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GUERRILHA PETISTA? HAITIANOS E SENEGALESES CHEGAM A FLORIANÓPOLIS VINDOS DO ACRE


É óbvio que não devemos discriminar imigrantes que saem de seus países miseráveis, para procurar uma vida melhor, nem que seja para esse nosso país complicado que é o Brasil... é até bíblico que devemos receber imigrantes como fossem cidadãos do nosso próprio país, pois da mesma forma, através de Cristo, Deus nos recebeu como filhos, mesmo sem merecer, para a pátria celestial.

Mas algo cheira estranho: Milhares de haitianos e senegalenses chegando no Brasil, grupos formados sempre por homens jovens, fortes, inteiros, em idade militar, sem famílias, sem mulheres, sem filhos... enviados por um governo petista... caso ocorra uma guerra civil no Brasil, não seria fácil botar umas armas nas mãos destes indivíduos para lutarem em nome do PT?

Esses homens estão chegando justamente nos estados onde o PT ganhou pouquíssimos votos.
Lembramos a vocês que esse povo é bancado pelos nossos impostos.
O governo já está pagando Bolsa Família para eles! Mas qual família eles tem?

Um alemão tem que passar por todos os rigores da lei para entrar no país, mas um angolano não.
Nenhum americano é custeado pelo governo para morar no Brasil. Mas um haitiano sim.

Por que eles entram com tanta facilidade? Por que recebem tantas regalias?

Nas manifestações pró-PT puxados pela CUT e MST é extremamente comum vermos vários deles envolvidos.
Quem mora em São Paulo já percebeu que o centro da cidade virou uma África.
Comerciante comum tem que pagar impostos, mas eles não. Os africanos literalmente dominaram as calçadas e praças do centro.

Até quando vamos aceitar isso?

Nada contra eles, mas sim pelo fato deles serem um CUSTO para nós, num país em crise e sem empregos e, principalmente, por virarem massa de manobra do PT.

Estão espalhando esses militantes para os centros onde o PT perde as eleições.
Perceba também que isso ocorre no Brasil simultaneamente ao que tem acontecido na Europa, com a chegada de milhões de árabes e africanos, na sua maioria, muçulmanos, na Itália, Espanha e demais países.

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Dois ônibus com 18 imigrantes haitianos e 25 senegaleses chegaram a Florianópolis por volta da 1h da madrugada desta segunda-feira (25). Eles haviam saído de Rio Branco, no Acre, na última quinta-feira (21), depois que o Ministério da Justiça suspendeu viagens para São Paulo.

O grupo foi recebido no ginásio Saul Oliveira, conhecido como Capoeirão, na região continental da capital catarinenses. A prefeitura informou que não foi oficialmente notificada, mas montou um esquema de emergência para receber os imigrantes. Houve arrecadação de roupas, cobertores e produtos de higiene pessoal.

Entre os haitianos que chegaram a Florianópolis, alguns afirmaram que pretendem buscar empregos em cidades onde já têm parentes e conhecidos, como Criciúma, no Sul do estado, e Concórdia, no Oeste. Já entre os senegaleses a preferência é por cidades gaúchas como Porto Alegre e Passo Fundo.


Imigrantes saíram na quinta-feira do Acre
(Foto: Reprodução/RBS TV)

Nesta manhã, equipes do Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis (Igeof) e do Sistema Nacional de Emprego (Sine) começarão a fazer o cadastramento desses imigrantes.

Protesto contra envio
No domingo (24), o prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Junior, anunciou que vai formalizar um protesto no Ministério da Justiça pelo "envio indiscriminado de imigrantes" para a capital.

“Esse não é um protesto contra os imigrantes, mas sim contra a forma como o governo federal e o Estado do Acre estão agindo. O protesto é contra a transferência de responsabilidade ao município e também pela maneira como o governo federal e o governo do Acre expuseram os imigrantes, com absoluta falta de planejamento e sem qualquer comunicação oficial à prefeitura”, afirmou Cesar Souza Junior.

Segundo o prefeito, o Ministério Público Federal também deve ser acionado. “O que não podemos permitir é que uma rota direta seja instituía por um governo estadual. Não temos estrutura para ficar recebendo imigrantes”, declarou o prefeito.

Estrutura montada
Uma estrutura foi montada no Ginásio Saul Oliveira, conhecido como Capoeirão, para abrigá-los. Dois ônibus com imigrantes haitianos e senegaleses saíram do abrigo mantido pelo governo do Acre em Rio Branco com destino à região Sul do Brasil na quinta (21).

Ginásio foi preparado para receber imigrantes (Foto: Mayara Vieira/RBS TV)

Os veículos, com 45 pessoas cada, devem deixar um imigrante em Cuiabá (MT), um em Campo Grande (MS) e os demais em Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), destino final dos ônibus. Outro veículo com mais 44 imigrantes saiu do Acre na sexta (22).

Do total de 46 imigrantes, 25 são senegaleses e 21, haitianos, informou o diretor-geral da Secretaria de Assistência Social de Florianópolis, Dejair de Oliveira Júnior. Todos são adultos, sendo 44 homens e duas mulheres. O diretor-geral não soube informar a média de idade deles.

Imigrantes saíram do Acre em dois ônibus na quinta (21) (Foto: Foto: Yuri Marcel/G1)

Recepção
"Vamos recepcioná-los na rodoviária, já que não conhecem a cidade", disse o diretor-geral. Os imigrantes devem ficar alojados durante a próxima semana. A partir de segunda, a Secretaria estará junto com representantes do Sistema Nacional do Emprego (Sine) no ginásio para auxiliá-los na busca por um trabalho.

A expectativa da Secretaria Municipal de Assistência Social é de que alguns imigrantes já tenham contatos com outros que já estão no estado. "Santa Catarina tem regiões, como Criciúma [no Sul], onde há muito haitianos", explicou o diretor-geral.

Por isso, a Secretaria acredita que alguns vão optar pela região de Criciúma. Segundo a pasta, também há bastante imigrantes no Oeste do estado, em Chapecó. De qualquer forma, a Secretaria e o Sine fornecerão ajuda para que eles busquem empregos em Santa Catarina.

"A nossa espectativa é que isso seja rápido. Não podemos mudar rotina da região. No ginásio, funcionam projetos sociais, colégios usam o ginásio. Se mantermos os imigrantes por muito tempo, vamos mudar rotina de região", finalizou o diretor-geral.

Entenda o caso
O Ministério da Justiça anunciou, na terça-feira (19), que um acordo com o governo acreano suspendeu o envio de imigrantes haitianos para a cidade de São Paulo. Segundo o ministério, a transferência "está suspensa até que ações referentes a essa questão estejam bem coordenadas entre os vários órgãos do governo federal, estados e municípios".

Inicialmente, a pasta havia informado que a transferência estava proibida para todos os estados do país. Às 22h10 da terça-feira, porém, o ministério afirmou que o acordo diz respeito apenas à cidade de São Paulo.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo informou que não havia sido informada sobre a chegada de, aproximadamente, 1 mil imigrantes e, por isso, não tinha estrutura para recebê-los. Só na segunda-feira (18), em torno de 80 haitianos desembarcaram na cidade.

Via: G1

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