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MTST, MOVIMENTO PASSE LIVRE, E A ESQUERDA DISFARÇADA DE ESTUDANTE - ENTRE DETIDOS, UMA FUNCIONÁRIA DE HADDAD

Mais uma vez a Esquerda Farsante, que outrora usava o disfarce de 'Black Blocs', hoje se fantasia de "pobre crianças indefesas" para tentar trazer o caos pelas ruas de São Paulo, e junto a isso, como de praxe, a ajuda fiel da mídia manipuladora...

É lógico que existe a presença minoritária de alunos de 15, 16, 17 anos entre os manifestantes, porém estes são meros marionetes do "pão com mortadela" para fazer massa aos bandidos vermelhos...
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A Polícia Militar de São Paulo, mais uma vez, está de parabéns. Na condição de democracia de farda, garantiu a milhares de paulistanos o direito de ir e vir e acabou com o bloqueio que uma maioria de esquerdistas disfarçados de estudantes e uma minoria de estudantes disfarçados de esquerdistas (ainda que não o soubessem) promoviam na Avenida Nove de Julho, em São Paulo.

Esquerdista disfarçado de estudante

O policial contém um senhor parrudo, de barba, que anda, pela aparência, ali pelos 30 anos. É claro que ele não é estudante. Como estudantes não são boa parte dos que promovem ocupações de quase duas centenas de escolas, impedindo o funcionamento normal das aulas, já no fim do ano letivo.

Os ditos manifestantes se opõem a uma reestruturação implementada pela Secretaria da Educação, que acabará destinando 92 prédios a outras finalidades — todas elas ligadas à educação. Não há um plano de fechamento de estabelecimentos de ensino, como acusa a esquerda perturbada. Isso é apenas uma mentira.

A negociação seguiu o caminho de sempre da esquerda em casos assim. O comando da Polícia Militar chamou os líderes da manifestação, depois de, atenção!, cinco horas de bloqueio e deixou claro que eles teriam de sair da via. Afinal, já haviam dado o seu recado.

Sabem o que decidiram os esquerdistas disfarçados de estudantes e os estudantes disfarçados de esquerdistas? Que eles permaneceriam bloqueando a via por tempo indeterminado.

Aí foi preciso, em nome da maioria democrática, usar algumas bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo. Assim são as coisas. Eu as enfrentei contra a ditadura, sabem? Acho um privilégio esses fascistoides serem dispersados pelos instrumentos que oferece a democracia.

Já escrevi aqui: apresentar petições ao poder público é um direito e um dever. Mas não é o que está em curso. Um dos grupos que coordenam as invasões é o MTST, especialista nessa área. Vários grupelhos ligados ao PT e a outros partidecos de esquerda constituem a linha de frente dessas invasões, que contam com o repúdio da esmagadora maioria dos estudantes.

A politização da ocupação é evidente. Vejam o que aconteceu na Escola Estadual Coronel Antônio Paiva de Sampaio, em Osasco.

O vandalismo deixou pouca coisa em pé. O prédio foi desocupado nesta segunda. Computadores, armários, cadeiras e mesas estavam revirados e quebrados. A marretadas. Micros e tablets foram roubados, e tentaram botar fogo no prédio.

Mas a sociedade reage. Pais e alunos começam a se organizar para desocupar as escolas invadidas. Basta olhar as fotografias para perceber que a esmagadora maioria que promove as invasões e as manifestações violentas não são estudantes.
O PT e suas franjas resolveram usar a questão para tentar se levantar dos escombros em São Paulo. E, como de hábito, pelo caminho da violência.

Resta à Polícia Militar usar a força necessária, que lhe faculta a democracia. Nem de menos nem de mais. Apenas o necessário. Se, para tanto, for preciso usar algumas bombas, que elas instruam no limite do necessário, já que essa gente decidiu rasgar a Constituição.

Como? Há estudantes de fato, apenas indignados com a reestruturação? Que, então, não se misturem com bandidos e os expulsem da escola. Ou a polícia o fará.

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Entre os detidos em protestos de falsos estudantes, uma aluna de jornalismo, funcionária da Prefeitura de SP

Petistas e esquerdistas menores continuam a bloquear avenidas acusando o que não vai acontecer: fechamento das escolas


E os petistas e esquerdistas menos relevantes continuam a promover bloqueios de ruas de São Paulo, sempre com grupelhos de meia dúzia de gatos-pingados. O pretexto é falso: o fechamento de escolas estaduais, o que não vai acontecer.

Já foram registrados protestos em ao menos dez vias da capital paulista. Os ditos alunos chegaram a travar o cruzamento da avenida Angélica com a avenida São João, na região central, mas foram dispersados pela Polícia Militar. No início da tarde, invasores do colégio Fernão Dias, localizado em Pinheiros, fecharam o cruzamento das avenidas Nove de Julho e Cidade Jardim.

Nos protestos desta quinta, quatro manifestantes foram detidos, sendo três maiores de idade e um menor. Entre eles está uma estudante de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero chamada Isabela. Tem 21 anos e é funcionária da Prefeitura de São Paulo.

Por Reinaldo Azevedo.

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