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DURANTE JOGO, TIROTEIOS E EXPLOSÕES EM PARIS DEIXAM PELO MENOS 60 MORTOS


Paris está novamente sob ataque. Cerca de 10 meses depois do atentado à redação do jornal satírico "Charlie Hebdo", pelo menostrês tiroteios foram registrados em pontos diferentes da capital francesa. Até o momento, o balanço da polícia contabiliza pelo menos 40 mortos (atualizado para 60 - 22h).

Além disso, uma explosão atingiu um bar perto do Stade de France, onde acontece um amistoso entre a seleção local e a Alemanha. O presidente François Hollande estava na arena e precisou ser evacuado. Ele foi levado ao Ministério do Interior onde iniciou uma reunião de emergência, segundo informações divulgadas pelo Twitter da presidência.

No primeiro tiroteio, um indivíduo abriu fogo com um fuzil kalashnikov em um restaurante no 10º arrondissement.


Logo em seguida, ao menos 50 disparos foram ouvidos na célebre casa de espetáculos Bataclan, perto da redação do "Charlie Hebdo". Há pelo menos 100 reféns no local.

Pouco depois, o palco de tiroteios foi o 11º arrondissement, onde 12 indivíduos estão caídos no chão.

Os tiroteios reacendem o clima de terror instaurado na cidade em janeiro passado, quando dois homens armados invadiram a sede do "Charlie Hebdo" e mataram 12 pessoas. Dois dias depois, outro jihadista sequestrou um mercado kosher em Paris e deixou quatro mortos. Antes disso, ele já havia matado uma policial durante uma troca de tiros.
"Alá é o maior"

Os autores de um dos atentados cometidos no centro de Paris gritaram "Alahu Akbar" ("Alá é o maior") enquanto atiravam com armas automáticas, afirmou uma testemunha em entrevista à rádio "France Info".

A testemunha, que fez seu relato aos prantos, contou que estava com sua mãe na casa de espetáculos Bataclan e que vários indivíduos invadiram o local e abriram fogo.

Ainda de acordo com a testemunha, após uma rajada de tiros, quando parecia que os supostos terroristas tinham saído, ela conseguiu escapar com sua mãe.

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