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CÂMARA VAI DISCUTIR O FIM DO DINHEIRO FÍSICO NO BRASIL

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O fim do dinheiro em espécie abrirá espaço para a aplicação de um tecnologia para a pessoa ter acesso à sua conta virtual, e o chip implantável é uma destas tecnologias.
Mas independente do chip ser a marca da besta ou não, ninguém na sua sanidade mental vai querer se oferecer para colocar este chip, que por ser usada tecnologia Rfid, ele será usado como receptor de ondas de rádio de baixa frequência, e estas ondas terão o poder de manipular a mente das pessoas, transformando-as em robôs programados.
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Projeto 48/2015 do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) prevê a extinção da moeda em papel, que seria conservada apenas por objetivos históricos. Iniciativa segue propostas semelhantes que despontam em todo o mundo.

"Dinheiro ou cartão?". A frase, tão comum no varejo brasileiro, pode se tornar coisa do passado muito em breve. Pelo menos será assim se depender do deputado federal Reginaldo Lopes.

A proposta apresentada em 2015 pretende proibir a circulação de cédulas de dinheiro. Movimentações financeiras seriam feitas apenas por cartão e os bancos não poderiam cobrar por operações no débito. “Eliminaríamos práticas de crimes como assaltos a bancos, arrombamentos de caixas eletrônicos, assaltos a postos de gasolina, sequestros, saidinhas de banco e violência em geral”, justifica o deputado.

Outro benefício seria coibir a prática de fraudes e crimes, já que ficaria mais fácil rastrear o dinheiro. "Toda transação seria oficializada através de transações bancárias e as despesas pessoais através do cartão de crédito ou débito", diz o texto.

A iniciativa segue uma tendência mundial. A China já discute o fim da circulação do Yuan em papel moeda e a Suécia prevê a morte da coroa sueca para 2030. Atualmente, o país nórdico registra apenas 2% das operações em dinheiro vivo e deve ser o primeiro a matar as notas coloridas.

Mas quem se animou para a chegada da novidade por aqui deve ter paciência. Embora o projeto deva ser discutido pela Comissão de Defesa do Consumidor às 14:30, este é a só o primeiro de muitos debates sobre o tema. Não há qualquer previsão para levar o texto à votação do Plenário.








Via https://br.sputniknews.com

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