproca, também, é verdadeira: quem quiser deixar o homossexualismo e regressar ao heterossexualismo terá as mesmas condições precedentes.

Eis um trecho da fundamentação do juiz:
“[...]2°) não sendo doença, mas uma orientação sexual, o polêmico Projeto de Lei n° 4.931/2016, do Deputado Federal Ezequiel Teixeira (PTN-RJ), denominado “cura gay” é passível de críticas, na medida em que parece equiparar a homossexualidade a outros transtornos da sexualidade, ideia essa não defendida pelos autores[…]

Assim, a fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela resolução deve ser aquela no sentido de não privar o psicólogo de estudar ou de atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura, preconceito ou discriminação. Até porque o tema é complexo e exige aprofundamento científico necessário” (grifo nosso).

Do trecho colacionado se vê claramente que o juiz apenas não proibiu que pessoas que desejem voluntariamente buscar orientação para se apresentarem, doravante, como heterossexuais ou homossexuais o façam com ampla liberdade.

Conforme matéria publicada pelo ILISP — Instituto Liberal de São Paulo, o programa Fantástico mentiu novamente em sua última edição.

Além de insistirem que o caso se tratava de uma “cura gay” compulsória imposta pelo juiz, o programa, que advoga cada vez mais a agenda da extrema-esquerda em suas matérias, ouviu cinco pessoas contrárias à decisão judicial supra. Favoravelmente à decisão, o Fantástico apenas ouviu a autora da ação, mas editou todas as suas falas para enaltecer que estava errada e que o juiz realmente determinou a “cura gay”.





Via Breitbart Brasil

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