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PARADA GAY NO PERU IMITA A DO BRASIL E SATIRIZA IMAGENS CRISTÃS

A Parada LGBT do Brasil nos últimos dois anos chocou muitos cristãos com o uso indevido de símbolos religiosos. Em 2015, atransexual Viviany desfilou crucificada e este ano trazia uma Bíblia onde estava escrito “retrocesso”.

Na marcha gay peruana, realizada na capital Lima semana passada, a prostituta e ex-candidata ao congresso Ángela Villón, desfilou vestida como a Virgem Maria. Ela “abençoava” os participantes, arrancando risadas dos participantes, vestindo uma roupa transparente e véu.

Estavam presentes no evento vários congressistas peruanos, inclusive Verônica Mendoza, parlamentar e ex-candidata presidencial da coalizão de esquerda Frente Ampla. Ela é uma das principais defensoras da legalização do aborto no Peru, mostrando que no mundo as agendas liberais são as mesmas.

Villón foi candidata pela Frente Ampla ao Congresso do Peru nas eleições deste ano, mas sem sucesso. Seu lema de campanha era “uma p* decente que transformará o Congresso em um bordel respeitável”. Por conta da repercussão negativa que teve sua participação na marcha, usou as redes sociais para se defender.

Em um longo texto, afirmou: “Sou a santa p*, livre de todo o mal, com a consciência pura, casta, tão transparente quanto a minha roupa, meu coração… nunca será amputado por qualquer crença”.

Na imprensa peruana, a questão está sendo debatida como um “passo ousado” em um país predominantemente católico. O presidente Pedro Pablo Kuczynski, que fez campanha com agenda conservadora, foi questionado recentemente se defenderá as causas LGBT, como o casamento gay.

Sua resposta foi que não vai “se jogar a uma piscina vazia” se o Congresso não obtiver o consenso suficiente. Assegurou, por outro lado, que suas prioridades é ver o parlamento peruano aprovar projetos de lei sobre “água, educação e saúde, pois isto é o mais importante”. Com informações de ACI DigitalAltavoz

Por Jarbas Aragão - Gospel Prime

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