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EUA REJEITA AJUDA A ISRAEL, QUE BUSCA APOIO DA RÚSSIA


Abençoarei aqueles que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem..." - Gênesis 12:3
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Em artigo recente, o jornal Washington Times, de perfil conservador, classificou como “deplorável” o tratamento do governo Barack Obama em relação a Israel. Além de ter permitido que o maior inimigo declarado do Estado Judeu, o Irã, receba permissão para voltar a comprar armamentos sofisticados da Rússia.

Enquanto isso, os aiatolás continuam com seu discurso de “varrer Israel do mapa” e Teerã faz testes com mísseis capazes de receber ogivas nucleares.

A diminuição proposital da influência norte-americana no Oriente Médio fez com que Benjamin Netanyahu buscasse apoio em um aliado improvável: Vladimir Putin. O premiê israelense esteve com o presidente russo quatro vezes este ano, um recorde nos 25 anos que as nações reataram os laços diplomáticos.

“A Rússia é uma potência global, e as nossas relações estão se fortalecendo”, disse Netanyahu recentemente.

Grupos extremistas como o Hezbollah e o Estado Islâmico fazem ameaças de atacar Jerusalém assim que a guerra na Síria acabar. Segundo a imprensa russa, o governo israelense fez todo o possível para melhorar as suas relações com a Rússia justamente por causa da influência de Putin junto aos seus inimigos.

Uma prova concreta disso é a declaração recente que Putin pode usar o poder de veto dos russos nas Nações Unidas para impedir novas medidas contra Israel.

Ao mesmo tempo, há um acordo sendo negociado para a normalização das relações de Israel com a Turquia, que estão prejudicadas desde 2010. Dia 7 de junho, Tuğrul Türkeş, político que mantém boas relações com Israel, foi nomeado vice-primeiro ministro. Segundo a imprensa local, “isso não é coincidência” e faz parte de um plano maior.

Enquanto atos de terrorismo voltaram a ocorrer em território israelense esta semana, a Casa Branca ofereceu pouco mais que palavras para o seu aliado histórico.

Na verdade, Obama pediu que o Congresso não aprovasse um repasse de 455 milhões de dólares, destinado a compra de sistemas de defesa para Israel. Isso pode interferir na segurança nacional.

Com a perspectiva de Hillary Clinton ganhar a eleição a situação só piora, pois são constantes as denúncias que ela e o marido estão sendo financiados por países muçulmanos como Arábia Saudita e Jordânia.

Segundo analistas, Israel já não pode contar com os Estados Unidos para a sua segurança. Se antes eles foram os maiores amigos de Israel, as decisões mais recentes apontam para uma mudança dramática, que pode se concretizar ainda este ano, pois Obama estaria para apresentar uma “solução final” para o conflito de Israel e Palestina, que inclui dividir Jerusalém.
Cenário profético

Especialistas, como o Doutor Mark Hitchcock, afirmam que as notícias que estampam os jornais de hoje revelam a existência de uma nova aliança de nações que repetem os tempos bíblicos. Sabe-se que seu inimigo comum seria Israel. “É como se as manchetes de hoje fossem escritas há 2.600 anos”, declarou.

O cenário que se desenrola parece remeter à profecia de Ezequiel 38. Conhecida como a guerra de Gogue e Magogue. O texto fala sobre uma aliança de nações que guerreiam com Israel.

Hitchcock diz que nações como Rússia, Irã, Líbia e Turquia nunca foram aliadas ao longo da história, mas nos últimos tempos esses países não são apenas destaque nas manchetes, eles parecem estar formando alianças com Israel que podem ser rompida.

Os Estados Unidos, que não fazem parte da profecia pois não se conhecia as Américas na época, está ausente do cenário, o que Obama pode fazer se tornar realidade.

Haverá grandes poderes mundiais unidos nessa batalha:

1 – a federação de dez reinos, que constitui a forma final do quarto grande Império Mundial (União Europeia)
2 – a federação do Norte, (Rússia/Turquia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, que pode ser uma coligação de poderes do Norte da África, como Líbia e Egito.

William McCants, do Centro Brookings para Política do Oriente Médio, afirma que o cenário atual também coincide com as previsões apocalípticas muçulmanas. Para os seguidores de Maomé, o fim do mundo será anunciado pela guerra em Damasco, capital da Síria, e o surgimento de um tipo de “anticristo”, chamado pelo Islã de ad-Dajjal.

Por Jarbas Aragão

Via Gospel Prime

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