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VAIA PROIBIDA, APLAUSO OBRIGATÓRIO

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1. Todo socialista luta pelo sagrado direito de aparecer em público sem receber vaias. Lênin, Trotsky, Stálin, Mao, Hitler e Fidel chegaram lá: quando estavam no poder, não apenas a vaia era proibida, como o aplauso era obrigatório.

2. Após os discursos de Stálin, o maior problema consistia em parar de aplaudir o secretário-geral. O primeiro que o fizesse era preso e corria o risco de passar vários anos no campo de concentração, conforme relata Soljenítsin em “Arquipélago Gulag”.

3. Em 1922, o operário brasileiro Antonio Bernardo Canellas não chegou a vaiar o então poderoso líder Lev Trotsky; apenas ousou aparteá-lo durante uma sessão da Internacional Comunista, em Moscou. Pobre Canellas. Assim que voltou ao Brasil, foi expulso e humilhado pelos companheiros de Partido. Ironicamente, anos depois, Trotsky cairia em desgraça.

4. Vaiar ou xingar a presidente é bem menos perigoso do que incendiar ônibus ou quebrar agências bancárias. Vergonha são os 50 mil homicídios por ano, não a ofensa contra a soberana.

5. Dilma afundou o País. Em São Paulo, cidade que mais uma vez está sendo arrasada pela administração do PT, a presidente queria gentilezas? Ora, passa amanhã!

6. As massas quase sempre são hostis e petulantes. No Brasil, quando a hostilidade e a petulância das multidões interessam à esquerda, são louvadas. Quando não interessam à esquerda, são criminalizadas. A isso se resume todo o conceito petista de democracia. (Paulo Briget)
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Este é o sonho das esquerdas: o Deus Estado e seus agentes infalíveis, que devem ser idolatrados e jamais contestados, não sendo à toa que o movimento revolucionário chegou ao cúmulo de se infiltrar em religiões, como acorreu na Igreja Católica, trocando seu papel de revelação espiritual por função social, leia-se Teologia da Libertação.

É por esse motivo que os líderes esquerdistas do Brasil e do mundo ficam indignados quando desmascarados e não pensam duas vezes antes de usar toda a máquina estatal para esmagar seus opositores, mas nós não vamos nos calar.

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