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O FENÔMENO "FUROR DA VACINA" PODE EXPLICAR O AUMENTO GLOBAL DE RAIVA, VIOLÊNCIA E INSANIDADE

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Quase todos concordam que os níveis de raiva, violência e insanidade agora testemunhados em todo o nosso mundo são os mais altos que já vimos em nossas vidas. Algo está fazendo as pessoas enlouquecerem, dos agitadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que querem assassinar os oradores conservadores, à raiva generalizada, ao ódio e aos apelos à execução do Presidente Trump pelos esquerdistas insanos.

O que poderia estar causando este aumento acentuado de raiva, violência e loucura que estamos testemunhando agora?

Uma coisa que sabemos com certeza é que os metais pesados causam danos cerebrais. A exposição ao chumbo, ao alumínio e ao mercúrio é conhecida por causar não apenas danos cerebrais, mas até mudanças comportamentais que tendem a um comportamento mais "animalista" nos seres humanos.

Isso não é debatido. A literatura científica é cheia de dezenas de milhares de estudos sobre os metais pesados, e muitos desses estudos se concentram no declínio cognitivo e danos cerebrais. Pesquise science.naturalnews.com para qualquer metal pesado (ou leia HeavyMetals.news ) para ver milhares de estudos, ou pesquise no site PubMed.

Vetores de exposição a metais pesados ​​incluem alimentos, água e vacinas

Uma vez que percebemos que os metais pesados ​​causam danos cerebrais, é razoável tentar compreender os vetores de exposição a esses metais. O alimento, a água e as vacinas são todos os vetores primários da exposição a metais pesados, sendo as vacinas mais potenciadas porque são injetadas nos tecidos do corpo em vez de serem ingeridas oralmente pelo trato digestivo.

O CDC confirma que as vacinas são ainda deliberadamente formuladas com alumínio, mercúrio e outros ingredientes tóxicos. Quer provas? Você pode facilmente ver esta ficha informativa da página do CDC agora, a qual lista o alumínio, formaldeído, mercúrio, GMS, antibióticos e outros ingredientes tóxicos sendo formulados em vacinas. O CDC ainda insiste: "Para descobrir quais os aditivos químicos presentes em vacinas específicas, solicite ao seu médico ou farmacêutico para uma cópia da bula da vacina, a qual lista todos os ingredientes presentes na vacina e discute quaisquer reações adversas conhecidas".

Em outras palavras, não há dúvida de que as vacinas contêm metais pesados.

Também não há dúvida de que esses metais pesados ​​são neurotóxicos. Isto é irrefutavelmente estabelecido na literatura médica. Qualquer um que discuta contra isso está mentindo ou é cientificamente analfabeto.

O único debate real é: Esses metais pesados ​​prejudiciais ao cérebro podem estar causando danos cerebrais suficientes para levar à violência generalizada, insanidade e irracionalidade?

Essa é a teoria de trabalho de "Ira causada pela vacina". No momento, isso é apenas uma teoria. Não temos evidências científicas suficientes para provar essa teoria, mas merece muito mais estudo porque está enraizada em uma avaliação racional dos efeitos prejudiciais sobre o cérebro causados ​​por elementos tóxicos (alumínio e mercúrio).

Você não acha fascinante que a sociedade tenha se alarmado com o chumbo presente na água em Flint, Michigan, enquanto permanece completamente alheia ao mercúrio nas vacinas dadas a crianças em todos os lugares?

De acordo com o site da Sanofi Pasteur, a vacina influenza trivalente (fragmentada e inativada) com as Cepas 2017 - Hemisfério Sul -, é composta por:

Cepas de Myxovirus influenzae, propagadas em ovos embrionados de galinha, contendo antígenos
equivalentes à:

A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09 - cepa análoga
(A/Michigan/45/2015, NYMC X-275)
A/Hong Kong/4801/2014 (H3N2) - cepa análoga (A/Hong
Kong/4801/2014, NYMC X-263B)
B/Brisbane/60/2008 – cepa análoga (B/Brisbane/60/2008, tipo
selvagem)
Timerosal (conservante)
Solução Tampão

Os componentes da solução tampão PBS a pH = 7,2 são: cloreto de sódio, cloreto de potássio, fosfato de sódio dibásico, fosfato de potássio monobásico e água para injeção.

Resíduos de Fabricação: Formaldeído, Triton-X-100 (octoxinol-9), Neomicina, Ovalbumina.

Segundo recomendação da OMS para a temporada de 2017 do hemisfério sul, cada dose de 0,25mL da vacina contém:

Cepas de Myxovirus influenzae, propagadas em ovos embrionados de galinha, contendo antígenos
equivalentes à:

A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09 - cepa análoga
(A/Michigan/45/2015, NYMC X-275)
A/Hong Kong/4801/2014 (H3N2) - cepa análoga (A/Hong
Kong/4801/2014, NYMC X-263B)
B/Brisbane/60/2008 – cepa análoga (B/Brisbane/60/2008, tipo
selvagem)
Timerosal (conservante)
Solução Tampão

Os componentes da solução tampão PBS a pH = 7,2 são: cloreto de sódio, cloreto de potássio, fosfato de sódio dibásico, fosfato de potássio monobásico e água para injeção.

Resíduos de Fabricação: Formaldeído, Triton-X-100 (octoxinol-9), Neomicina, Ovalbumina.

Como já relatamos anteriormente, o timerosal era o conservante presente em vacinas de alergia antes de 2000, e ainda é usado em vacinas contra a gripe – apesar de ter sido proibido em outras vacinas em 2000. Ele ainda é usado em vacinas em países do terceiro mundo.

Qual é a maneira mais fácil de levar um corpo de criança a entrar em choque anafilático e criar alergias alimentares graves para o resto de sua vida? Injete proteínas intactas de amendoim, ovos e produtos lácteos (caseína) diretamente no tecido muscular do lactente 36 vezes antes da idade de 18 meses. Quando o alimento normal torna-se extremamente tóxico para as crianças, os pais devem rever a forma como esses ingredientes específicos foram introduzidos nos corpos de seus filhos, e quais outros “vestígios” de perigosos cancerígenos, antibióticos, adjuvantes, emulsionantes, conservantes, aditivos, agentes de cerveja, transportadores e “estimulantes da resposta imune” estão sendo injetados no corpo repetidamente sem nenhuma razão lógica. As vacinas nunca foram comprovadamente seguras ou eficazes; apenas estudos feitos pelos próprios fabricantes, os quais foram posteriormente comprovados fraudulentos, alterados e distorcidos, que são publicados, a fim de enganar o público dizem isso.

Você realmente sabe o que está presente na maioria das vacinas? Você já leu os ingredientes, advertências, reações e os efeitos colaterais documentados sobre uma vacina inserida? Aqui está um resumo dos ingredientes mais perigosos das vacinas para sua comodidade:

1. Cloreto de sódio: Aumenta a pressão arterial e inibe a contração muscular e o crescimento.

2. Proteína do ovo: As vacinas são preparadas com ovos (certamente não orgânicos). Podem conter hormônios de crescimento, antibióticos e a bactéria salmonela.

3. Timerosal: Um mercúrio neurotóxico que causa o autismo: Há 25 mcg em uma vacina média contra a gripe, e o limite de segurança da EPA é de 5 microgramas, mas as crianças que são vacinadas simultaneamente com vacinas múltiplas recebem mais de 10 vezes o limite de segurança de mercúrio em um dia.

4. Formaldeído: Fluído altamente cancerígeno usado para embalsamar cadáveres. Classificado como um dos compostos mais perigosos para a saúde humana; pode causar danos ao fígado, problemas gastrointestinais, deformação reprodutiva, dificuldade respiratória e câncer.

5 - Neomicina: Este antibiótico é utilizado para evitar que os germes cresçam em culturas da vacina. A neomicina provoca reações alérgicas em algumas pessoas. Ela também pode ser encontrada na SRC e as vacinas contra a pólio (IPV).


Enquanto a grande mídia – em grande parte financiada por corporações farmacêuticas – continua ridiculamente afirmando que qualquer ligação entre o autismo e as vacinas é uma “teoria da conspiração“, a ligação, na verdade, acaba por ser evidência baseada em fatos.


A história do site Health Advice associa sobretudo:

Quando os resultados do estudo de Verstraeten foi relatado pela primeira fora do CDC em 2005, não havia nenhuma evidência que qualquer pessoa, exceto o Dr. Verstraeten de dentro do CDC, sabia do alto risco de 7,6 vezes relativo ao autismo devido a exposição ao timerosal durante a infância. Mas agora, existe uma evidência clara. O resumo recém-adquirido, de 1999, intitulado “Aumento do risco de comprometimento de desenvolvimento neurológico após alta exposição ao timerosal contido na vacina no primeiro mês de vida” precisa de aprovação de altos funcionários do CDC antes de sua apresentação na conferência Epidemic Intelligence Service (EIS).

O timerosal, o qual tem 50% de mercúrio em peso, foi usado na maioria das vacinas infantis e na vacina RhoGAM para mulheres grávidas antes do início de 2000. O CDC afirma que “não há relação entre o timerosal contido nas vacinas e as taxas de autismo em crianças” mesmo que os dados do próprio banco de dados do CDC Vaccine Safety Datalink (VSD) mostrem um risco muito elevado. Há uma série de registros públicos para apoiar isso, incluindo este Congressional Record de 1º de maio de 2003. A recusa do CDC em reconhecer os riscos do timerosal é exemplificado por um comunicado vazado pela Dra. Marie McCormick, ex-presidente do CDC/NIH – que patrocinou o Immunization Safety Review na IOM. Em relação à vacinação, ela disse em 2001: “…não vamos jamais nos precipitar que ele [o autismo] é um efeito colateral real…” Também digno de nota, a ex-diretora do CDC, a qual compra US$ 4 bilhões em vacinas anualmente, é agora presidente da divisão de vacinas da Merck.

Vacinas contra a gripe dadas às crianças contém mais de 50.000 ppb de mercúrio

Conforme você lê tudo isso, lembre-se que eu, pessoalmente adquiri e testei as vacinas contra a gripe para o mercúrio em meu laboratório – agora chamado CWC Labs – via instrumentação ICP-MS.

Esses testes revelaram que as vacinas contra a gripe contêm mais de 50.000 ppb de mercúrio – mais de 25.000 vezes o limite de mercúrio presente na água potável da EPA.

Qualquer pessoa que acredita que injetar crianças com mercúrio não tem consequências biológicas ou está delirando ou é cientificamente analfabeto. O mercúrio é um dos elementos mais tóxicos conhecidos pela ciência moderna, e ele provoca danos neurológicos em todas suas formas (acetato de metilo, orgânico, inorgânico e elementar).

Como explicado pelo site Health Advice:

O timerosal derivado do Metilmercúrio presente em vacinas está agora bem estabelecido como uma toxina mitocondrial em células cerebrais humanas.

Existem dezenas de pesquisas científicas e estudos sobre os efeitos adversos do timerosal, incluindo anormalidades gastrointestinais e irregularidades do sistema imunológico.

O timerosal é metabolizado (convertido) no tóxico e “prejudicial” metilmercúrio. E, por sua vez, o prejudicial metilmercúrio é metabolizado (convertido) em um mercúrio mais prejudicial, tóxico a longo prazo e “inorgânico”, que é retido pelo tecido corporal.

O mercúrio “inorgânico” é o produto final do metabolismo do mercúrio. Os grupos sujeitos ao metilmercúrio confirmam que a via metabólica para o mercúrio no corpo humano e animal consiste na redução/conversão do metilmercúrio prejudicial em um mercúrio mais prejudicial e “inorgânico”, o qual é preso ao tecido, e tóxico a longo prazo. Assim, tanto a substância de origem (metilmercúrio) e sua conversão/redução em mercúrio inorgânicos são encontrados.

Com base nos resultados publicados pelo Dr. Paul King, a via metabólica para o mercúrio orgânico envolve a conversão de Etilmercúrio (Timerosal) em “metilmercúrio” e, em seguida a redução adicional de “metilmercúrio” em mercúrio inorgânico.

Objetivamente falando, o CDC (a Anvisa dos EUA) é um malicioso grupo de frente, que executa anti-ciência charlatã para a indústria das vacinas. Como parte da sua atividade criminosa, ele há muito tempo insistiu que o conservante timerosal (que contém 50% de mercúrio) presente nas vacinas não está ligado ao autismo. Mas documentos secretos de outrora, que foram forçados agora a serem revelados pelo CDC, provam que a agência sabia que o timerosal causa autismo, mas deliberadamente escondeu a evidência do público exatamente da mesma forma como a EPA escondeu a verdade sobre envenenamento por chumbo no abastecimento público de água em Flint, Michigan.

Os sintomas relacionados com a intoxicação cerebral por mercúrio incluem o desenvolvimento tardio de andar e falar para as crianças, falta de memória e atenção, redução na linguagem e motricidade fina e habilidades espaciais visuais. Isso é muitas vezes identificado como demência, autismo, TDAH, Parkinson, depressão, enxaquecas, e mais.

Agora, de acordo com o site Vacinas.org, a composição da vacina contra a febre amarela é composta por:

A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivos atenuados, derivados da linhagem 17D, cultivados em ovos embrionados de galinha.

No Brasil, utiliza-se a vacina produzida na Fundação Oswaldo Cruz – Bio Manguinhos, que contém, além da linhagem vacinal atenuada, sacarose e glutamato como estabilizadores.

Glutamato: o glutamato é utilizado para estabilizar algumas vacinas contra o calor, luz, e de outras condições ambientais. Ele é conhecido por causar reações adversas e é encontrado na vacina contra a catapora.

Já a vacina contra dengue, de acordo com o site da Sanofi é composta por:

Liofilizado: aminoácidos essenciais, incluindo fenilalanina, aminoácidos não essenciais,
cloridrato de arginina, sacarose, trealose di-hidratada, sorbitol, trometamol e ureia

Sorbitol: Edulcorante sintético que metaboliza muito lentamente e agrava a síndrome do intestino irritável (SII) e problemas gastrointestinais.

As demais vacinas que contêm alumínio, de acordo o site da Universidade Federal Fluminense, são:

Contra Hepatite B
Composição e apresentação
Há dois tipos de vacina contra hepatite B: a de primeira geração contém partículas virais obtidas do plasma de doadores do vírus, inativadas pelo formol; a de segunda geração é preparada por método de engenharia genética e obtida por tecnologia de recombinação do DNA (ácido desoxirribonucleico).

As duas vacinas utilizam hidróxido de alumínio como adjuvante e o timerosal como conservante. O PNI recomenda atualmente apenas o uso da vacina recombinante, isto é, a obtida por engenharia genética.

As vacinas recombinantes licenciadas atualmente são produzidas a partir de leveduras (levedura de padeiro), nas quais se introduziu um plasmídio contendo o gene AgHBs. Contêm cinco a 40mg/ml de antígeno (AgHBs), adsorvidos em hidróxido de alumínio, utilizando-se o timerosal como conservante.

Contra Difteria, Tétano e coqueluche (DTP)
Composição e apresentação
A vacina tríplice DTP contém toxoide diftérico, toxoide tetânico e Bordetella pertussis inativada em suspensão, tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio, sendo apresentada sob a forma líquida em ampola ou frascoampola com dose única, ou frasco-ampola com múltiplas doses.

Contra difteria e tétano (dT)
Composição e apresentação
A vacina dupla contém toxoide diftérico e toxoide tetânico, tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio. É apresentada sob a forma líquida em ampola com dose única ou em frasco-ampola com múltiplas doses. Há dois tipos de vacina dupla: vacina dupla do tipo infantil (DT) e vacina dupla do tipo adulto (dT).

A vacina dupla do tipo infantil (DT) contém a mesma concentração de toxoide diftérico e de toxoide tetânico presente na vacina tríplice (DTP), enquanto a dupla do tipo adulto (dT) contém menor quantidade de toxoide diftérico.

Contra o tétano (TT)
Composição e apresentação
A vacina contra tétano é constituída pelo toxóide tetânico (TT), tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio e sendo apresentada sob a forma líquida em ampola com dose única ou em frasco-ampola com múltiplas doses.


- Em um ano em que, as vacinas contra a gripe, febre amarela e dengue foram amplamente divulgadas pelo governo e pela mídia, é onde vemos uma agenda a ser forçada sobre a população.






Via: http://www.anovaordemmundial.com e http://naturalnews.com/2017-05-05-vaccine-rage-phenomenon-may-explain-global-increase-in-anger-violence-and-insanity.html

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