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QUEDA LIVRE: BOLSA DE XANGAI VOLTA A RECUAR E FECHA EM BAIXA DE QUASE 7%


A Bolsa de Xangai encerrou a sessão de terça-feira (26) em forte queda de 6,42%, em consequência das vendas em massa de ações. O clima de pânico geral foi provocado por nova queda nos mercados acionários globais e nos preços do petróleo.

O desempenho dos índices foi negativo mesmo após ações do Banco Central chinês, que injetou 440 bilhões de yuanes (US$ 67 bilhões) no sistema financeiro para responder à crescente necessidade de liquidez antes das festas do Ano Novo lunar.

O índice composto de Xangai perdeu 6,42%, ou 188,72 pontos, a 2.749,79 unidades.

Na Bolsa de Shenzhen, segundo mercado financeiro da China continental, o índice teve perda ainda mais expressiva: 7,12%.

A Bolsa de Tóquio também encerrou a sessão de terça-feira em baixa de 2,35%. O índice Nikkei perdeu 402,01 pontos, a 16.708,90 unidades.

Bolsas europeias
As bolsas europeias também abriram em queda nesta terça. O índice português PSI20 recuava 0,2%, mas é um dos que menos caíam na Europa, que segue a tendência negativa do preço do petróleo e dos mercados asiáticos.

O índice DAX-30 da Bolsa de Valores de Frankfurt abriu em baixa de 1,28%, aos 9.611,84 pontos.

O índice da Bolsa de Valores de Milão, FTSE MIB, começou em queda de 1,52%, aos 18.358,92 pontos.

Já o índice geral, o FTSE Italia All-Share, caía 1,45% na abertura do pregão, para 20.012,77 pontos.

O índice seletivo CAC-40 da Bolsa de Valores de Paris abriu nesta terça-feira em baixa de 1,6%, aos 4.242,14 pontos.

O índice principal da Bolsa de Valores de Londres, o FTSE-100, recuava 1,41%, aos 5.793,93.

Relativa estabilidade
Até hoje, as bolsas chinesas estavam vivendo um período de relativa estabilidade depois da crise do início do mês, quando os pregões do país estremeceram o mundo com perdas superiores a todo o ganho de 2015.

A China tentou então de aplacar as perdas com um novo mecanismo de "circuit braker" do mercado que estreou em janeiro. Dias depois, ele foi suspenso por provocar o efeito contrário ao desejado. O mecanismo encerra as negociações no dia se há queda ou alta de 7%.

A demanda de dinheiro aumenta no país um pouco antes do Ano Novo chinês (o ano do macaco terá início em fevereiro). Neste período, as empresas pagam aos funcionários os salários e bônus anuais, e os chineses aumentam as compras.

Fonte: AFP e http://www.ultimosacontecimentos.com.br/

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