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MAIS CRISE: STANDARD & POOR'S REBAIXA NOTA, E BRASIL PERDE GRAU DE INVESTIMENTO



Economia brasileira em queda livre... como já declararam: o Brasil é a nova Grécia da América Latina!
E com isso mais desemprego, mais impostos, mais dívidas, preços nas alturas...

Enquanto isso, o país, e principalmente a "igreja", rejeitam os sinais e convites de Deus para se arrependerem dos seus maus caminhos, e se restaurarem... é como um sapo sendo cozinhado em água morna... será que irão perceber só quando estiverem numa miséria sem volta?

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A agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) rebaixou o rating do Brasil de BBB- para BB+ e manteve a perspectiva negativa da nota. Com o rebaixamento, o País passa a ser grau especulativo pela agência.

"Os desafios políticos do Brasil continuam a aumentar, pesando sobre a capacidade e a vontade do governo em apresentar um orçamento para 2016 ao Congresso coerente com a correção política significativa sinalizada durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff", diz a agência.

O rebaixamento da nota do Brasil pela S&P ocorre pouco mais de um mês depois de a agência ter revisado a perspectiva do rating do País de estável para negativo.

Em julho, a S&P havia revisado para negativa a perspectiva do rating do Brasil (já em BBB- desde março de 2014, um degrau acima dograu especulativo) e de 30 empresas brasileiras por conta do cenário político e econômico no País e da operação Lava Jato.

Em 2008, a S&P foi a primeira agência a puxar os títulos do Brasil para grau de investimento. Na Fitch e Moody's, o Brasil ainda mantém o grau de investimento. O rating, ou nota de crédito, é o resultado da avaliação de uma agência de classificação de risco sobre a qualidade de um título de dívida emitido por uma empresa ou país.

O rating indica, portanto, se o emissor é um bom ou mau pagador e quais as chances de ocorrer um calote daquela dívida.Um grande número de fundos de pensão, fundos de investimento e de carteiras de aplicação, por lei ou regulamentação específica, só pode aplicar em títulos seguros, que levam certificado de grau de investimento.

O rebaixamento dos títulos do Brasil implica forte redução de procura por eles, movimento que costuma ser antecipado pelos mercados. Não só os grandes aplicadores passarão a desovar os títulos do Brasil, como, também, derrubarão sua procura. A redução do preço do título implica alta dos juros. Ou seja, o Tesouro terá de pagar mais pela sua dívida.

Via: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias

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