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DOENÇA MISTERIOSA E REPENTINA ENTRE OS PASSAGEIROS EM VOO DE LONDRES PARA LOS ANGELES

Aparamedic from London Ambulance Service, Hazardous Area Response Team, carrying out tests on the air inside the cabin of a flight forced to turn back to London over the Atlantic after crew starting fainting

Continuam desconhecidas as causa da "doença repentina" que afetou parte da tripulação e passageiros do voo AA109 da American Airlines.

O avião, um Boeing 777, que viajava de Londres à Los Angeles, declarou estado emergência em pleno voo e teve que dar meia volta à Londres, quando sobrevoava a Islândia.


Os pesquisadores levaram horas tentando averiguar o que causou o colapso de uma comissária e outras sete pessoas que adoeceram em pleno voo transatlântico.

Os passageiros se mostraram aterrorizados quando os alto falantes anunciaram se entre eles havia algum médico, isso antes do capitão declarar "emergência médica" e regressar à Londres.

Os veículos de emergência se apressaram e, uma vez no solo, o voo abortado com destino à Los Angeles foi escoltado a um terminal em Heathrow, onde foram revistadas as malas dos passageiros antes de devolvê-las.

Aos passageiros a bordo do voo, não foi permitido desembarcar imediatamente, nem os paramédicos foram permitidos tratar os doentes até que executassem testes para analisar as possíveis substâncias que haviam no ar do avião.

Os especialistas afirmam que poderiam haver toda uma séria de possíveis causas para o incidente, incluindo um problema com o ar da cozinha, uma falha no sistema de ar condicionado ou uma fuga química procedente da mala de um passageiro.

Um especialista em aviação disse que existe a possibilidade de que um forno ou peça de equipamento estivesse emitindo gases tóxicos na cozinha, seja devido a uma falha no equipamento ou devido aos produtos químicos utilizados para limpá-lo.

Sabe-se que as unidades de ar condicionado que mantêm a qualidade de ar e a pressão na cabine, sofreram falhas no passado, chegando a contaminar com substâncias procedentes dos motores.

No entanto, os especialistas dizem que tais falham apenas tornam-se evidentes devido à fumaça que se propaga pelas saídas de ar, sendo que um problema deste tipo, afetaria a todos os passageiros e não apenas alguns, algo que não aconteceu nesta ocasião.

Seis membros da tripulação da cabine e dois passageiros, entre eles um homem de 60 anos e um de 40, desmaiaram durante o voo, durante a tarde de quarta-feira, 27 de janeiro, duas horas e meia após a decolagem.

O especialista em aviação e piloto Bruce Rodger afirma que o capitão fez o correto retornando. No entanto, descartou a possibilidade de uma intoxicação alimentar, já que o trajeto havia iniciado há pouco tempo.

Tudo parece indicar que o problema estaria relacionado com a qualidade do ar.

Um dos passageiros, Alan Gray, de 41 anos, disse que ele e seus companheiros de viajem não foram explicados sobre o porquê de lhes confiscarem a bagagem.

"Quando aterrizamos haviam carros de polícia, ambulâncias e bombeiros que nos acompanharam pela pista e ficamos detidos durante 45 minutos antes da acoplagem do avião".



"Após isso, uma única pessoa começou a monitorar o ar. Então, foi permitido o acesso aos paramédicos para tratar os doentes e todo mundo pode sair"


Outro dos passageiros afirma que "uma das assistentes de voo desmaiou enquanto caminhava pelo corredor. Então, outros seis membros da tripulação da cabine disseram sentir-se enjoados e ao ponto de perder os sentidos. Logo após, três passageiros começaram a sentir-se mal também e o capitão decidiu voltar à Londres."

Agora e, após as primeiras análises de ar realizadas, ainda desconhecem as causas dos desmaios...

Via: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3419458/Los-Angeles-bound-flight-returns-Heathrow-medical-emergency-involving-passengers-crew.html e http://www.anovaordemmundial.com/

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