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ABORTO: PASTOR PRESBITERIANO DIZ QUE BEBÊ EM GESTAÇÃO SÓ SE TORNA UMA PESSOA “QUANDO ALGUÉM O AMA”


No livro “Aborting Aristotle: Examining Fatal Fallacies in the Abortion” (Abortando Aristóteles: Examinando as Falácias Fatais do Aborto), o escritor pró-vida Dave Sterrett disse que ele teve um encontro com um pastor presbiteriano que acreditava que um bebê só era realmente uma pessoa depois que alguém o amava.
Ele explicou: “Um pastor presbiteriano na minha cidade certa vez disse que ele daria todo apoio para sua filha adolescente fazer um aborto. Quando outro pastor lhe perguntou: ‘Quando você acredita que uma pessoa humana começa a existir ?’ O pastor presbiteriano respondeu: ‘Penso que alguém se torna uma pessoa quando nós a amamos.’”

Essa é uma opinião fascinante acerca da pessoa humana, principalmente de um líder religioso cristão que tem a obrigação de dar a importância máxima ao que Deus diz sobre o assunto. Contudo, os comentários do pastor não são nem um pouco surpreendentes, considerando a posição oficial da Igreja Presbiteriana dos EUA acerca do aborto, que é que “a decisão considerada de uma mulher acabar com uma gravidez [por meio do aborto] pode ser moralmente aceitável, embora certamente não a única nem obrigatória decisão.”

De acordo com a Agência da Missão Presbiteriana, essa denominação acredita no seguinte sobre o aborto: “Quando uma mulher individual enfrenta a decisão de acabar com uma gravidez, a questão é intensamente pessoal, e pode se manifestar de um modo que não reflita a retórica pública, nem se encaixe impecavelmente nas normas médicas, legais ou políticas. Os seres humanos foram dotados pelo espírito, mediante oração, para fazer escolhas morais importantes, inclusive a escolha de continuar ou acabar com uma gravidez. As escolhas humanas não deveriam ser feitas num vácuo moral, mas precisam ser baseadas na Bíblia, fé e ética cristã. Para qualquer escolha, temos de prestar contas a Deus; porém, mesmo quando erramos, Deus nos oferece o perdão.”

Como LifeNews noticiou anteriormente, pastores presbiterianos têm feito alguns comentários bizarros acerca do aborto e da indústria do aborto na década passada. Por exemplo, Andrew Kukla, pastor da Igreja Presbiteriana dos EUA, explicou em seu blog que ele ama tudo o que tem a ver com a Federação de Planejamento Familiar, a empresa de aborto que foi pega fazendo tráfico e lucros de partes de corpos de bebês abortados em julho. Ele disse: “Adoro a Federação de Planejamento Familiar. Adoro as pessoas que estão na Federação de Planejamento Familiar. Adoro o ministério deles. Adoro que eles estejam vivendo a ressureição de um jeito que só posso falar.”

Ele acrescentou: “Adoro esse povo que não se importa com o que os outros os rotularão ou dirão sobre eles ou até dirão para eles. Eles se importam muito sobre pessoas e demais sobre vida para permitir que o ódio e a ignorância os detenham. Como cristão, sou chamado para a graça, perdão, misericórdia e edificação daqueles que a vida destruiu. E com tudo o que aprendi hoje, alguns dos maiores profissionais disso são as pessoas que trabalham na Federação de Planejamento Familiar. Por isso, digo com orgulho: adoro a Federação de Planejamento Familiar. Adoro as pessoas que estão na Federação de Planejamento Familiar. Adoro o ministério deles.”


Embora a Igreja Presbiteriana tenha ficado em silêncio depois do escândalo de 10 vídeos que desmascararam o negócio da Federação de Planejamento Familiar de coleta de órgãos, é provável que eles ainda apoiarão essa imensa indústria de aborto e continuarão dizendo às mulheres que o aborto é aceitável diante de Deus.

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