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EURÁBIA – A EUROPA ISLAMIZADA; A CERTEZA DE QUE VIVEMOS O APOCALIPSE


Eurábia é um neologismo, originado da ideia de que uma nova Europa está em gestação, onde a cultura dominante não será a ocidental, e sim a islâmica; e para a qual a imigração será a estratégia de multiplicação dos adeptos do Islã. Este conceito foi desenvolvido por Bat Ye’or e popularizado pela escritora italiana Oriana Fallaci (29/06/1929 a 15/09/2006 – Florença, Itália).

Segundo esta previsão, a nova Europa teria começado a se desenhar após a crise do petróleo dos anos 1970, que teria obrigado os governantes europeus a fazer concessões aos países árabes, donos das principais jazidas do mundo. Estas concessões incluiriam:

>> Uma política exterior conciliada com os países árabes, em oposição aos Estados Unidos da América e Israel.
>> A entrada da Turquia na União Europeia.
>> A abertura à imigração procedente dos países muçulmanos.
>> O repúdio à menção das raízes cristãs da Europa na Constituição Europeia.
>> A defesa da falsa compatibilidade entre o Islã e a democracia.
>> A romantização de certos períodos da história europeia, como na dominação de Al-Andalus, ao mesmo tempo em que se repudia a Reconquista da Europa ou a Colonização da América.
>> A adoção da tolerância cultural, com a aceitação da poligamia e outras prerrogativas islâmicas.

“ORÁCULOS” SÓCIO-POLÍTICOS DE ORIANA FALACCI:

"A Europa tornou-se Eurábia, uma colônia do Islã onde a invasão islâmica não procede apenas no sentido físico, mas também penetra as mentes e a cultura. O servilismo aos invasores envenenou a democracia, com consequências óbvias para a liberdade de pensamento e o conceito de direitos humanos".

"Na instituição da Eurábia, eu considero três pontos cruciais:

>> Ponto número um - a imigração é o cavalo de Tróia que tem penetrado no Ocidente, transformando a Europa no que eu chamo de Eurábia.

>> Ponto número dois - Eu não acredito no absurdo do chamado multiculturalismo. E menos ainda acredito na chamada integração, cuja falsidade foi tão bem materializada no aviso que, em 1974 deu à ONU, o líder argelino Boumedienne: "Logo irromperemos no Hemisfério Norte. E lá irromperemos não como amigos, mas para conquistar. Vamos conquistá-los preenchendo seus territórios com os nossos filhos. Serão os ventres das nossas mulheres nos darão a vitória”.

>> Ponto número três. Acima de tudo, eu não acredito na fraude do Islã moderado. E eu vou continuar repetindo: "Acorda, Ocidente, acorda! Temos uma guerra declarada, estamos em guerra. E na guerra temos que lutar!"

"O Ocidente está doente. Está doente moral e intelectualmente. E você sabe o que é o particularmente mais penoso? É que são as próprias pessoas que se dizem progressistas, iluminadas, liberais, homens e mulheres de esquerda, que estão alimentando o câncer. Câncer intelectual e moral. Precisamente porque o câncer não entende o significado da palavra moral, não sabemos mais separar a moralidade da imoralidade".

"Você não pode sobreviver se não conhece o seu passado. Nós sabemos por que as outras civilizações desapareceram: por excesso de riqueza e prosperidade, junto à falta de moralidade e espiritualidade ... Quando você desistir de seus princípios e dos seus valores ... quando você zombar destes princípios e valores, você estará morto, sua cultura estará morta, sua civilização estará morta, a esperança estará morta”.

"Todas as nações que se esquecem de sua alma estão fadadas ao colapso. Estamos cometendo suicídio, meus queridos. Estamos nos matando com o câncer moral, com a falta de moralidade e com a ausência de espiritualidade. É por isso que a Europa se tornou Eurábia, e a América está se encaminhado para tal. E é por isso que, com a cara marcada pelo sinal de que fala o Apocalipse, a marca da escravidão e da vergonha, muitos ocidentais vão acabar ajoelhados no tapete para rezar cinco vezes por dia ao seu novo senhor, ou seja Alá."

Via: A Pauta

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