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CAIU A REPÚBLICA: DONO DA JBS GRAVOU TEMER DANDO AVAL PARA COMPRAR SILÊNCIO DE CUNHA. OPOSIÇÃO JÁ PEDE IMPEACHMENT

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Acabou! É o fim do Brasil! 
Este país não tem mais pra onde se salvar, se não for em Deus...
99,9% dos políticos estão envolvidos em corrupção, propinas, lavagem de dinheiro...
Quem será presidente acaso Temer cair? Rodrigo Maia?
Se houver eleição agora, Bolsonaro não pode se candidatar, pois nem partido tem... O socialista fabiano Dória também não pode... Alckimim e o playboy Aécio estão envolvidos até o nariz... Quem? Cai(a)do? Levy Fidélix? Vão ressuscitar o Enéas?
Intervenção Militar com as FFAA contaminada de vermelho? Instituir a monarquia? Impossível...

Infelizmente o poder deste país irá cair no colo de um esquerdista novamente... e tomara que Lula seja logo preso! se não, ele voltará para ser um ditador pior que Hitler, se vingando do povo brasileiro que quis sua cabeça...

Acabou pessoal...
Isso tudo é consequência da prostituição, idolatria, imoralidade, e rebelião do povo para com Deus...
Tudo o que é semeado, é ceifado! (Gal 6)
Não me canso de pregar isso, mas as pessoas rejeitam...
Ou é Deus nessa nação ou nada!

É "perna pra quem te quero"... agora é cada um por si, Deus pra todos...
Os globalistas estão aplanando e limpando o terreno brasileiro para a instituição de sua Nova Ordem Mundial e seu islã...
Pra isso precisam destruir o sistema político brasileiro (que sempre foi uma desordem)...

É hora de arrependimento! é hora de abandonar a iniquidade (da palavra "anomia" que significa 'viver se lei', sem a torá).

Que o Eterno Criador nos livre de todo mal.


NOTÍCIA:

Os donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, disseram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato. A informação é do colunista do jornal "O Globo" Lauro Jardim.

Segundo o jornal, o empresário Joesley entregou uma gravação feita em 7 de março deste ano em que Temer indica o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver assuntos da J&F, uma holding que controla o frigorífico JBS. Posteriormente, Rocha Lourdes foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil, enviados por Joesley.

Ainda não há informação sobre se a delação foi homologada. O Supremo Tribunal Federal (STF) disse que não irá se pronunciar nesta quarta-feira (17) sobre a delação.

Delatores da JBS tinham gravações com Temer e histórico de propina

Em outra gravação, também de março, o empresário diz a Temer que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão. Diante dessa informação, Temer diz, na gravação: "tem que manter isso, viu?"

Na delação de Joesley, o senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, é gravado pedindo ao empresário R$ 2 milhões. No áudio, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato.

A entrega do dinheiro foi feita a Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, e filmada pela Polícia Federal (PF). A PF rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que foi depositado numa empresa do senador Zezé Perrella (PSDB-MG).

Em nota, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência disse que o presidente Michel Temer "jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar". (Veja no final do texto a íntegra da nota).

Aécio, também em nota, se declarou "absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos. No que se refere à relação com o senhor Joesley Batista, ela era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público. O senador aguarda ter acesso ao conjunto das informações para prestar todos os esclarecimentos necessários".

A JBS e a defesa de Eduardo Cunha informaram que não se pronunciarão.

O senador Zezé Perrella declarou, no Facebook: "Eu quero dizer para os que me conhecem e para os que não me conhecem que eu nunca falei com o dono da Friboi. Não conheço ninguém ligado a esse grupo. Nunca recebi de maneira oficial ou extra-oficial um real sequer dessa referida empresa".

"Estou absolutamente tranquilo. [...] Eu espero que todas as pessoas citadas tenham a oportunidade de esclarecer a sua participação. O sigilo das minhas empresas, dos meus filhos, estão absolutamente à disposição da Justiça. Ficará comprovado que não tenho nada a ver com essa história. Eu nunca estive em Lava Jato e nunca estarei", afirmou Perrella.

O deputado Rodrigo Rocha Loures está em Nova York e, segundo sua assessoria, só irá se pronunciar quando voltar ao Brasil. O retorno está programado para esta quinta-feira (18).

Segundo o jornal, em duas ocasiões em março deste ano Joesley conversou com Temer e com Aécio levando um gravador escondido.

O colunista conta que os irmãos Joesley e Wesley Batista estiveram na quarta-feira passada no Supremo Tribunal Federal (STF) no gabinete do ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin – responsável por homologar a delação dos empresários. Diante dele, os empresários teriam confirmado que tudo o que contaram à PGR em abril foi de livre e espontânea vontade.

Joesley contou ainda que seu contato no PT era Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff. Segundo "O Globo", o empresário contou que era com Mantega que o dinheiro da propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados, e também era o ex-ministro que operava os interesses da JBS no BNDES.




Gravação revela que Aécio pediu R$ 2 milhões a Joesley Batista


Cunha

Joesley disse na delação que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão na Lava Jato. O valor, segundo o jornal, seria referente a um saldo de propina que o deputado tinha com o empresário.

Joesley Batista disse ainda que devia R$ 20 milhões por uma tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.


Investigação

Segundo o jornal, pela primeira vez a PF fez "ações controladas" para obter provas. Os diálogos e as entregas de dinheiro foram filmadas e as cédulas tinham os númjeros de série controlados. As bolsas onde foram entregues as quantias tinham chips de rastreamento.


Durante todo o mês de abril, foram entregues quase R$ 3 milhões em propina rastreada.


O jornal informou que as conversas para a delação dos irmãos donos da JBS começaram no final de março. Os depoimentos foram coletados do início de abril até a primeira semana de maio. O negociador da delação foi o diretor jurídico da JBS, Francisco Assis da Silva, que depois também virou delator.

Veja a íntegra da nota do Palácio do Planato:


NOTA À IMPRENSA

O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar.

O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República.

O presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados.

SECRETARIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PRESIDÊNCIA


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Oposição entra com dois pedidos de impeachment de Temer


Dois deputados federais, Alessandro Molon (Rede-RJ) e João Henrique Caldas (PSB-AL), entraram na noite desta quarta-feira com um pedido de impeachment do presidente Michel Temer, após O GLOBO revelar que o presidente foi filmado dando aval à compra do silêncio do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Alguns parlamentares pedem ainda a renúncia do presidente.

— O governo Temer acabou. Já estamos com pedido de impeachment preparado. Se ele (Temer) tivesse dignidade para renunciar, renunciaria. Não há condições de fazer eleição indireta. Temer cometeu crime de responsabilidade. E que história é essa que não havia condições de continuar a sessão da Câmara? Que história é essa de encerrar a sessão para calar a oposição? É para proteger Michel Temer? Ele (Maia) estava totalmente alterado — disse Molon.

Para João Henrique Caldas, Temer não tem "condições mínimas para liderar o país rumo à saída da maior crise econômica de sua história".

Já o deputado José Guimarães (PT-CE) afirmou que Temer tem que renunciar à presidência, e que o impeachment seria uma segunda opção.

— O primeiro passo é a renúncia dele e a convocação de novas eleições. Se o Temer não topar, temos que fazer o impeachment. É isso que o país espera — destacou.

A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP) também defendeu o impeachment:

— Esse governo é uma farsa. A história vai cobrar esse preço. Não há outra saída senão o impeachment já. Fora temer, eleições já — pediu.

O deputado Alessandro Molon pede ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para não encerra a sessão - Givaldo Barbosa / Agência O Globo

CRIME DE RESPONSABILIDADE

Molon argumenta que Temer incorreu em um dos crimes de responsabilidade elencados na lei que os define: delito contra a probidade na administração, tendo procedido de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), terá que analisar o pedido de impeachment, para decidir se dá prosseguimento à solicitação.

— Rodrigo Maia terá que despachar o pedido, pois estamos diante de algo muito grave. Não acredito que ele não dará prosseguimento ao pedido — disse Molon.

O deputado afirmou que o segundo passo será requerer as gravações com Temer feitas por Joesley Batista e chamar as testemunhas do caso para serem ouvidas no Parlamento. Para Molon, a conduta está devidamente tipificada na lei de responsabilidade e, segundo as informações noticiadas, há provas robustas para que Temer seja submetido ao processo de cassação.

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que o Partido dos Trabalhadores se reunirá na noite desta quarta-feira para discutir os termos de um pedido de impeachment.

— Estamos fazendo reunião agora para discutir os termos da apresentação de pedido do impeachment do presidente Michel Temer — explicou Lindbergh.

O senador foi repreendido pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que lembrou a Lindbergh que a sessão plenária estava tratando, no momento, da votação da proposta de emenda constitucional (PEC) que dispõe sobre o foro privilegiado. O senador Magno Malta (PR-ES) pediu a palavra em seguida e provocou o petista:

— Estou achando hilário o comunicado. Não seria o sujo falando do mal lavado? E delação agora vale? Porque pro PT delação nunca valeu nada. Pros outros vale, pra eles não vale.

Pouco tempo depois, a sessão plenária foi encerrada.


Via O Globo

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