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DEPOIS DE SER CHAMADO DE “DEUS”, ERDOGAN ESTÁ TENTANDO ATRAIR ISRAEL PARA A FALSA PAZ


Causou surpresa o silêncio do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, durante a recente campanha eleitoral israelense, apesar das declarações polêmicas de Benjamin Netanyahu sobre os palestinos. Juntamente com a reabertura de uma sinagoga em Edrine, Istambul, a atitude parece estar sinalizando uma mudança em seus métodos para com Israel.

Ibrahim Kalin, conselheiro devotado de Erdogan, chegou a publicar uma análise moderada e persuasiva, em 24 de março, sobre os resultados das eleições israelenses, tentando convencer seus leitores de que a única maneira de Netanyahu alcançar seu objetivo de um Israel seguro é através de uma paz justa e duradoura com os palestinos.

Mesmo após as eleições israelenses, uma cerimônia foi realizada em 27 de março, na cidade de Edirne, no noroeste da Turquia, para voltar a consagrar a cidade da Grande Sinagoga. Em seus dias de glória no início do século 20, era a maior sinagoga nos Balcãs e a terceira maior da Europa. O impressionante edifício, concebido como uma réplica do Templo Leopoldstaedter em Viena, foi renovado pelo governo turco, a um custo de US $ 1,7 milhões.

A cerimônia foi destinada a ser uma expressão de tolerância e abertura da Turquia para com os judeus, que há muito tempo tinham deixado Edirne. Os representantes da comunidade judaica foram convidados a participar, juntamente com o top da administração turca, como seria de esperar de acordo com o protocolo. Alguns deles realmente apareceram. Até os principais rabinos de Israel foram convidados, mas por sugestão do Ministério das Relações Exteriores, eles optaram por permanecer em Jerusalém. Diplomatas israelenses que servem na Turquia, no entanto, participaram do evento.

Há apenas alguns meses atrás, em novembro de 2014, o governador da província de Edirne, Dursun Ali Sahin, causou uma controvérsia quando ele alertou para o perigo da sinagoga transformada em museu ser confiscada pela comunidade judaica, por causa do que ele chamou de "os rumores de guerra dos criminosos israelenses, que estão destruindo a Mesquita Al-Aqsa e matando os muçulmanos lá ".

O Vice-primeiro-ministro Bulent Arinc, que pediu desculpas à comunidade judaica em nome do governo turco pelas observações de Sahin, conclamou todos os judeus a entrarem e viverem em seu país. Arinc estava tentando suplantar quaisquer manifestações de anti-semitismo, que tenha se levantado na Turquia e que, de acordo com um relatório do Anti-Defamation League, está diretamente ligado a declarações públicas de políticos de alto nível sobre Israel.

Isso torna impossível ignorar que a mensagem transmitida pela cerimônia na sinagoga Edirne não era simplesmente de inclusão e fraternidade para com os judeus, mas também de reconciliação, ou pelo menos, de "boas intenções", pelo governo turco em relação ao Estado de Israel.

ERDOGAN

Tudo isto visto pela perspectiva de que Erdogan está se declarado "deus", pregando sobre guerra e martírio, enquanto prepara uma falsa paz para Israel e os judeus, denota no conjunto uma combinação mortal do Anticristo. Entre Erdogan e Israel, é como se o diabo possuísse o homem dizendo-lhe para atrair os judeus para reconstruírem o templo.

A Turquia irá atrair Israel para um pacto de morte de sete anos (Isaías 28: 14-22) e um tratado será assinado no Egito alegadamente com a intenção de preservar o Acordo Egito-Israel de Camp David. Através dessa "paz" a Turquia "enganará a muitos" e o Islã, aparecerá como uma “religião da paz". Erdogan quer ser o pacificador e divisor da terra de Deus.

"Reunirei todos os povos e os farei descer ao vale de Josafá. Ali os julgarei por causa da minha herança - Israel, o meu povo - a quem espalharam entre as nações e repartiram entre si a minha terra." (Joel 3: 2)

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Fonte:
http://shoebat.com/ e Em Pauta

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