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A FARSA NO ACORDO ENTRE JUAN MANUEL SANTOS E AS FARC: ENQUANTO A ESQUERDA O PREMIA E APLAUDE, OS COLOMBIANOS O REJEITAM


O que a vagabundagem comunista que domina a redação de todos os veículos de comunicação da grande mídia nacional e internacional esconde ou tergiversa, quando não mente de forma descarada e criminosa, acaba sendo revelado. Sim, a graças à internet, aos sites e blogs independentes.

Refiro-me ao recente plebiscito realizado na Colômbia, quando os colombianos rechaçaram no último domingo o famigerado acordo de paz com o terrorismo comunista das FARC, articulado pelo presidente Juan Santos, em conluio com a ditadura comunista cubana de Fidel e Raúl Castro. Ato contínuo, para espanto do mundo inteiro, foi concedido a Juan Santos, o Prêmio Nobel da Paz, a mostrar que até mesmo esse prêmio tradicional passou a ser manipulado pelo neocomunismo do século XXI, e acaba sendo completamente desmoralizado agora.

Houve algum questionamento, alguma crítica por ínfima que seja, por parte dos jornalistas da grande mídia nacional e internacional? Não! Nem um pio. Os jornalistas vagabundos, imorais, trapaceiros e mentirosos que trabalham sob os eflúvios da maconha e de outras drogas ou ainda dopados pela lavagem cerebral que sofreram nesses cursinhos de jornalismo de araque, continuam desgraçadamente promovendo a lavagem cerebral dos incautos leitores e telespectadores por meio da deletéria desinformação.

No passado recente esses trastes permaneceriam impunes. Mas agora, com a internet, sites, blogs e redes sociais são execrados publicamente. Não continuarão posando como donos da verdade. Serão desmentidos e amaldiçoados publicamente como faço aqui e agora.

Para tanto, transcrevo artigo do site Mídia Sem Máscara, oportunamente traduzido pela jornalista Graça Salgueiro, com as informações e as verdades escamoteadas pelo jornalismo lacaio do movimento comunista do século XXI, que controla a ONU e demais entidades multilaterais e agora também o Prêmio Nobel que acaba de ser transformado em mais um lixo internacional sem qualquer viés de confiabilidade. É lixo comunista; é mais uma fossa pútrida a céu aberto. Leiam:

O MAIS ABSURDO DOS
PRÊMIOS NOBEL DA PAZ

Por Eduardo Mackenzie
Tradução: Graça Salgueiro

O Prêmio Nobel da Paz concedido hoje ao presidente colombiano Juan Manuel Santos, não transformará seu plano “de paz” com as FARC em um bom acordo. Esse plano é nefasto para o país e por isso a Colômbia o rechaçou no plebiscito do 2 de outubro de 2016. E o continuará rechaçando, em todos os cenários possíveis, pois esse plano, se for aplicado, destruirá as instituições democráticas do país, prolongará os sofrimentos do povo colombiano e não contribuirá nem à paz nem à concórdia nacional. A Colômbia resistirá até derrotar definitivamente as ambições criminosas das FARC. Nenhum Prêmio Nobel a Santos mudará por arte de magia essa situação.

Desde esse ângulo, o Prêmio Nobel outorgado a Santos é inútil e grotesco. O mais cínico é que esse prêmio é apresentado pelo jurado como uma “homenagem ao povo colombiano que, apesar de todos os abusos sofridos, não perdeu a esperança de conseguir uma paz justa”. Esse jurado zomba de quem? Precisamente, os colombianos que esse jurado diz “homenagear” com o prêmio a Santos foi o mesmo que votou contra Santos e contra as FARC em 2 de outubro, o mesmo que busca, 
precisamente, uma paz justa e não essa falsa paz baseada na impunidade mais escandalosa para os chefes de uma organização que cometeu toda sorte de crimes de guerra e de crimes de lesa-humanidade.

Dizer que a Colômbia sofreu “abusos”, mostra que os que decidiram dar esse prêmio pretendem minimizar os crimes do narco-comunismo, ou ignoram totalmente o que essa gente fez na Colômbia.
O Prêmio Nobel levará Santos a uma posição razoável? Durante estes seis anos de conversações secretas em Cuba, Santos foi incapaz de exigir aos chefes das FARC que aceitem negociar sua desmobilização sem minar as instituições democráticas e a economia de mercado na Colômbia. O que pretende o defenestrado “acordo” de 297 páginas que as FARC conceberam com Santos, sob as orientações e a vigilância de dois ditadores latino-americanos, é isso. Por isso esse plano foi repudiado no plebiscito.

Os do jurado do Nobel da Paz se equivocaram uma vez mais. Alegam que querem ajudar a que a paz chegue na Colômbia. Na realidade, o que fizeram foi humilhar os que votaram NÃO no plebiscito e, sobretudo, às vítimas das FARC e ao país que sofreu as atrocidades desse bando durante 60 anos. O Prêmio Nobel ajudará Santos e as FARC a tratar de ressuscitar o acordo de 297 páginas jogado por terra pelo voto de milhões de colombianos?

Não somos os únicos que tememos isto. A opinião pública espanhola e imprensa espanhola de renome, que conhecem melhor que a Noruega o drama colombiano, condenam sem vacilar a decisão do jurado do Nobel da Paz. A pesquisa feita pelo diário ABC, de Madri, indica que 83% dos interrogados está contra a concessão desse prêmio a Santos. O diário El Español, de Madri, sublinhou o “descrédito definitivo do Prêmio Nobel da Paz”. O Matutino Ok Diario estimou que “Os noruegueses punem a vontade popular colombiana dando o Prêmio Nobel a Santos”. O portal web Libertad Digital expressou: “Juan Manuel Santos Prêmio Nobel da Paz por claudicar ante o narcoterrorismo”.

O Prêmio Nobel da Paz dado a Rabin, Peres e Arafat, em 1994, por “substituir o ódio pela cooperação” não levou a paz à Palestina, nem impediu que estourasse a segunda intifada em 2000. Outro tanto ocorrerá na Colômbia? O Prêmio Nobel da Paz não se interessa, na realidade, pelos problemas das sociedades. Esse prêmio existe para impor uma visão particular dos conflitos internacionais e beneficiar as relações internacionais da Noruega e Suécia.

Na Colômbia esse prêmio a Santos lança muitas dúvidas. Ajudará o presidente colombiano a enfrentar com energia as reticências dos chefes farianos que não querem que se toque em um só ponto do plano assinado em Havana? Ajudará, pelo contrário, a avançar em seu programa de paz desconhecendo o voto majoritário do NÃO no plebiscito de 2 de outubro passado?

O presidente Álvaro Uribe, líder do movimento em favor de uma paz justa e dentro do sistema democrático, felicitou o prêmio outorgado ao presidente Santos, mas desejou que essa distinção “conduza a mudar acordos daninhos para a democracia”, pois é disso que se trata, de mudar os daninhos acordos de Havana.

O Prêmio Nobel outorgado a Santos não mudou, nem criou uma nova situação. A situação política já existia e só tem dois ângulos: por uma parte, está o resultado do plebiscito de 2 de outubro, que rechaçou o acordo com as FARC. O pacto de Havana ficou pois sem sustento jurídico, morreu. O voto cidadão de 2 de outubro foi um ato jurídico, com poder vinculante. Foi um mandato expresso ao chefe de Estado, que este não pode zombar.

De outro lado, está a posição das FARC. Ao conhecer os resultados do plebiscito o senhor Timochenko disse que o “acordo de paz” era intocável e que eles continuavam exigindo seu cumprimento. O chefe comunista desconheceu assim o voto dos colombianos. E ante essa posição arbitrária surge o fato novo de que o presidente Santos não quis repudiar a tese de Timochenko. Não o fez antes nem depois da reunião com o ex-presidente Álvaro Uribe e com o ex-procurador Alejandro Ordóñez. Após ser informado do Prêmio Nobel tampouco se pronunciou a respeito.
Essa tensão, que está sendo agravada pelos que pretendem organizar manifestações de rua “pró-paz agora” para deixar no limbo o histórico plebiscito, terá que ser resolvida em um ou outro sentido pelo chefe de Estado colombiano, com prêmio ou sem Prêmio Nobel. Ele desconhecerá a vontade popular expressada legítima e legalmente no plebiscito? A notícia de que Santos está fomentando, mediante personalidades da Corte Constitucional, a repetição do plebiscito, é um mal indício. Que se cuide de acalmar a cólera dos cidadãos que querem a paz, mas que rechaçam o tipo de paz condensada na gororoba de 297 páginas. Agora mais do que nunca, graças ao Prêmio Nobel outorgado, a opinião pública nacional e internacional estará muito mais atenta ante cada gesto, em um ou outro sentido, do presidente Juan Manuel Santos.



Via aluizioamorim.blogspot.com.com e MSM

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