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QUANDO O CRIME COMPENSA: ASSASSINOS DAS FARC E GOVERNO DA COLÔMBIA ASSINAM "ACORDO DE PAZ" SOB APLAUSOS DOS GLOBALISTAS DA ONU

Juan Manuel Santos cumprimenta o líder das Farc "Timochenko" após assinatura do acordo, em Cartagena

Não poderia deixar de comentar este absurdo de encenação esquerdista que ocorreu sob aplausos da ONU e demais globalistas: o suposto acordo de paz entre as FARC e o governo da Colômbia...

Agora, quem diria... as FARC podem virar partido político... isso pode servir de sugestão para os traficantes brasileiros... o PCC, Comando Vermelho e et caterva, podem encenar um acordo de paz pelos palanques de Brasília e disputar as eleições... Imagine Fernandinho Beira-mar ou Marcola, presidentes do Brasil? Pelo menos aqui já tivemos um partido envolvido com os guerrilheiros cocaleiros, e que tem um passado de terrorismo e assassinatos: o PT. Foi Lula, um dos primeiros a sugestionar que as FARC virasse partido político.

Essa é a tal democracia comunista cucaracha, que tem o PT como signatário: "não vamos acabar com os bandidos, traficantes, e assassinos, pois são nossos amigos, na verdade vamos dar poder político à eles..." e os "pacificadores" antissemitas da ONU aplaudem tal realização.

A mensagem passada pela Babilônia socialista mundial é esta: O crime compensa... e pode dar até o poder sobre um país.

Quem possui um pingo de sanidade, e um cisco de moral sabe: Com bandidos, assassinos e terroristas não há conversa... não existem acordos. É xilindró eterno.

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Logo após uma tempestade que deixou algumas ruas do centro histórico de Cartagena semi-alagadas, teve início às 17h (19h em Brasília) a cerimônia de assinatura do tratado de paz entre o governo colombiano e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

O local escolhido foi o centro de convenções da cidade, mas do lado de fora, aberto ao público. A praça diante do local estava tomada.

No palco, alguns dos mandatários latino-americanos convidados, entre eles Michelle Bachelet (Chile) e Nicolás Maduro (Venezuela) –ambos países observadores do processo–, Mauricio Macri (Argentina), Pedro Pablo Kuczynski (Peru), Rafael Correa (Equador), Enrique Peña Nieto (México) e Horacio Cartes (Paraguai), além do mandatário colombiano, Juan Manuel Santos, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e o líder das Farc, Rodrigo "Timochenko" Londoño.

Todos, no palco e na audiência, vestiam branco, como pedido pelo protocolo da cerimônia.

Depois de um minuto de silêncio dedicado às mais de 250 mil vítimas do conflito, iniciado há 52 anos, houve apresentação de cantores populares e a execução do hino nacional colombiano.

Na sequência, "Timochenko" se aproximou da mesa onde estava o texto do acordo e o assinou primeiro. Na sequência, foi a vez do presidente Juan Manuel Santos, levando a multidão presente aos aplausos. Na audiência, algumas pessoas choravam, outras faziam acenos com lenços brancos.

Após a assinatura, o líder guerrilheiro colocou em sua camisa um broche com uma pomba da paz na camisa, e os dois se cumprimentaram.

"Timochenko" disse "que ninguém duvide que entraremos na política sem armas, para conquistar mentes e corações". E encerrou sua fala pedindo uma "paz negociada para os conflitos em Israel, na Síria e no mundo inteiro".

Ele levantou o público no momento em que disse, em tom mais alto: "Nós das Farc pedimos perdão pela dor que causamos".

Depois, Santos afirmou que o pacto era "mais do que um acordo entre um governo e uma guerrilha, e sim uma demonstração de que os colombianos definitivamente não querem mais nenhum tipo de guerra, que foi um freio ao desenvolvimento da Colômbia", ao que foi acompanhado por um coro de "não mais guerra".

O acordo foi assinado com um "balígrafo" (uma brincadeira com a palavra "caneta" em espanhol, que é "bolígrafo"), ou seja, uma caneta fabricada com balas de fuzil, que virou uma espécie de símbolo das negociações entre as duas partes.

A assinatura do acordo, porém, não significa que ele será imediatamente implementado. Agora, terá de ser aprovado em um plebiscito no próximo domingo (2).

Mais cedo, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, havia dito que seu país "ainda não estava pronto" para retirar as Farc de sua lista de organizações terroristas, mas que o assunto seria avaliado de acordo com a implementação do acordo.

Via Folha

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