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CRISTÃOS SE REÚNEM ESCONDIDOS POR CAUSA DA GUERRA NO IÊMEN


A guerra que começou desde março no Iêmen tem forçado os cristãos a adorar em segredo, a fim de garantir a segurança da comunidade religiosa. O líder cristão Paul Hinder revelou que alguns dos cristãos que permanecem no país estão sendo obrigados a realizar os serviços religiosos no porão de uma casa a capital Sanaa, como garantia de suas segurança até que o conflito possa ter um fim, conforme informações de um artigo publicado no periódico Catholic Herald.

Hilder disse que os cristãos de um modo geral não estão sendo ameaçados diretamente pelo conflito, mas apenas os estrangeiros que foram intimados a “deixar o país”.

A publicação no periódico afirma que os cristãos no Iêmen são formados principalmente pelos estrangeiros vindos da Índia, que estão no país a procura de conseguir emprego.

O líder cristão também disse que é preciso que as facções que estão em guerra precisam concordar com um cessar-fogo temporário para que os estrangeiros tenham possibilidade de deixar o Iêmen, conforme solicitado pelas Nações Unidas.

O conflito no Iêmen é o último de uma série de conflitos no Oriente Médio desde a conhecida Primavera Árabe em 2011, quando os rebeldes Houthi invadiram a capital e derrubou o presidente Abdu Rabu Mansour Hadi do poder.

Hadi, em seguida, procurou a ajuda de aliados regionais, incluído a Arábia Saudita, para retornar à presidência. Em resposta ao pedido do presidente deposto, os bombardeios da Arábia Saudita lançaram ataques aéreos em março para eliminar os rebeldes Houthi, que afirmam ter o apoio do povo do Iêmen para manter o contra ataque.

A Organização Mundial da Saúde disse na última terça-feira que a violência já custou mais de 944 vidas desde o início dos ataques aéreos no Iêmen e já contabilizam mais de 3.500 feridos.

Via: cpadnews.com.br

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