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Walmart faz cara feia para seus clientes conservadores e financia a agenda gay


O Walmart, multinacional americana de lojas de departamento, entrou na guerra cultural assumindo uma postura descaradamente pró-homossexualismo, inclusive dando muito dinheiro para grupos homossexuais.

De acordo com Peter LaBarbera, o Walmart fez uma doação de 50 mil dólares para o Fundo de Vitória Gay & e Lésbica, que ajuda a eleger candidatos abertamente homossexuais do partido de Obama em nível local, estadual e federal. O Walmart publicou um anúncio de página inteira no jornal dessa entidade.

O Walmart está se esforçando para obter uma elevada pontuação no Índice de Igualdade Empresarial (IIE), elaborado anualmente pela organização homossexual Campanha pelos Direitos Humanos, co-fundada por Terrance Patrick Bean, um predador homossexual que recentemente foi preso por estuprar um adolescente.

Em 2008, a pontuação do Walmart no IIE era 40 por cento. Hoje é 90 por cento. O Walmart, que é a maior multinacional do mundo, adotou a agenda homossexual em anos recentes, especialmente depois de conceder em 2013 benefícios aos empregados que vivem com amantes homossexuais.

O Walmart tem também dado verbas para paradas gays, especialmente para a Parada Gay de Nova Iorque.

No passado, o Walmart era muito visado pela esquerda, pois seu fundador, Sam Walton (1918 –1992), era um conservador social oposto à agenda gay. Ele era um membro ativo da Primeira Igreja Presbiteriana de Bentonville, Arkansas. Ele dava grandes contribuições financeiras para a Igreja Presbiteriana.

Em 1998, Walton foi incluído na lista das 100 pessoas mais influentes do século XX. Ele também recebeu do presidente George H. W. Bush a Medalha Presidencial da Liberdade em 1992, ano em que morreu.

Devido ao fato de que o Walmart foi fundado no Cinturão Bíblico dos EUA, região onde predominavam populações evangélicas mais fiéis à Bíblia, o Walmart é conhecido por sua tradição de disponibilizar seus serviços conforme as necessidades e desejos de clientes que vão à igreja. Por causa dessa tradição, o Walmart atende a seus clientes cristãos vendendo livros e mídias cristãs, tais como vídeos do VeggieTales e livros do Pr. Rick Warren. Com seu comércio de produtos evangélicos, o Walmart fatura 1 bilhão de dólares por ano.

Depois da morte de seu fundador, o Walmart começou gradualmente a se afastar do conservadorismo, e esse abandono acentuou-se diante das exigências homossexuais impostas pelo governo americano.

Agora, o Walmart é registrado no Fundo de Vitória Gays & Lésbica como “Parceiro Estratégico.”
No entanto, não é só o Walmart dos EUA que está abraçando a causa homossexual. Em 2013, o Walmart Brasil decidiu publicamente apoiar o “casamento” homossexual.

Os problemas no Walmart vão mais longe, conforme aponta o filósofo Olavo de Carvalho, que diz: “O Walmart, a maior rede de supermercados da América, que em nome da ‘não-discriminação’ chegou a trocar os votos de ‘Feliz Natal’ por ‘Boas Festas’ e a proibir a presença dos músicos do Exército da Salvação até mesmo no pátio dos seus estabelecimentos, acaba de abrir uma loja especial para muçulmanos, com funcionários obrigados a falar árabe e a receber seus clientes com cumprimentos religiosos islâmicos. O significado da medida torna-se mais que nítido quando se sabe que muitos lojistas têm sido punidos pela justiça por insistir em usar somente o inglês nos seus estabelecimentos. Quando a classe empresarial, o governo e a justiça boicotam o uso do idioma nacional e impõem o de uma língua estrangeira, a guerra cultural já alcançou aquele ponto em que a defesa da cultura local se torna crime, e a promoção da cultura estrangeira uma obrigação legal.”

De acordo com The Blaze, Samuel Rawlings Walton, neto do fundador, doou 300 mil dólares para causas esquerdistas em 2012. Além disso, ele doou 30 mil dólares para Obama em 2008 e mais 40 mil dólares para a reeleição de Obama em 2012. O neto, que é uma vergonha para o exemplo conservador do falecido avô, é uma amostra da apostasia que está se alastrando até mesmo em regiões de predomínio tradicional de evangélicos conservadores dos EUA.

A atual postura esmagadoramente pró-homossexualismo do Walmart está em conflito com a maior parte de seus clientes. De acordo com uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Religiosa Pública dos EUA, a “maioria (54 por cento) dos americanos que preferem fazer compras no Walmart relata que se opõe ao casamento homossexual.”

Vai ser difícil esse gigante respeitar a maioria enquanto seu bolso não doer.
Com a ajuda dos clientes conservadores, a dor bem que poderia começar tocando na fatura enorme de 1 bilhão de dólares por ano.

Não deixe o Walmart financiar a esquerda e o ativismo homossexual com seu bolso. Faça o bolso deles doer.

Como protestar para o Walmart:

Capitais e regiões metropolitanas 3003-6000
Demais localidades 0800 014 6000
Horário de atendimento de segunda a sábado, das 8h às 20h e domingo das 9h às 18h.

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