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DISCURSO DE LÍDERES MUNDIAIS NA ONU: JERUSALÉM NO CENTRO


Logo no início da histórica 70ª Assembleia Geral da ONU, a questão de Israel tornou-se logo parte das condenações nos discursos dos líderes mundiais que desde segunda-feira têm subido ao pódio mundial para expressar as suas opiniões, convicções e, em alguns casos, até o seu ódio anti-sionista e anti-semita.


A presidente brasileira Dilma Rousseff, primeira interveniente nos discursos, não conseguiu esconder o seu anti-sionismo ao afirmar o seguinte:

"Não se pode postergar a criação de um estado palestino que conviva pacificamente e harmonicamente com Israel", acrescentando ainda que "Não é tolerável assentamentos dos territórios ocupados."

Sinceramente, creio que esta senhora tem muito mais com que se preocupar e ocupar do que com os problemas internos de um estado soberano chamado Israel, a única democracia no Médio Oriente...

Creio que o povo brasileiro merece estar melhor representado...

REI DA JORDÂNIA

Como se não bastasse a sua provocação em relação ao primeiro-ministro israelita Netanyahu, recusando-se a atender qualquer contato do mesmo, o rei Abdullah II da Jordânia veio ao pódio afirmar a sua política anti-sionista e pró-islâmica:

"Juntamo-nos aos muçulmanos e aos cristãos em todo o lugar na rejeição das ameaças ao carácter árabe desta cidade santa (Jerusalém)."

Para além desta lamentável declaração, o rei da Jordânia ainda aproveitou a ocasião para chamar a si (Jordânia) "o sagrado dever" de preservar os lugares sagrados muçulmanos e cristãos, um claro desafio à soberania israelita sobre TODA a Cidade Santa de Jerusalém, a Capital eterna, una e indivisível da nação de Israel.

PRESIDENTE DO IRÃO

Obviamente que do Irã nada de bom se pode esperar. O presidente do ditatorial regime teocrático dos ayatollahs, Rouhani, veio com a sua habitual verborreia verbal, afirmando que o habitual apoio dos Estados Unidos a Israel fornece uma desculpa para o terrorismo mundial: "Se não tivéssemos o incondicional apoio (norte-americano) às ações desumanas do regime sionista contra a oprimida nação da palestina, os terroristas não teriam hoje uma desculpa para a justificação dos seus crimes."

Não fosse pela seriedade da questão e pelas partes envolvidas, dar-me-ia uma imensa vontade de rir às gargalhadas com a desfaçatez deste criminoso responsável mor pelo apoio moral e material a alguns dos mais conhecidos grupos terroristas do Médio Oriente, como é o caso do Hamas, do Hezbollah, Jihad Islâmica, todos eles ambicionando a pura e simples aniquilação do estado de Israel.


Mas a culpa maior não é deste canalha. É dos líderes mundiais hipócritas como Hussein Obama e Ban ki-Moon que permitem que um assassino deste calibre possa subir ao pódio do mundo para vociferar o seu ódio e ameaças contra o regime sionista. O próprio chefe do Vaticano, no seu papel de falso profeta, há poucos dias atrás elogiou o recente acordo nuclear entre as grandes potências e o Irão, dando assim carta branca a um dos mais sinistros regimes mundiais, provavelmente o maior promotor do terrorismo islâmico internacional...!

AL-SISI, PRESIDENTE DO EGITO

Não sendo um declarado inimigo de Israel, o presidente egípcio defendeu no seu discurso de segunda-feira que o estabelecimento de um estado palestiniano nas fronteiras de 1967 com capital em Jerusalém oriental iria remover um factor central na instabilidade regional.

"Os acontecimentos recentes na al-Aqsa enfatizam a necessidade de uma solução compreensiva" - afirmou Sisi no pódio da ONU, acrescentando que "uma solução para a questão palestiniana irá mudar a face do Médio Oriente e trazer enorme progresso."

OBAMA SILENCIOSO SOBRE ISRAEL E OS PALESTINIANOS

Surpreendentemente, e ao contrário do que sempre fazia nos discursos anteriores, o presidente norte-americano, no seu discurso de ontem não fez qualquer menção a Israel nem aos palestinianos. Cansado do assunto? Talvez...Afinal, tem muito mais com que se ocupar...Irã, Síria, etc.

MAHMOUD ABBAS

No seu esperado discursos de ontem o presidente da Autoridade Palestiniana nada fez mais do que ameaçar romper com os "acordos de Oslo", rejeitando dessa forma qualquer acordo com Israel, que continuamente acusou de "poder ocupante."

Usando a saturada táctica da vitimização, o líder palestiniano afirmou que o seu povo procura a paz, esquecendo-se obviamente de mencionar os constantes ataques provocados sistematicamente pelos palestinianos contra os judeus, especialmente em Jerusalém nestes últimos dias...

Mais do mesmo de alguém que não tem nada mais a dar a não ser mentiras, mentiras, mentiras...

Fonte: Shalom Israel e http://www.ultimosacontecimentos.com.br/

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