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GUERRA! SUBMARINO RUSSO COM 20 MÍSSEIS BALÍSTICOS INTERCONTINENTAIS E 200 OGIVAS NUCLEARES SE DIRIGE PARA A SÍRIA


Se essas informações forem precisas, o caldo já quente no Oriente Médio corre o risco de ferver e entornar …

Segue artigo traduzido:
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O maior submarino do mundo, o Dmitri Donskoy (TK-208), codificado pela OTAN como Typhoon, zarpou para o Mediterrâneo e está rumando para a costa da Síria, segundo o DEBKAfile reporta exclusivamente a partir de suas fontes militares e de inteligência. A bordo do submarino estão 20 mísseis balísticos intercontinentais com uma estimativa de até 200 ogivas nucleares. Cada míssil, com um alcance de 10.000 km, leva 6 a 10 ogivas nucleares MIRV.

O submarino zarpou de sua base russa do Mar do Norte em 04 de setembro, escoltados por navios de guerra e dois anti-submarinos. Sua chegada ao destino, estimados em 10 dias, irá completar o novo destacamento militar russo na Síria.

A introdução de uma força nuclear oposta nas margens sírias pelo presidente Vladimir Putin se acumula ao que primeiro parecia uma operação para fortalecer o regime de Assad em Damasco com uma expedição militar capaz de um confronto aéreo e marítimo com as forças dos EUA no Oriente Médio.

O Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, no sábado em 5 de setembro, expressou preocupação com os relatos de “crescente acúmulo militar na Síria” por parte da Rússia em um telefonema ao ministro do Exterior russo, Sergey Lavrov. O Departamento de Estado informou: “O secretário deixou claro que, se tais relatórios forem precisos, essas ações poderiam resultar numa nova escalada do conflito e conduzir a uma maior perda de vidas inocentes, aumentando os fluxos de refugiados e o confronto de riscos com o ISIL e das forças de coalizão na Síria”.

Kerry estava se referindo ao potencial de interferência russa com os ataques aéreos da coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico na Síria. Fontes do DEBKAfile em Washington e Moscou relatam que o envio de um submarino nuclear para águas sírias é tido como uma forte mensagem de que o Kremlin não vai deixar os EUA dificultarem a sua intervenção militar no conflito sírio e vai a extremos para manter o caminho aberto para o fluxo de tropas russas para o país devastado pela guerra.

Esta situação tem ido muito além das intenções da administração Obama quando as negociações russo-americanas foram inicialmente detidas pelas forças dos EUA colocadas na Turquia e no Iraque, juntamente com as tropas russas que chegam na Síria, para lançar um esforço conjunto contra o Estado islâmico. Essas negociações não deram em nada.

Via: http://dcvcorp.com.br/?p=1978

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