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IGREJAS PODEM SER OBRIGADAS A ADOTAR POLÍTICA DE BANHEIROS TRANSGÊNEROS NOS EUA

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Além de exigir que a política de banheiros seja adotada nos templos, a Comissão de Direitos Civis do Estado de Lowa também está tentando censurar os sermões das igrejas.

A adoção da política do uso de banheiros e vestiários com base na “identidade de gênero” pode ser exigida não somente nos centros comerciais, escolas e empresas dos Estados Unidos, mas agora também nas igrejas norte-americanas. É o caso do estado de Lowa (EUA), onde uma Comissão de Direitos Civis está exigindo que nos templos seja adotada esta medida, permitindo que esses locais – até então usados conforme o sexo biológico, masculino ou feminino – agora funcionem com base no gênero que cada usuário escolher para si próprio.

Além de exigir que a política de banheiros seja adotada nos templos, a Comissão também está tentando impedir que as igrejas “façam declarações que levem uma pessoa a se sentir indesejável, a menos que os cultos não sejam abertos ao público”.

A Aliança de Defesa da Liberdade (ADF) entrou com uma ação federal na última segunda-feira (4), contra os membros da Comissão de Direitos Civis de Lowa, com o objetivo de impedir que os sermões sejam censurados, caso falem sobre casamento e homossexualidade. O consultor Sênior da ADF e Diretor de Centro de Ministérios Cristãos, Erik Stanley disse ao Christian Post que o governo “está agindo inconstitucionalmente, na tentativa de aplicar a lei de direitos civis contra as igrejas”.

Advogando em nome da Igreja de Cristo Fort Des Moines, a queixa da ADF argumenta que a igreja não deve ter seus sermões censurados, nem deve ser forçada a abrir seus banheiros, vestiários e chuveiros para as pessoas, com base na “identidade de gênero”.

A Comissão de Direitos Civis de Lowa está argumentando que o estatuto proíbe que as igrejas falem sobre ética sexual conforme os princípios bíblicos, caso isso venha – “direta ou indiretamente” – fazer com que as pessoas de qualquer identidade de gênero se sintam “indesejáveis” no contexto de qualquer culto, evento ou outra atividade religiosa. Os advogados da ADF alegam que a proibição pode ser utilizada para impedir que igrejas façam declarações públicas sobre o assunto, mesmo que esses posicionamentos venham do púlpito.

De acordo com um comunicado de imprensa ADF, a assessora jurídica Christiana Holcomb disse que “as igrejas devem ser livres para ensinar suas crenças religiosas e operar suas casas de culto de acordo com a sua fé sem serem ameaçadas pelo governo. Isso é um princípio fundamental da Primeira Emenda”.

Via: Guiame/ Com informações do Christian Post e ApocalipseNews

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