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CRISE DE IMIGRAÇÃO MUÇULMANA NA EUROPA EXPÕE PLANO DE DOMINAÇÃO GLOBAL PELO ISLÃ


Com uma dimensão gigantesca de 50 quilômetros, estendendo-se por baixo do Canal da Mancha e ligando a Inglaterra e a França, o Eurotúnel foi celebrado em sua inauguração, em 1994, como um laço de união entre os povos.

Desde o início de junho, entretanto, a obra tem sido palco do drama que evidencia uma gigantesca crise migratória na Europa. Na ponta francesa do túnel, onde fica a cidade de Calais, milhares de imigrantes muçulmanos tentam tentam ingressar clandestinamente, nos caminhões e carros que fazem fila para subir nos vagões em direção à Inglaterra.

Oriundos de países do Oriente Médio conflagrados pelo conflito político-religioso, como Síria, Eritreia, Somália, Afeganistão, Sudão e Líbia, eles estão dispostos a assumir qualquer risco para permanecer na Europa.

Quebram com pés de cabra os cadeados das portas traseiras do baú dos caminhões, para se esconder na carga; sobem nas carrocerias ou se acomodam na parte de baixo, entre os eixos. Os motoristas que buzinam para avisar os colegas, são ameaçados com punhos fechados e xingamentos. Passageiros de veículos de passeio mantém os vidros fechados.

Armados com cassetete, gás lacrimogêneo e spray de pimenta, guardas perseguem os invasores, abrindo as carrocerias ou correndo pelo acostamento. Em alguns momentos, os uniformizados ficam sem ação, atônitos pelo atrevimento dos imigrantes, que parecem ter combinado de entrar nas zonas proibidas todos ao mesmo tempo.

O caos que tem tomado proporções crescentes desde o início de junho, ganhou contornos mais preocupantes com a morte de dez imigrantes mais afoitos, ao longo desse período. Na semana passada, um jovem sudanês morreu atropelado por um caminhão. Um egípcio foi eletrocutado quando tentava pular do teto de um trem para outro.

Um ponto fundamental para explicar a crise é a situação da Líbia. Fragmentado desde a queda de Muamar Kadafi, o país foi tomado por grupos terroristas que disputam o poder, e tornou-se ponto de embarque de refugiados para a Itália, Espanha e Grécia, atravessando o Mar Mediterrâneo em precárias embarcações ilegais.

O maior perigo para o continente europeu, porém, está além das consequências de uma convulsão demográfica, econômica ou social pela onda migratória. De acordo com o relatório Quilliam de inteligentia britânica divulgado no início do ano, o Estado Islâmico planeja atacar a Europa exatamente por este meio.

As previsões do relatório Quilliam eram de que os combatentes do ISIS estariam determinados a se misturar aos imigrantes, nos numerosos barcos de imigração ilegais que saem da Líbia, e inundar o continente europeu com 500.000 combatentes, ainda este ano.

Enquanto isso, o discurso ocidental da tolerância cultural tenta explicar o fenômeno como uma crise da globalização, em que povos menos desenvolvidos são atraídos para o sonho europeu, o que está longe de explicar totalmente os fatos. Na verdade, o que está em jogo e se precipitando rapidamente é o plano islâmico de dominação global, no qual uma das estratégias é a imigração muçulmana em massa, chamada de “hijra”, a fim de ocupar de forma pacífica e ganhar força em um país Kafir.

Como os imigrantes muçulmanos não assimilam as outras culturas, acabam criando, no interior destas, cortes islâmicas independentes e zonas proibidas, que são enclaves muçulmanos onde os kafirs (não-muçulmanos) não entram. Estas já estão implantadas em algumas cidades europeias, inclusive em Londres,

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Maiores detalhes do plano do ISIS no link abaixo:
https://www.facebook.com/984070811608475/photos/a.984625844886305.1073741828.984070811608475/1097157660299789/?type=1

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