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GEORGE SOROS COM FHC NO BRASIL: SOMENTE DROGAS?


Fernando Henrique Cardoso (FHC) lamentou o que considera “uma falta de sensibilidade do atual governo para a questão” das drogas. O lamento do ex-presidente, que é conhecido há anos por seu apoio à legalização das drogas, foi feito durante o seminário “Reforma Global de Política de Drogas: América Latina,” promovido pela organização esquerdista Open Society Foundations (Fundações de Sociedade Aberta) e realizado na quarta-feira (22 de abril), no Museu de Arte do Rio (MAR).

George Soros e FHC

O fundador e presidente da Open Society Foundations (OSF), o bilionário esquerdista George Soros, também participou do seminário. Soros veio ao Brasil junto com todos os diretores da OSF para a reunião anual da instituição que tem parceiros e projetos em mais de 100 países. No evento, Soros disse que a questão das drogas sempre teve destaque na atuação da OSF, e questionou: “Por que o Brasil não está na liderança? Por que está abrindo mão desse lugar?”

Evento sobre drogas da Open Society Foundations no Rio

Soros fez três coisas na sua visita ao Brasil:

1. Patrocinou e participou de um evento para promover (direta ou indiretamente) a legalização das drogas.

2. Encontrou-se com seu amigão FHC.

3. Usou o Brasil para uma reunião mundial da Open Society Foundations (OSF).

Provavelmente, a reunião da OSF no Brasil não foi pública, de modo que o que ali se falou e planejou está oculto dos olhos e ouvidos da população brasileira.

Como então ter uma ideia do que a OSF faz? Pelo que já foi denunciado em importantes canais conservadores dos EUA.

A OSF tem canalizado grandes financiamentos para entidades que podem revolucionar esquerdistamente nações e os evangélicos.

O que a OSF faz?

A OSF, Israel e os evangélicos: De acordo com o jornal ChristianPost, Soros tem financiado muitas organizações anti-Israel que visam deslegitimar Israel no cenário global, mudando a opinião pública contra Israel e promovendo grupos periféricos de oposição política dentro de Israel. Graças ao financiamento de Soros, o esforço para separar a comunidade cristã de Israel tem se intensificado nos últimos anos.

A OSF e a sabotagem da família evangélica dos EUA: A OSF ajudou o Rev. Richard Cizik, que já foi um dos maiores líderes da Associação Nacional de Evangélicos dos EUA, na luta implacável para embarcar os evangélicos na guerra contra o aquecimento global e em apoio às uniões homossexuais. 

De acordo com CrossWalk, Cizik trabalhou para a OSF, fundando em seguida a Nova Parceria Evangélica para o Bem Comum, que visa promover a mentalidade do controle populacional entre os evangélicos.

A OSF e a crise na Ucrânia: Desde 1989, a OSF tem fornecido centenas de milhões de dólares para sustentar grupos ucranianos pró-Europa e anti-Rússia. De acordo com o WorldNetDaily, “O bilionário George Soros é um grande investidor no ativismo esquerdista na Ucrânia, estabelecendo um centro em Kiev que doa enormes quantias de dinheiro para as organizações não governamentais do país enquanto ao mesmo tempo defende laços mais próximos com a União Europeia.” De acordo com o jornalBlasting News, Soros confessou ter financiado a crise na Ucrânia.

O que a OSF poderia fazer no Brasil? O responsável pela OSF no Brasil e América Latina é o socialista Pedro Abramovay, que também comanda Avaaz, um site de petições para mudanças sociais. Em 2013, quando grupos de ativistas homossexuais exigiam a cassação do registro profissional de psicologia do Pr. Silas Malafaia, no Avaaz foi lançada uma petição apoiando a cassação, mas outra petição pró-Malafaia, também no Avaaz, ultrapassou de longe a petição anti-Malafaia. A postura de Abramovay foi remover a petição pró-Malafaia. Na época, acertadamente Reinaldo Azevedo denunciou a remoção como “fascismo,” e chamou Abramovay de “petista.” Agora que Abramovay apareceu com FHC e seus amigos, inclusive como um dos chefões da OSF, não dá mais para chama-lo de “petista.” Ele é um híbrido PT/PSDB, dando para razão para a militante socialista Marina Silva, que vê PT e PSDB com qualidades diferentes, mas alinhados na mesma ideologia.

Outros envolvimentos de George Soros incluem:

Soros e protestos socialistas nos EUA: Soros tem financiado e inflamado, com ajuda de grupos de ativistas e pastores e padres esquerdistas, protestos de natureza racial nos EUA.

Soros e a perseguição ao Rev. Scott Lively: De acordo com o WorldNetDaily, o Centro de Direitos Constitucionais de Nova Iorque está ajudando um grupo homossexual de Uganda num processo internacional contra o Rev. Scott por “crime contra a humanidade,” porque o pastor americano pregou em Uganda que a homossexualidade é pecado. O Centro de Direitos Constitucionais recebe financiamento de Soros.

Soros e a perseguição a outros líderes evangélicos: Soros foi acusado de financiar um criminoso sexual homossexual cuja ocupação é fazer denúncias falsas à polícia contra líderes evangélicos americanos.

Soros e o controle populacional: De acordo com o WorldNetDaily, Soros está ativamente envolvido em iniciativas para reduzir a população mundial.

Esse resumo dá uma ideia de que Soros, em seu encontro com FHC e sua reunião com a OSF no Brasil, pode não ter conversado apenas sobre drogas.

O que poderia sair da cabeça de dois velhos, Soros e FHC, de mais de oitenta anos e seus cachimbos de alucinadas ideias de revoluções sociais?

Claro que com a cabeça cheia de drogas, seria muito mais fácil tratar de todas as questões pesadas que estão na agenda esquerdista da OSF.

Não se sabe se nos planos da OSF estão incluídos, para o Brasil, os rotineiros esquemas de protestos e desestabilização. Seria, como já está claro, protestos marxistas para derrubar um governo marxista numa trama para enriquecer ainda mais um bilionário marxista.

Quanto a FHC, Soros não é sua única amizade esquerdista americana. Ele é amigo de Bill Clinton e de muitos outros figurões do Partido Democrático. Foi com essas ligações que FHC conseguiu trazer ao Brasil David Axelrod, principal estrategista de Barack Obama, para ajudar a campanha presidencial passada de Aécio Neves.

Com Axelrod não deu. Será que com Soros dá alguma coisa?

Com informações do Viva Rio e Estadão.

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