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CERTA DO IMPEACHMENT, DILMA NEGOCIA COM PMDB RENÚNCIA EM TROCA DE "ANISTIA" PARA ELA E LULA


Dilma Rousseff já tem certeza absoluta de que perdeu o segundo mandato fora do prazo previsto. Publicamente, não admitirá isto abertamente. Nos bastidores, participa de uma articulação inacreditável e que, se for verdadeira, é vergonhosa. Dilma aceitaria renunciar. Em troca, o novo Presidente (nesta hipótese, Michel Temer) concederia uma espécie de "anistia" político-jurídica para ela e Lula. Como diria o imortal craque Mané Garrincha, só falta combinar essa jogada com o juiz Sérgio Moro e com a Justiça dos EUA (doida para pegar Dilma, assim que ela não for mais Presidenta do Brasil, nos processos bilionários contra a Petrobras, na Corte de Nova York.

Esse inimaginável "plano de perdão" estaria sendo gestado por um ex-integrante do Supremo Tribunal Federal e um dos mais próximos estrategistas do vice Michel Temer. O jurista Nelson Jobim também é um defensor, no ambiente político, de que o STF retome as rédeas de processos de grande repercussão política, como é o caso da Operação Lava Jato. A intenção é deixar Moro fritar o andar de baixo, enquanto os ministros indicados politicamente do Supremo cuidam do andar de cima. Claramente, a cúpula do PMDB, com cínico e providencial apoio total do PSDB, deseja minimizar os efeitos da Lava Jato sobre seus caciques.

A crise política ganha dimensões apocalípticas. O sempre governista PMDB já abandonou o PTitanic. Luiz Inácio Lula da Silva já recebeu o recado de que é inútil assumir o ministério de uma Presidenta já caída. Ainda mais depois que o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, indicou ao Supremo Tribunal Federal que ele pode assumir a Casa Covil (perdão, Civil), porém isto não lhe garante o foro privilegiado. Assim, Lula permanece sob jurisprudência do juiz Sérgio Moro e cada vez mais próximo de arder no fogo purificador da Lava Jato. A única alternativa de Lula, prestes a queimar como carvão, é botar a petelândia e seus tentáculos criminosos para incendiar o Brasil. $talinácio é um Nero de mentira...

Nem com a saída de Dilma Rousseff (por impeachment, impugnação da chapa reeleitoral ou renúncia), não existe perspectiva de melhora concreta e estrutural no Brasil, em curto prazo. É instável, com grande probabilidade de radicalização, violência política e terror psicológico, o cenário do dia seguinte à queda do regime nazicomunopetralha. Ainda é conceitualmente fraco e perigosamente simplista o debate sobre soluções para tantos problemas criados desde a "proclamação" da esclerosada "Nova República" de 1985, quando os militares deixaram o Palácio do Planalto pela porta dos fundos, mais precisamente pela garagem, sem qualquer vontade de retorno (o que também não seria democraticamente ideal).

A crise econômica sinaliza que o tragédias estão próximas. Os grandes bancos já fazem reservas em seus de balanços de R$ 150 bilhões para os calotes. O principal temor é com a quebradeira sistêmica de empresas e o endividamento descontrolado das famílias. Pedidos de recuperação judicial e demissões em massa, com extinção de empregos, indicam que o Brasil caminha para uma depressão. Tende a se agravar a estagnação, combinada com carestia, loucura dos preços relativos e inflação, com a moeda valendo cada vez menos. A bagunça econômica, que causa medo e tensão, é sempre decisiva para derrubar governos péssimos e desqualificados.

Mãe de todas as outras, a crise estrutural do Estado Capumunista Rentista vai muito além das conjunturais crises política, econômica e moral. A guerra declarada entre os três poderes, com o quarto poder (o militar) apenas assistindo atentamente, tende a degenerar de um grave impasse institucional para uma tensa ruptura - que só precisa de um vácuo para acontecer. O grau a que chegou o envolvimento da classe política (executivo e legislativo) com a corrupção, contando com a conivência (e conveniência) de grande parte do judiciário, tem tudo para formar o vazio institucional (risco que alguns inocentes preferem ignorar na retórica política, com a falsa pregação de que vivemos uma "normalidade institucional"). Hoje, não é fácil nem simples indicar quem tem reais condições de assumir o poder para levar adiante o processo de mudanças estruturais necessárias no Brasil.

Vale repetir por 13 x 13 o que precisamos efetivamente no Brasil: Ordem Pública e Legitimidade, Constituição legítima. Federalismo de verdade. Democracia vigilante. Fim do voto obrigatório. Implantação do Voto distrital e distrital misto. Eleição com fiscalização pública (e não meramente informatizada) na recontagem. Aplicação severa da Lei da Ficha Limpa (permitindo candidaturas comprovadamente idôneas). Possibilidade de candidaturas independentes dos Partidos. Emprego da tecnologia para livres consultas populares. Transparência total na arrecadação e gastos públicos. Simplificação tributária, com regras claras e estáveis. Implantação do "Imposto Justo" (na venda, na importação e na exportação). Fim do "Imposto sobre salário" (nome real do "Imposto de Renda das Pessoas Físicas). Extinção do imposto sindical obrigatório. Enfim, racionalização da máquina estatal nos municípios, nos Estados e no governo da União.

Só assim o Brasil se tornará um País de verdade. Abuso de poder e ditadura do crime organizado escravizam os brasileiros. Basta!

Via: http://www.alertatotal.net/2016/03/certa-do-impeachment-dilma-negocia-com.html

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