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INACREDITÁVEL: TRANSGÊNERO COM SETE FILHOS DEIXA FAMÍLIA PARA VIVER COMO MENINA DE 6 ANOS

 Stefonknee Wolscht em documentário

É inacreditável o que Satanás está fazendo na mente das pessoas! É bizarro! Mas como muitos já suspeitavam, é esta destruição mental que a "identidade de gênero", promovida por governos de esquerda, pela Onu, e permitido até por falsas igrejas evangélicas, sempre quis estabelecer... Essas criaturas não se satisfazem mais em se vestir e se portar como sendo do sexo oposto... agora querem se transformar em animais, objetos, e o mais perigoso: em crianças! Conduta esta que pode ser uma porta aberta para pedófilos... ou seja, qualquer vagabundo pedófilo pode fingir que é "transgênero", que deseja se vestir como criança, como este maluco da história aqui relatada, para assim, entrar numa escola, ou em qualquer outro lugar, e então, assediar crianças...

O que esperar mais? Que o juízo de Deus seja estabelecido, e que os tempos se findem!
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Uma canadense transgênero deixou sua mulher e sete filhos para trás para começar uma vida nova como uma menina de 6 anos.

Stefonknee Wolschtt, hoje com 46 anos, era casada há 23 quando descobriu sua transexualidade. Agora na pele de uma garotinha, Stefonknee vive com uma família adotiva e diz não querer ser adulta, ao menos por enquanto.

"Não posso negar que fui casada. Não posso negar que tive filhos. Mas segui em frente agora e voltei a ser uma criança", disse ela ao Daily Xtra.

Stefonknee com sua ex-mulher e seus filhos antes da transformação | Reprodução/Youtube (xtraonline)

Após a mudança, sua então mulher não conseguiu aceitá-la da forma como ela se identificava e disse que Stefonknee deveria "parar de ser trans ou ir embora". Foi quando ela saiu de casa para viver com uma família que a abraçou e se sentia confortável com o fato de ela ser uma menina de 6 anos.

Segundo Stefonknee, a neta caçula de sua nova família queria uma irmã e por isso se estabeleceu que ela seria a mais nova das duas.

"Nós nos divertimos. Nós colorimos, fazemos coisas de criança", explica ela, que chegou a tentar se matar no dia do casamento de sua filha. "Se chama terapia de brincar. Sem medicação, sem pensamentos suicidas. Eu só tenho que brincar."

Stefonknee Wolschtt agora vive com uma família adotiva, na pele de uma garotinha de 6 anos | Reprodução/Facebook



Via: O Globo, http://blogreaca.blogspot.com.br/

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