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Vídeo oficial de protesto contra o PT desmente Jean Wyllys, Folha e Estadão. Veja também o manifesto completo

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Primeiro, vamos relembrar alguns episódios recentes do currículo do deputado Jean Wyllys, do PSOL, o partido “linha auxiliar do PT”:

1) Considerou crimes homofóbicos o suicídio(!) de um gay, o assassinato de outro gay por um parceiro gay(!) e até a derrubada de um avião na Ucrânia(!);

2) Com base em 1(!) perfil falso, apontou racismo e classismo de boa parte dos eleitores de Aécio Neves e, depois que mostrei que o perfil era falso (AQUI), apagou o post, mas xingou mais ainda os aecistas, que já não eram só racistas e classistas, mas também fascistas e homofóbicos (AQUI).

3) Repetiu a acusação petista de que FHC “se referiu com desprezo” aos eleitores mais pobres, “desqualificando o valor dos seus votos ‘porque são menos informados’”, sendo que o próprio Wyllys achava que a população não deve ser consultada sobre o aborto e os “direitos LGBT” por ser – imagine! – DESINFORMADA, como mostra este vídeo.

Pois bem. Depois dos protestos anti-PT ocorridos neste sábado (1) em São Paulo, o deputado psolista mostrou mais uma vez sua arte de rotular adversários políticos com qualquer xingamento que lhe dê na telha:

“Pelo que se lê nos cartazes dos manifestantes, é possível concluir que os combustíveis da ação são, além daquele recalque típico dos que não sabem perder, a xenofobia, o preconceito de classe e o ódio racial.”

Baseado em quais cartazes Wyllys escreveu isso? Não se sabe. Vai ver ele acha xenofóbico quem critica o apoio e o financiamento do governo Dilma Rousseff a ditaduras amigas, como a cubana.

O vídeo oficial do protesto desmente Wyllys ao mostrar o cartaz e as declarações de um jovem morador de São Paulo de origem nordestina e pobre (da imagem lá de cima); e, de quebra, as matérias da Folha e do Estadão, que destacaram o pedido de “intervenção militar” jamais acatado pelos organizadores, como já mostrei aqui. Em cima do carro de som, eles disseram coisas como:

- “Isto aqui não é uma manifestação pra gente voltar pra 1964″;
- “Nós estamos aqui pelo Estado Democrático de Direito. Legalidade, decência, é isso que nós queremos”;
- “A gente quer que os casos de corrupção do Petrolão sejam apurados e, se comprovados que a Dilma e o Lula sabiam dos esquemas, que seja feito o impechment dela imediatamente. A gente não aguenta mais. Não dá! É muito tempo de roubalheira”.

Veja “o vídeo que a mídia não quer mostrar”, com os fatos que Jean Wyllys ignora. Reproduzo em seguida o manifesto dos organizadores, na verdade ele sim uma crítica às tentativas petistas de golpe de Estado.



Manifesto Popular em prol da Democracia e contra o projeto tirânico do PT

Nós, brasileiros e paulistas, de todas as raças, credos, cores e origens, nos reunimos neste sábado para externarmos nossa revolta contra um projeto de poder representado pela presidente Dilma, que resultou no aparelhamento de praticamente todas as instâncias da sociedade civil organizada (movimentos sociais, órgãos de classe, entidades estudantis, jornalísticas e artísticas), bem como de instituições fundamentais à democracia, como o Supremo Tribunal Federal.

Essa prática nefasta e antidemocrática se dá através dos mais espúrios instrumentos de ação, como o fisiologismo, a compra de parlamentares, e o desvio de verbas bilionárias de estatais para fomentar campanhas para o PT e demais partidos da base aliada. Tal procedimento, além de converter a democracia em um jogo de cartas marcadas, custa bilhões ao sofrido povo brasileiro, que paga uma carga tributária extorsiva para sustentar tal projeto tirânico.

A história recente nos ensina, porém, que tal receita já foi aplicada com sucesso em nossos países vizinhos, como Venezuela, Argentina e Bolívia, resultando em pobreza, inflação e perpetuação no poder dos mesmos quadros políticos ligados ao já famigerado “Foro de São Paulo”. Não podemos ignorar as tristes lições de milhões de cidadãos latino-americanos que perderam suas vidas, seus empregos e sua liberdade nas mãos deste conluio de tiranetes.

O que nós queremos?

1) Liberdade de Imprensa & Investigação do “Petrolão”
Após os recentes ataques perpetrados pela juventude fascista da UJS (pagos com dinheiro público) à Revista Veja, que “ousou” publicar matéria com fortes indícios da relação entre a presidência da República e o doleiro Youssef, faz-se necessário apoiar a liberdade de imprensa e expressão, que serão objetos de ataque por parte do novo governo Petista. Base para PEDIDO DE IMPEACHMENT;

2) Investigar o uso político dos correios nas eleições
O Partido dos Trabalhadores fez uso de uma estatal (Correios) para obter vantagens ILÍCITAS no pleito presidencial de 2014. Comprovado o crime, existe base legal para a IMPUGNAÇAO da candidatura de Dilma Roussef;

3) Fim do apoio a ditaduras, vizinhas ou não & financiamento de suas obras
O Brasil sob a gestão do PT possui estreita relação com diversas ditaduras latino-americanas, em especial a cubana e venezuelana. Suas lideranças enquanto membros do Foro de SP, não apenas externam reciprocidade a nossos líderes, mas recebem vultuosas quantias de dinheiro brasileiro através de obras e financiamentos do BNDES. Tais ligações, além de representarem perigo a nossa democracia, são indubitavelmente suspeitas do ponto de vista estratégico e financeiro;

4) Petrolão: Prisão e cassação dos direitos políticos dos envolvidos no escândalo
Sejamos claros: o escândalo do “Petrolão”, tal qual o famoso “Mensalão”, não é mais um escândalo com dinheiro público, por se tratar de esquema de compra de parlamentares e financiamento de campanhas, é TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO;

Acreditamos que com o POVO ALERTA, a IMPRENSA ATUANTE e o CONGRESSO PRESSIONADO, teremos condições de comprovar definitivamente a relação golpista de Dilma Roussef e seu partido com os criminosos do petrolão, permitindo a abertura de um processo de IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEFF DA PRESIDÊNCIA DE NOSSO PAIS, conforme mandam os procedimentos democráticos mundo afora.

Por Blog

Felipe Moura Brasil

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