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CRISTÃ É SEQUESTRADA E ESTUPRADA APÓS NEGAR A SE CONVERTER AO ISLAMISMO


Membros de uma família cristã paquistanesa foram amarrados e espancados por um grupo de muçulmanos que invadiram sua casa no mês passado, exigindo que todos se convertessem ao islamismo. Mas quando a família se recusou a atender às exigências dos invasores, sua filha mais jovem foi sequestrada, estuprada e ainda não retornou para casa.

A Associação Cristã Britânico Paquistanesa (BPCA), com sede em Londres está apoiando a família Masih, formada por 10 cristãos, submetidos a um regime de trabalho escravo, perto da cidade de Kasur, ao Leste do Paquistão.

De acordo com a BPCA, a família vivia em uma pequena casa feita de barro e estava sendo constantemente pressionada por muçulmanos locais para que todos os seus membros se convertessem islamismo, sendo que eles eram a única família da vizinhança que ainda não tinha declarado a fé islâmica.

Na noite de 15 de setembro, um grupo de seis homens muçulmanos e uma mulher muçulmana invadiram a casa dos Masih com pistolas, pedaços de pau e barras de metal, para agredir todos naquela família.

O grupo de invasores esperava que a dor da família e o sofrimento os levassem a reconsiderar suas recusas anteriores de se converterem ao islamismo. Apesar da dor, a família novamente se recusou a negar a Cristo e declarar a fé islâmica.

Depois que a família se recusou a converter-se ao islamismo, os muçulmanos se enfureceram, amarraram e vendaram os olhos de quase todos, exceto dois dos membros da família.

Como a família é constituída por seis filhas e dois filhos, os muçulmanos sequestraram a filha de 17 anos, Jameela e o filho de 20 anos, Arif. Ambos foram jogados na parte traseira de uma perua que já estava estacionada do lado de fora da casa da família.

Arif, que acabou conseguindo escapar do cativeiro, disse à BPCA que ele e Jameela foram levados para um casarão em um local desconhecido.

Mulheres protestam contra o estupro, no Paquistão. (Foto: Dunya)

Arif explicou que quando eles chegaram na mansão, ambos foram torturados separadamente. Apesar da tortura, Arif novamente se recusou a converter-se ao islamismo.

Enquanto era torturado, ele também podia ouvir os gritos de sua irmã. Um dos sequestradores disse a Arif que outros homens muçulmanos estavam se revezando para estuprar sua irmã e que tudo o que ele tinha que fazer para salvar vida a dela era abraçar a fé islâmica. Mesmo assim, ele novamente se recusou a negar o nome de Cristo.

Quando o sol nasceu na manhã seguinte, Arif aproveitou uma oportunidade de escapar, quando de sua venda caiu dos olhos e ele percebeu que a porta foi deixada aberta, sem ninguém por perto monitorá-lo.

Arif demorou horas para chegar em casa, porque ele teve que caminhar a maior parte do caminho, antes que ele pegasse uma carona em um riquixá (transporte típico, usado na Índia, no Paquistão e outros países orientais).

Como foi levado para tão longe de casa, Arif não consegue se lembrar da localização da mansão que ele e sua irmã foram mantidos em cativeiro. Ele também acredita que sua irmã foi levada para outro local, porque ele não a ouvia mais os gritos dela, antes que ele escapasse da mansão.

A família agora está vivendo em um local seguro, com a ajuda da 'BPCA' no Paquistão.

"Esta família está profundamente traumatizada, mas agora está segura. Vamos começar a árdua tarefa de ajudá-los a reconstruir suas vidas em uma atmosfera de segurança", disse o presidente da BPCA, Wilson Chowdhry em nota sobre o caso. "No entanto, a filha Jameela, que foi capturada pode muito bem não ser mais encontrada e seu sequestro malicioso está causando uma grande angústia e desespero à família", informou.

De acordo com um relatório divulgado pela ONG internacional 'Movimento de Solidariedade e Paz' em 2014, cerca de 700 jovens cristãs são sequestradas e forçadas a casamentos islâmicos anualmente no Paquistão. Muitas vezes, a polícia não consegue agir e acaba afirmando que a garota "fugiu de casa" para se casar com um muçulmano por vontade própria.


Via Guia-me

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