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'RISCO DE ESTADO DE EXCEÇÃO', DIZ RUI FALCÃO SOBRE ACUSAÇÕES CONTRA O PT; ISSO FOI UMA AMEAÇA?

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (centro) participa de reunião do Conselho Consultivo do PT para elaborar propostas na área econômica que serão encaminhadas ao governo. O encontro acontece no Hotel Grand Mercure São Paulo, na Zona Sul (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo)

É inacreditável como esta quadrilha bolivariana mostra descaradamente sua verdadeira face totalitária, mas muita gente ainda segue dormindo... o que significa este tal "rico de estado de exceção"? Seria isso uma ameaça do PT contra a população brasileira aos moldes daquilo que o comunista Mauro Iasi fez na época, onde prometeu "fuzilar" quem fosse de direita?

Se estes bandidos não forem impedidos agora, de fato não sobrará nada daquilo que conhecemos de Brasil.
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O presidente do PT, Rui Falcão, afirmou nesta segunda-feira (15) que o partido se manifestará contra o que chamou de "uma série de atentados ao estado democrático de direito" ocorridos durante as investigações da Operação Lava Jato. Falcão também rebateu as críticas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"São ilações sem fundamento, direcionadas a uma pessoa e contra todas as evidências ", afirmou. "Há um risco efetivo de se gestar aqui um embrião do estado de exceção dentro do estado de direito", disse Falcão sobre os modos de investigação usados recentemente e criticados por advogados.

Falcão participou de uma reunião do Conselho Político da Presidência do PT, em um hotel em São Paulo, para discutir questões da economia do país e também como PT se posicionará em relação às investigações. Segundo ele, não foi uma reunião de decisões, mas de análise de ideias e de recolher opiniões. Ainda conforme Falcão, "não era pauta discutir a defesa de Lula" que também estava presente na reunião.

As ideias serão levadas para decisão em uma reunião do diretório nacional do Partido no Rio de Janeiro, no dia 26, quando será produzido um conjunto de ações a ser divulgado na militância e na sociedade.

Via G1

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