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DO LADO ERRADO: EUA ENTREGAM 50 TONELADAS DE MUNIÇÃO A “REBELDES SÍRIOS”, DIZ CNN


E os globalistas, sob a capa dos EUA e do governo fraudulento de Obama, continuam a financiar os jihadistas assassinos... Essa história de apoiar a quem agora eles chamam de "milianos rebeldes moderados" é coisa para boi dormir... na verdade o dinheiro dos cidadãos americanos prossegue a financiar os assassinos de cristãos do Estado Islâmico.

Por outro lado, o presidente russo, Vladimir Putin também continua a ser aclamado como "salvador" da Síria, detonando o Estado Islâmico.

Até onde esta encenação vai chegar?

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Os Estados Unidos entregaram 50 toneladas de munição a grupos rebeldes no norte da Síria, em uma tentativa urgente de reformular o fracassado programa de treinamento de milícias opositoras, segundo declarações de funcionários americanos divulgadas nesta segunda-feira pela rede "CNN".

A entrega foi feita ontem através do lançamento de paraquedas com 112 caixotes, confirmou um funcionário americano na condição de manter o anonimato. Um avião de transporte C-17, escoltado por caças, lançou toneladas de munição e granadas na província de Al-Hasakah a um grupo rebelde apoiado pelos Estados Unidos e conhecido como Coalizão Síria-Árabe. As fontes americanas garantiram que todo o material foi recolhido com sucesso pelos rebeldes aliados dos americanos.

Os Estados Unidos anunciaram na semana passada o fim do plano de treinar milhares de milicianos rebeldes moderados sírios que deviam lutar no território sírio contra os jihadistas do Estado Islâmico (EI) e eventualmente ser uma alternativa ao governante de Bashar al Assad. A decisão de apoiar os rebeldes sírios aliados aos Estados Unidos por outros meios se dá pouco depois de Rússia começar uma campanha de bombardeios para apoiar al-Assad na guerra civil.

O conflito que a Síria vive desde março de 2011, quando surgiu uma série de protestos contra o governo de Al-Assad, deixou 220 mil mortos e gerou mais de 4 milhões de refugiados que se dirigiram a outros países, assim como 7,6 milhões de deslocados internos, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: EFE.

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