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CRISTÃ? PRIMEIRO GRANDE ATO DO PARTIDO DE MARINA SILVA: COMBATER A FAMÍLIA


Ainda estou aguardando a resposta dos supostos "profetas" que "profetizaram" que Marina seria escolhida por "Deus" para ser presidente do Brasil em 2014... enquanto nós que pregamos a verdade do evangelho de Cristo, somos perseguidos e criticados, estes falsos profetas enganadores continuam livres e prestigiados no antro evangélico...

...mas é certo que um dia colherão aquilo que plantaram (Gálatas 6:7)...
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A Rede Sustentabilidade, partido fundado por Marina Silva e reconhecido oficialmente dias atrás pelo STF, teve como seu primeiro grande ato, conforme reportagem do GospelPrime, condenar o Estatuto da Família, que nada mais faz do que reforçar a própria Constituição em sua estipulação de que a relação conjugal é somente entre homem e mulher.

Rejeitando a Constituição e a definição tradicional de homem e mulher, a Rede Sustentabilidade argumenta, ilogicamente, que o Estatuto da Família é um “retrocesso” e “um claro desafio à Constituição.”

Ora, antes de mais nada é preciso deixar claro que a Rede Sustentabilidade, em suas posturas esquerdistas, vai contra Deus e Sua Palavra, a Bíblia. O caso fica muito pior porque esse partido foi fundado por uma evangélica, uma mulher cujo objetivo maior na vida deveria ser seguir e proclamar o Evangelho de Jesus Cristo, não ideologias opostas ao Evangelho.

Marina Silva é membro da Assembleia de Deus (AD), denominação evangélica que, tradicionalmente, não é cultivadora da Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação. Marina não conheceu a TMI na AD. Na verdade, ela conheceu a Teologia da Libertação na Igreja Católica, através de Leonardo Boff. Mas quando se transferiu para a AD, Marina não passou por nenhum processo de libertação, trazendo consigo toda a bagagem de confusão esquerdista de seu passado católico.

Além de não ter oferecido nenhum processo de libertação para Marina, a Assembleia de Deus não adotou nenhuma medida disciplinar contra as várias posturas esquerdistas dela nem repudiou publicamente essas posturas.

Mas como a AD poderá fazer isso se seus melhores líderes pouco ou nada entendem de marxismo? Tempos atrás, Gutierres Fernandes Siqueira, assembleiano dono do site Teologia Pentecostal,disse que não existe conexão entre Teologia da Missão Integral (TMI) e marxismo. Com tal visão curta, não dá para ver muito problema em Marina.

Gutierres tem algumas ligações com o Mackenzie, que abriga, entre seus professores, líderes da TMI no Brasil. Os professores mais “conservadores” do Mackenzie diziam, até o ano passado, que não havia uma conexão entre TMI e marxismo.

Mais recentemente, o teólogo presbiteriano Augustus Nicodemus, depois de passar anos vacilando sobre a TMI, declarou que, sim, existe conexão entre TMI e marxismo — convenientemente num momento em que nacionalmente já não mais é possível negar tal conexão.

Se Gutierres seguiu a perspectiva anterior errada do Mackenzie (“não há conexão entre TMI e marxismo”), agora ele pode, como bom mackenzista, seguir o desvacilo de Nicodemus (“há conexão entre TMI e marxismo”).

Mais ainda: com esse novo conhecimento, Gutierres deveria incentivar a Assembleia de Deus a adotar uma postura rigorosa contra a TMI e marxismo no caso de Marina Silva.

Entretanto, o caso não envolve apenas a AD. A principal máquina de propaganda de Marina na eleição passada foi Valnice Milhomens, que fez todo o possível (inclusive usando revelações) para alavancar Marina para uma suposta vitória divina para a presidência. Se Marina tivesse ganho, Valnice encheria o peito para proclamar um suposto triunfo de suas profecias, quando na verdade quem mais ganharia seria a TMI e a Teologia da Libertação.

A maior vitória seria Marina renunciar ao esquerdismo, mas ela declarou neste ano que “a solução não está em renegar a esquerda e ir para a direita.” No entanto, a solução sempre foi em renegar a esquerda e ir para Jesus Cristo. Agora, quem vai ter a coragem de dizer para Marina que não há libertação sem renúncia?
Recentemente, conversei com meu amigo William Murray. Ele é filho de uma das comunistas mais famosas dos Estados Unidos, Madalyn Murray O’Hair, a americana que ficou notória por ter ido ao Supremo Tribunal dos EUA para exterminar nas escolas americanas uma antiga prática: a leitura da Bíblia. O Supremo Tribunal deu ganho de causa para Madalyn e em 1963 a Bíblia foi oficialmente banida das escolas americanas. A Bíblia foi banida na nação mais protestante do mundo. Tal era a influência da comunista Madalyn.
William Murray foi criado na ideologia marxista vendo o governo como fonte de toda suposta bondade para os pobres, forçando todos os cidadãos a entregar o fruto de seu trabalho para isso. Hoje, como seguidor de Jesus Cristo que renunciou à esquerda, William acredita que somente a caridade voluntária, não o roubo governamental contra os cidadãos trabalhadores, pode ajudar os pobres. E o que ele diz, ele pratica. Ele fundou e preside uma organização cristã, a Coalizão de Liberdade Religiosa, que dá assistência a viúvas cristãs e seus filhos na Síria e no Iraque. Essas mulheres cristãs são vítimas do Estado Islâmico e seus maridos foram mortos por muçulmanos.

O trabalho de William para ajudar milhares de viúvas e crianças cristãs não conta com um pingo de dinheiro governamental. Tudo é feito com a participação de caridade de igrejas e cristãos individuais nos EUA que enviam recursos.

William renunciou à esquerda e hoje ajuda por meio da caridade, amor e atos voluntários.
Marina Silva nunca renegou à esquerda e continua vendo o governo, não a caridade voluntária e muito menos Jesus Cristo, como fonte de salvação social para os pobres. Tudo o que ela quer é ser uma Madalyn Murray O’Hair gospel no Brasil.

A Assembleia de Deus (de Gutierres Fernandes Siqueira) e a Rede Apostólica (de Valnice Milhomens) deveriam dar para Marina a única coisa de que ela mais precisa: renunciar à TMI e à Teologia da Libertação. Enquanto isso não ocorre, toda profecia e ambição evangélica política pró-Marina não serve aos propósitos de Deus.

Aliás, o ato da Rede Sustentabilidade de condenar o Estatuto da Família é uma grande violência aos propósitos de Deus. E Marina, como fundadora dessa rede, é cúmplice direta dessa violência. O fato de Marina ter ligação com a AD e Valnice torna a violência ainda mais vergonhosa se nada for feito.

Estando ou não Marina aberta para libertação, tanto a Assembleia de Deus quanto a Rede Apostólica têm a responsabilidade moral e cristã de repudiar publicamente as posturas esquerdistas dela.

Estando ou não Marina disposta a renegar à esquerda, algo precisa ser feito.


O senador Magno Malta, em vídeo no Youtube (https://youtu.be/RyoL9va8iuk), já se manifestou contra a postura de Marina e seu partido atacarem a família brasileira.

Só falta agora a Assembleia de Deus e Valnice Milhomens.

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