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Terror islâmico na Austrália e cristãos como cidadãos de segunda classe

O terrorismo islâmico atingiu a Austrália. Um terrorista muçulmano manteve um número desconhecido de reféns numa lanchonete em Sydney por mais de 16 horas no domingo.


Terrorista Man Haron Monis

Os reféns haviam sido obrigados a segurar uma bandeira do ISIS na janela. De acordo com o Shoebat, a mensagem da bandeira era: “Não existe deus senão Alá; Maomé é o Mensageiro de Alá.”
Shoebat disse que, apesar desse sinal muito claro e óbvio, o primeiro-ministro da Austrália declarou que não tem a mínima ideia da motivação do agressor.

Man Haron Monis, um refugiado muçulmano que cometeu o ataque terrorista, foi morto pela polícia especial e os reféns foram soltos.

Contudo, o terrorismo islâmico não foi o primeiro grande ataque contra a Austrália.

A loucura politicamente correta atingiu a Austrália primeiro, e se fez abundantemente clara no ataque terrorista islâmico.

1. A mídia australiana não chamou o ataque terrorista islâmico de ataque islâmico ou mesmo um ataque terrorista.

2. Celebridades e dezenas de usuários diários do Twitter inundaram as redes sociais para mostrar apoio à comunidade muçulmana.

3. No passado, Monis foi sentenciado a 300 horas de serviço comunitário por enviar cartas ameaçadoras para as famílias de soldados australianos mortos. Nada de prisão para ele.

A loucura politicamente correta da Austrália ou nesse caso no mundo ocidental é coerente?
Vamos usar alguns exemplos hipotéticos:

Um cristão na Síria ou Iraque precisa ser aceito como refugiado na Austrália ou outra nação ocidental. O motivo dele? Ele está fugindo do ISIS, que degolou sua família e estuprou suas parentes. Ele é rejeitado, mas Monis, que é liado do ISIS, foi recebido como refugiado na Austrália. 

Infelizmente, o exemplo de Monis não é hipotético!

Outro caso. Um pastor evangélico manteve um número desconhecido de reféns homossexuais numa lanchonete. É claro que tal caso nunca aconteceu, e mesmo que acontecesse uma só vez, a mídia ocidental o trataria como ataque terrorista. Celebridades e dezenas de usuários diários do Twitter inundariam as redes sociais para atacar a comunidade cristã.

Outro caso ainda. Um pastor evangélico envia cartas ameaçadoras para muçulmanos na Austrália. Os tribunais ficariam satisfeitos de condená-lo a 300 horas de serviço comunitário? Certamente, celebridades e dezenas de usuários diários do Twitter inundariam as redes sociais para exigir prisão para ele.

Em nações muçulmanas, os cristãos são cidadãos de segunda classe. Sob o ISIS, eles podem ser degolados como porcos numa horrenda escala industrial. Celebridades e dezenas de usuários diários do Twitter não estão inundando as redes sociais para mostrar apoio à comunidade cristã que está em sofrimento.

Nas nações ocidentais, os cristãos também são cidadãos de segunda classe, abaixo dos muçulmanos, que mesmo quando cometem atos terroristas, não são rotulados de terroristas, enquanto os cristãos que pregam contra a homossexualidade são rotulados de terroristas mesmo quando nunca cometeram um único ato terrorista!

Como os governos laicos ocidentais podem respeitar os cristãos quando até mesmo os cristãos não respeitam seus irmãos e irmãs? Depois do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, Bush, que é evangélico, chamou o islamismo de “religião de paz.” Será que os genocídios anuais dos islâmicos contra os cristãos são uma manifestação de ‘paz’?

Imediatamente depois do ataque terrorista na Austrália, o Vaticano pediu, de acordo com a Associated Press, que “os EUA encontrassem uma ‘solução humanitária adequada’ para os presos mantidos no centro de detenção da Baía de Guantanamo, uma consideração que reflete a preocupação enérgica do Papa Francisco de que os presos sejam tratados com dignidade e não sejam sujeitos a tratamento desumano.”

Deveríamos nos importar com o modo como os EUA tratam terroristas islâmicos sob sua custódia?
Não deveríamos nos importar com o modo como o ISIS trata milhares e milhares de homens, mulheres e crianças cristãos sob seu controle?

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