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PRESIDENTE DA CUT AMEAÇA GUERRA CIVIL SE DILMA CAIR. JUÍZO DE DEUS SE CUMPRIRÁ! (VÍDEOS)

Presidente Dilma Rousseff durante Diálogo com Movimentos Sociais Brasileiros no Palácio do Planalto em Brasília (DF) - 13/08/2015

Meses atrás eu disse para nos prepararmos para uma possível guerra civil/ conflito armado não é?
Deus mostrou através de visões, que iremos passar ainda por grandes tribulações, caos social, conflitos armados não é?...

Isso tudo começa a se cumprir com as palavras do presidente da CUT hoje...

Creia nos profetas (verdadeiros) e prosperareis...

É hora de nos achegarmos a Deus de verdade!



Meses depois do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ameaçar enfrentar com o 'exército de Stédile' os movimentos que pedem a saída da presidente Dilma Rousseff, um novo exército apresentou-se nesta quinta-feira em defesa do mandato da petista. O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, pediu aos movimentos sociais a ida à "rua entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a presidente". A frase foi dita durante o evento Diálogo com Movimentos Sociais - do qual a própria presidente participa, em mais um aceno à esquerda diante do agravamento da crise política.



Freitas afirmou ainda que se houver "qualquer tentativa de atentado à democracia, à senhora ou ao presidente Lula nós seremos um exército". Como os outros que o antecederam, o presidente da CUT fez duras críticas ao ajuste fiscal e ao mercado financeiro. "O mercado nunca deu e nunca dará sustentação ao seu governo. O povo dá sustentação ao seu governo", disse. "Queremos também que governe com a pauta que ganhamos na eleição passada e não com recessão", concluiu.

Com o alegado objetivo de "defender a democracia", representantes de mais de 50 entidades se reúnem com a presidente nesta tarde. Após críticas ao ajuste fiscal, Dilma iniciou o discurso pregando um esforço para diminuir a desigualdade do país. "No passado foi possível fazer o país para menos da metade (da população), para um terço. Hoje é inadmissível", disse. "Quem sempre teve dificuldade de compreender as diferenças foram as elites do nosso país", completou.

(Com Estadão Conteúdo)

Via: Veja

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