Últimas

GENOCÍDIO: ONU DEFENDE ABORTO EM GRAVIDEZ COM ZIKA; AGENDA EUGENISTA SEGUE A PASSOS LARGOS


Era isso que a ONU eugenista queria: empurrar goela abaixo sua agenda de redução populacional...

Mesmo sem ainda ter ligação comprovada entre os casos de Zika e a microcefalia, a comissão esquerdista de "direitos humanos" da ONU defende liberar o aborto em casos de gravidez com o vírus Zika. E como o governo brasileiro é um mero serviçal destes assassinos, é claro que isso será obedecido...

Definitivamente é o fim dos tempos! Desperta-te antes que seja tarde!
----

O principal comissário de Direitos Humanos da ONU, Zeid Ra'ad Al Hussein, conclamou nesta sexta-feira (5) para que os países com o zika vírus disponibilizem aconselhamento sobre saúde sexual e reprodutiva para mulheres e permitem o direito ao aborto. "As leis e as políticas que restringem acesso a esses serviços devem ser urgentemente revistas em consonância com os direitos humanos, a fim de garantir na prática o direito à saúde para todos", disse ele em comunicado.

O zika vírus tem sido associado no Brasil a microcefalia, uma condição de má formação de cérebros de bebês.

"Estamos pedindo aos governos para mudar essas leis, porque como eles podem pedir a estas mulheres a não engravidar? Mas também não oferecer-lhes informação que está disponível e também a possibilidade de interromper a gravidez se assim desejarem", disse em entrevista coletiva a porta-voz do comissário da ONU, Cecile Pouilly, quando questionada sobre países tais como El Salvador que criminalizam o aborto.

No Brasil, onde o aborto também é criminalizado, o crescente número de casos de microcefalia associados ao zika, tem ampliado as discussões sobre o assunto.

CNBB condena aborto em caso de microcefalia

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) condenou, em nota, o aborto para casos de microcefalia e afirmou que o aumento dos casos da doença em bebês não pode ser usado como uma justificativa para a interrupção da gravidez. Grupos que militam pela legalização do aborto anunciaram nas últimas semanas que pretendem levar a questão para a análise do Supremo Tribunal Federal (STF).

A CNBB classifica esta iniciativa como "total desrespeito ao dom da vida". O presidente da CNBB, Dom Sérgio da Rocha, se reuniu com a presidente Dilma Rousseff, no final da tarde desta quinta-feira (4), no Palácio do Planalto, apresentou a posição da Igreja contra o abordo dos bebês doentes e ofereceu ajuda ao governo na mobilização da comunidade católica para o combate ao Aedes aegypti.

Na nota, a CNBB destaca que "merece atenção especial o vírus zika por sua provável ligação com a microcefalia", mas ressalva que essa relação "não foi provada cientificamente". Em seguida, ressalta que "o estado de alerta, contudo, não deve nos levar ao pânico, como se estivéssemos diante de uma situação invencível, apesar de sua extrema gravidade". Insiste também que, "tampouco justifica defender o aborto para os casos de microcefalia como, lamentavelmente, propõem determinados grupos que se organizam para levar a questão ao STF".

A CNBB, em sua nota, também fez uma dura crítica ao governo ao falar da "vergonhosa realidade do saneamento básico no Brasil". O saneamento será o tema da campanha da fraternidade a ser lançada na quarta-feira de cinzas. Segundo a instituição, "sem uma eficaz política nacional de saneamento básico, fica comprometido todo esforço de combate ao Aedes aegypti".

Em rápida entrevista no Planalto, após audiência com a presidente Dilma, Dom Sérgio afirmou que a CNBB está mobilizando toda a comunidade católica para o combate ao mosquito Aedes aegypti. "Temos iniciativas comunitárias e temos a iniciativa do poder público. E esperamos que o poder público faça sua parte para que, de fato, seja superada esta emergência", declarou ele, acrescentando que a Igreja tem consciência da "gravidade do momento" e que pode contribuir muito na mobilização das pessoas.

Dom Sérgio colocou a Igreja à disposição para a distribuição do material preparado pelo governo para explicar a população sobre a necessidade de combater os criadouros de mosquito, mas aguarda o envio do material pelo governo.

Pesquisadores usarão 'minicérebros' para estudar efeitos da zika

Minicérebros criados em laboratório serão usados para investigar a ligação entre zika e microcefalia. As estruturas de menos de 2 milímetros reproduzem o tecido do cérebro de um feto de 3 meses e foram obtidas por meio de células-tronco. Os modelos, hoje empregados no estudo de transtornos psiquiátricos, serão inoculados com o vírus da zika. O trabalho está entre as 23 linhas de pesquisa que receberão recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio (Faperj) a partir de março.

A agência de fomento do governo fluminense dividiu os grupos científicos em seis redes que se dedicarão a pesquisas sobre zika - temas como métodos de diagnóstico, controle do mosquito, acompanhamento de gestantes infectadas pelo vírus e de seus filhos. As redes, que reúnem 379 pesquisadores, receberão R$ 12 milhões.

O pesquisador Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está entre os que têm a missão de responder se a infecção por zika provoca a microcefalia.

"A gente não tem a resposta. É muito precoce assumir que zika tem relação direta com as alterações no sistema nervoso. Existe uma correlação epidemiológica, mas isso não significa necessariamente que o vírus cause a má-formação. Tanto que a Organização Mundial da Saúde divulgou o alerta em cima do surto de microcefalia, não da zika. Existe consequência real para células do sistema nervoso humano em desenvolvimento causada pela infecção pelo vírus? Talvez até chegue ao fim (da pesquisa) e diga que não vi nenhuma evidência de alteração. Isso pode significar que o mecanismo se dê de forma indireta: uma resposta à ação inflamatória da mãe sobre o feto."

"A formatação de redes nos permitiu em espaço curto de tempo colocar mil pessoas envolvidas num trabalho para dar resposta à sociedade. São 400 pesquisadores. E acredito que novas redes vão se formar, interagir, e teremos um fato histórico extraordinário na ciência brasileira", disse o imunologista Wilson Savino, daFundação Oswaldo Cruz, coordenador de uma das redes.

Via: http://www.brasilpost.com.br/

Nenhum comentário