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ESTADO PALESTINO: ONU E EUROPA JÁ COMEÇAM PRESSIONAR NETANYAHU


A retumbante vitória do partido de direita Likud que recolocará Netanyahu à frente dos destinos da nação de Israel por mais 3 anos continua a causar amargos de boca a muitos líderes mundiais, completamente alheios à realidade do que é viver lado a lado com inimigos e terroristas, mas que teimosamente persistem na sua altivez, tentando impor a Israel aquilo que o seu povo decidiu não escolher: 2 estados lado a lado partilhando o mesmo território.

O povo israelita deu um claro não a essa ideia abominável, mas, sendo Israel o único estado no mundo em que quem quer mandar são os de fora, todos esses líderes insistem numa agenda anti-sionista que lhes irá custar caro.

Ontem mesmo, foi o secretário-geral das Nações Unidas, Ban ki-Moon, que, ao invés de se preocupar com questões tão importantes como a guerra na Síria e no Iraque, as tensões entre a Rússia e a Ucrânia, a situação dramática em vários países do Médio Oriente, como é o caso do Iêmen, etc., prefere ocupar-se com aquilo para o que não é chamado, e que nada é mais é do que um assunto da política interna de um estado democrático de direito chamado Israel.

Mas Israel já se habitou a estes "abutres" e, contra a vontade deles, continua a escolher quem muito bem entende para governar um país que cada vez mais só pode contar com a ajuda do Alto para sobreviver.

O sr. Moon decidiu assim pressionar Netanyahu para que este renove o seu compromisso de uma "solução 2 estados", que o primeiro-ministro rejeitou publicamente na sua intervenção no dia anterior às eleições: "O secretário geral reiterou a sua visão de que a solução de 2 estados era o único caminho a seguir e urgiu o primeiro-ministro a renovar o compromisso de Israel nesse sentido" - relatou a AFP em relação às declarações de Moon.

"O secretário geral apelou também ao primeiro-ministro para que libere os impostos presentemente retidos por Israel mas pertencentes à Autoridade Palestiniana" - acrescenta o comunicado.

Israel decidiu congelar em Janeiro passado cerca de 500 milhões de shekels em impostos devidos à Autoridade Palestiniana, em resposta ao pedido de adesão dos palestinianos ao Tribunal Internacional de Justiça, em nome de um denominado "estado da Palestina."

OBAMA CONTRA ISRAEL

Já na passada Quinta-Feira, o cada vez mais desacreditado presidente norte-americano Hussein Obama tinha telefonado a Netanyahu afirmando que "os EUA precisam de reavaliar as suas opções em resultado das novas posições e comentários do primeiro-ministro em relação a uma solução dois estados."

Não só a administração norte-americana, como também o governo francês se esforça para empurrar Netanyahu para um retrocesso no seu programa elegido pela maioria dos votos da população israelita.

Netanyahu tem de facto uma situação muito complicada em mãos. Fala-se já de uma possível perda de interesse da toda-poderosa comunidade judaica dos EUA em ajudar Israel, devido ao programa escolhido por Netanyahu. Por um lado, ele não pode abrir brechas no histórico e necessário relacionamento entre os dois países, mas por outro lado não pode desiludir a população israelita que, confiou nele para a segurança do seu país...

Fonte: Shalon Israel e Últimos Acontecimentos

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