Últimas

ARTISTA DE EXPOSIÇÃO PROFANA DO SANTANDER É SATANISTA

malungo rio 2.jpg

Investigação revela que pelo menos um dos artistas envolvidos na exposição Queermuseu era praticante de satanismo.

Veja o comentário de Guilherme Pöttker:

"Eu não quero insistir demais na questão do Santander Cultural - mentira, quero sim, porque é muito importante e muito grave - mas este é Antônio Obá, o "artista" responsável por aquela profanação das hóstias (não pararei de indagar: consagradas ou não? - vereis logo em seguida que a questão faz cada vez mais sentido)...

A foto abaixo, de sua 'performance' "Malungo: Rito para uma Missa Preta" escancara a ligação do seus "trabalhos" com as artes das trevas (desculpem os trocadilhos, mas são duplos sentidos que não posso evitar porque dizem a mais pura verdade). "Missa negra", pra quem não sabe, é um dos principais ritos satanistas, e consiste essencialmente em uma paródia invertida da missa católica, em que hóstias consagradas* - ou seja: o CORPO DE CRISTO - são profanadas de diversas maneiras (geralmente envolvendo atos sexuais). Que tenha chamado sua performance de "missa preta" ao invés de "negra" é um jogo de palavras que evidentemente alude ao identitarismo racialista com o qual se identifica (cf. sua "bio" no site abaixo), mas que de forma alguma desmente o ocultismo explícito que o resto de seu portfólio confirma.

Noutra 'performance', que pode ser vista no site abaixo, denominada "Atos da transfiguração – desaparição ou receita para fazer um santo", o mesmo ritualisticamente reduz a pó uma imagem de gesso de Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Deus e Padroeira do Brasil, com a qual cobria a própria genitália nua, "de maneira a expulsar os vestígios de qualquer humanidade-santidade", para então "se banhar (impregnar) lenta e minuciosamente com o pó branco da Virgem (resto de uma santidade em ruínas) depositado na gamela (não por acaso, a gamela usada para comportar o bori nos rituais do Candomblé)". A interpretação, tirada do próprio site, diz que "entrou homem e saiu divindade devidamente de alma lavada, essencialmente profana". Como o demônio nunca deixa de ser o pai da mentira, o texto explicativo que citei inclui algumas escusas, dizendo que simultaneamente "critica e exalta" as "tradições cultural-religiosas que definem o Brasil", e admitindo a iconoclastia com a afirmação espúria de que nenhum cristão se sentiria ofendido diante da cena, "pois é muito mais do que isso". Ora, é justamente por "ser muito mais do que isso" que é uma blasfêmia do mais alto grau.

Eu recomendo enfaticamente a todos que sofram uma visita ao site abaixo para conferir como praticamente não há obra alguma ali que não consista em um ataque direto a tudo de sagrado que a Religião Católica cultua, e às tradições brasileiras que dela emanam."

As exibições do artista podem ser acessadas em: https://www.antoniooba.com/malungo/




Via Mídia Inversa - Link

Nenhum comentário